De acordo com a desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, a magistratura caminha para um regime de escravidão diante da decisão do STF em extinguir 15 benefícios, chamados de penduricalhos.
Segundo a desembargadora, a situação financeira já afeta a rotina pessoal dos magistrados, com colegas deixando de frequentar gabinetes médicos porque não vão poder pagar as consultas. Outros estão deixando de tomar remédios.
Em tempo, a magistrada recebeu R$ 91 mil líquidos em março. No primeiro trimestre acumulou R$ 216 mil em salários.
A coisa está ficando difícil.
Viver é Perigoso

