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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

MERCADO LÓGICO



Quando a cabeça de mandatário não funciona.

Que o Donald é atrapalhado/dispersivo nas decisões macros após 2 anos de (des) governo já sabemos. 

Vamos analisar uma como grande exemplo. Que pode ser espalhada pelas demais. 

A "One Big Beautiful Bill Act. Lei do presidente dos EUA aprovada no ano passado. Reduziu drasticamente os créditos fiscais para investimentos verdes que haviam sido criados por seu antecessor, Joe Biden. Seu governo também retirou os EUA do Acordo de Paris sobre o clima pela segunda vez. E paralisou aprovações rotineiras de mais de 150 projetos eólicos em terra. A energia eólica é para "gente burra", e os parques eólicos marítimos deixam as baleias "um pouco malucas". Afirmou o Donald na época. O “neo defensor" das baleias. Parece piada. E de mau gosto.

Ainda assim, a expansão da energia verde nos Estados Unidos tem se mostrado notavelmente resiliente. A partir de fontes renováveis. Neste ano, a previsão é que seja acrescentado um recorde de 45 gigawatts de capacidade de energia limpa. Segundo a S&P Global Energy.

Sempre foi clara demonstração de sua preferência pela energia suja do carvão e do petróleo.

Mas dispersivo como sempre Donald iniciou a Guerra com o Irã que fez os preços do petróleo quase que dobrarem. Enquanto isso como era previsível os preços dos painéis solares e turbina eólicas caíram drasticamente. Em resposta, mais famílias americanas passaram a demonstrar interesse por painéis solares residenciais e veículos elétricos como forma de reduzir as contas de energia.

Os Data Centers necessários aos projetos de IAs consomem muita energia. E a projeção é que os centros de dados respondam por até 12% de toda a eletricidade consumida nos EUA até 2028. Então também aqui ficou muito mais barato construir geradoras solares e eólicas do que as tradicionais a óleo e gás.

Donald pode ter colocado obstáculos no caminho da transição verde, mas também ajudou a facilitar, mesmo não querendo, os argumentos a favor dela.

Mercado-Lógico

Viver é Perigoso

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

POIS É...



A Justiça Federal recebeu nova denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) e deu início à ação penal contra 14 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa armada responsável pelo ataque a uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF) em Itajubá. A ação criminosa ocorreu entre os dias 22 e 23 de junho de 2022  e resultou na morte de uma vítima civil e em cinco policiais militares feridos durante confrontos.

Do local foram levados R$ 814,8 mil em cédulas e R$ 1,46 milhão em joias mantidas sob custódia no setor de penhores da instituição financeira.

A nova denúncia amplia as investigações sobre o caso. Em julho de 2022, o MPF já havia denunciado um integrante do grupo que foi preso em flagrante durante a fuga. Na ocasião, ele foi condenado a 22 anos e 2 meses de prisão, em regime fechado, pelos crimes de roubo à agência bancária e a veículos, incêndio e dano qualificado contra o patrimônio público.

A investigação também aponta que uma policial militar sofreu lesões corporais ao buscar abrigo durante o cerco armado ao batalhão da Polícia Militar. Outros quatro policiais foram atingidos por disparos de fuzil em pontos de bloqueio montados pelos criminosos nas rotas de fuga.

Segundo a apuração, a organização criminosa atuou com divisão de tarefas na execução do ataque à agência bancária. O grupo utilizava uma propriedade rural localizada em Santa Rita de Caldas para armazenar armamentos de uso restrito, veículos e equipamentos empregados na ação.

Os denunciados responderão por crimes como organização criminosa armada, roubo, latrocínio consumado e tentado, uso de explosivo, incêndio, dano ao patrimônio público e porte de arma de fogo de uso restrito.

Viver é Perigoso

SALTO ALTO

 

Viver é Perigoso

AGORA VAI - ZERO 1 NORDESTE


 Viver é Perigoso

JUÍZO MOÇADA !



"Há uma profunda inquietação da comunidade científica neste momento", afirma a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Francilene Garcia.

Pesquisadores brasileiros que voltaram do exterior para desenvolver projetos no país temem que o resultado das urnas para a Presidência, no próximo domingo (25), possa resultar em falta de recursos e instabilidade orçamentária, comprometendo as estudos e as carreiras deles.

O receio é expresso em um manifesto assinado por 25 cientistas ligados ao programa Conhecimento Brasil, criado pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) em 2024 para atrair de volta ao Brasil pesquisadores que haviam deixado o país na última década.

No texto, divulgado no último fim de semana, eles afirmam que "a maioria de nós teve de deixar o país no governo Jair [2019-2022] para continuar sobrevivendo porque a produção de conhecimento e formação de cientistas no Brasil haviam sido congeladas". 

"O financiamento da ciência está de mãos dadas com a política. É um investimento de alto custo e demora para ter retorno. Por isso é um dos primeiros recursos cortados. Só que, quando esse retorno vem, é grande a recompensa", afirma.

O receio de uma nova onda de fuga de cérebros caso a atual política de expansão no fomento à pesquisa seja revertida é compartilhada por entidades voltadas à ciência.

Viver é Perigoso

CARMO DE MINAS




Lote de 10 Kg de café foi arrematado por US$ 4.410 (R$ 22,4), ou R$ 2.200,00 o quilo, na última sextaa-feira (16), por uma empresa japonesa, em leilão da ACE - Alliance for Cofee Excellence.

Doce, cítrico e com gosto de mamão papaya, o café produzido em Carmo de Minas virou o mais caro já vendido em leilão da ACE.

O café é da variedade geisha e foi produzido na Fazenda Santuário Sul, por Luiz Paulo Dias Pereira Filho.

Empresário e CEO da Carmo Cofees, o cafeicultor diz que o lote foi colhido na fazenda que pertence à sua família. O segredo, diz, está no cuidado com todo o ciclo de produção.

Viver é Perigoso

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE



Cataratas estrondosas. Geleiras inabaláveis. Nuvens mais colossais do que as montanhas que envolvem. As paisagens grandiosas de Sebastião Salgado (1944-2025), em um preto e branco contundente, pertencem a um passado muito mais próximo do que se possa imaginar. E são de grande atualidade em um mundo que enfrenta os efeitos das mudanças climáticas.

Nas séries *Aqua Mater* e *Geleiras*, a água é a protagonista absoluta.

Durante mais de 25 anos, Salgado viajou para lugares como a Antártida, a Amazônia, a Islândia, o Himalaia e a Patagônia. “Ele usou todos os meios de transporte possíveis para chegar a esses locais”. Viajou de helicóptero, subiu montanhas a pé ou utilizou navios para alcançar “os lugares intocados do planeta, que os seres humanos ainda não transformaram”.

Paisagens e ecossistemas imponentes, porém, ao mesmo tempo, frágeis.

Neste mês, as fotos de *Aqua Mater* e *Glaciares* reúnem-se pela primeira vez em uma exposição, em um ambiente relacionado à água: o antigo reservatório subterrâneo do Canal de Isabel II, na Plaza de Castilla, em Madri. No lugar dos 180.000 metros cúbicos de água que o local abrigava, será possível ver os horizontes monumentais de Sebastião Salgado.

A exposição Aqua Mater, de Sebastião Salgado, pode ser visitada na Fundación Canal – Sala Castellana 214 a partir de 28 de outubro, dentro da programação do PHotoEspaña.-Madrid.

El País

Viver é Perigoso

LIVRO, PRESENTE DE AMIGO

 


"Bons Tempos - Yesteryear" - Caro Claire Burke - Editora Rocco - 366 páginas.

Livro badalado e figurando na listagem dos mais vendidos. Caso de vamos ler para não ficar por fora. 

Trata-se de um romance satírico que acompanha Natalie, uma influenciadora digital, conservadora que defende uma vida doméstica tradicional nas redes sociais que é, de repente, transportada para o século 19.

Acostumada a fingir uma vida perfeita e rústica para as redes sociais, ela é forçada a vivenciar de verdade a rotina exaustiva que romantizava.

O romance mais aguardado e polêmico do ano. Ganhou espaço entre leitores e já tem uma adaptação cinematográfica em desenvolvimento, com Anne Hathaway no papel principal.

Sinceramente ? Sei não.

Viver é Perigoso