Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
LIVRO, PRESENTE DE AMIGO
MOÇO BONITO
HOSPITAIS - RANKING
O Hospital Israelita Albert Einstein é o 16º melhor hospital do mundo.
Além do Albert Einstein outros seis hospitais brasileiros estão no top 200 do ranking.
Sirio Libanês (79º)
Hospital Alemão Oswaldo Cruz (105º),
Hospital Moinhos de Vento (111º)
HCor (146º)
Hospital Santa Catarina Paulista (151º)
Hospital das Clínicas da USP (189º)
Viver é Perigoso
POIS É...
QUANTAS COPAS ?
Hoje (26) o meu cronista favorito, Ruy Castro, me alcança e completa os seus 78 anos. Comenta nos jornais sobre as suas Copas do Mundo vividas. No meu caso, já lá vão 68 de copas, com 17 copas vividas.
Não vou falar de Copa de 1954, na Suiça, mas me lembro bem da molecada na rua falar da marvilhosa seleção da Hungria, do Puskas, que perdeu de surpresa a final contra a Alemanha.
No meu caso, lembro-me bem da Copa de 1958 na Suécia. Ainda sem TV, escutei todos os jogos pelo rádio. A final, num domingo ali pela hora do almoço, ouvi no aparelho de rádio da padaria Boa Vista. Foguetório ao final na Rua Miguel Braga.
A de 1962, no Chile, foi um sufoco, com o Pelé machucado e o Garrincha carregando a seleção nas costas. Conheci bem o time. Fui com o meu pai e tios assistir a um treinamento da seleção, quando concentrada em Campos do Jordão.
A de 1966 foi um vexame na Inglaterra, com Portugal do Eusébio e Coreia do Norte, surpreendendo. Copa já assistida pela televisão, em P&B, claro. Craque Eusébio de Portugal, encantando. Inglaterra campeã com com estranho na final contra a Alemanha.
A de 1970 foi um show no México. Pelé, Rivelino, Gerson, Tostão, Jairzinho. Assisti todos os jogos pela TV, ainda P&B, com meu pai e irmãos, exceto a final, que assisti na casa do Darly Guedes, no Bairro d Avenida.
Em 1974, na Alemanha, já formado e trabalhando em São Paulo, assisti quase todos os jogos no apartamento do amigo e colega de trabalho, Rogério, na Francisco Miquelina. Brasil foi mal. Surpresa o futebol total apresentado pela Holanda.
Em 1978, mais um vexame, desta vez na Argentina. Presenciei o Brasil ser eliminado assistindo o jogo no Anhembi, onde acontecia a Feira Eletro-eletrônica.
Em 1982, já com tv à cores, assistimos uma das melhores seleções de todos os tempos, treinada pelo Telê Santana, com Zico, Sócrates, Falcão, Cerezo, Eder. Tristemente eliminada pela Itália, por uma bobeira. Tristeza. Tinhamos certeza de que seríamos campeões.
Em 1986, aconteceu no México, com o Brasil caindo fora numa triste disputa nos penalties contra a França. Tivemos que aguentar o Maradorna marcando goal com a mão.
Em 1990, na Itália, melhor esquecer. Eliminado pela Argentina com goal do Cannigia. Já morando de volta em Itajubá e assistindo na Boa Vista.
Em 1994, desta vez nos EUA, alegria sem medidas. Assistindo ao vivo, junto coma Sônia a final contra a Itália, em Pasadena, com vitória nos penalties. Vibrando com Tafarell no goal. Festa em Los Angeles.
Em 1998, na França, assistindo em Itajubá pela TV. Estranho o mal estar do Ronaldo Fenômeno e o goal de cabeça do Zidane. Brasil eliminado meio que sem muita surpresa.
Em 2002, no Japão, só alegria, com Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Ronaldo Fenômeno. Vitória tranquila sobre a Alemanha na final. Direto pela TV na terrinha.
Em 2006, melhor nem lembrar do gol do francês Henry que eliminou o Brasil. Sem maiores atrativos. Itália campeã, derrotando a França, mesmo com o brilhantismo do Zidane.
Seguindo com pouco interesse as copas seguintes.
Em 2010 na Africa do Sul, deu Espanha, 2014, no Brasil, deu Alemanha, 2018, na Rússia, deu França e 2022, no Qatar, deu Argentina.
Sinceramente... interesse relativo. Seguindo mais pelo entusiasmo dos netos.
Viver é Perigoso




