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quinta-feira, 30 de julho de 2026

É DISCO QUE EU GOSTO



Música de Jimmie Rodgers e George Vaughn (1931).

Foi o grande hit da carreira de Rodgers e é considerada o primeiro registro vocal yodeling, fundamental no country e no rock.

Yodeling é uma forma de cantar que envolve mudanças repetidas de campo durante uma única nota.

O termo Blue Yodel também é usado para diferenciar o yodeling anterior austríaco da forma americana de yodeling.

Blue Yodel nº 8 foi gravado em 11 de julho de 1930 no Hollywood Recording Studios, em Los Angeles e lançado em 06 de fevereiro de 1931.

As músicas Blue Yodel são uma série de treze canções escritas e gravadas por Rodgers , durante o período de 1927 a sua morte em maio de 1933.
 
O álbum original vendeu mais de meio milhão de cópias, um número fenomenal naquele momento. 

 A combinação com o blues, jazz e folk tradicional, levou a um estilo de música, em seguida, chamado de "caipira.

Eu gosto.

Viver é Perigoso

SOU TODO CORAÇÃO



Qual de nós não se sentiu por um momento um rebelde de esquerda, um pouco poeta e com ímpetos de corrigir o mundo? 

Tive no começo dos "oitenta" (digo tive, pois perdemos o contato), um amigo, mais velho do que eu e comunista histórico, porém não radical. O Pepe era inteligente.

Juntos fomos a diversos comícios e movimentos pelas "diretas já" em São Paulo. Sabia trechos e mais trechos de Lenin e em especial de Maiakovski, que era o seu ídolo maior na terra. Vivia em choque constante entre o comunismo e o seu catolicismo.

Maiakovski era Georgiano, foi um revolucionário militante. Esse rebelde poeta russo, além da poesia, lidava com cinema, pintura, teatro e publicidade.Foi notória a sua paixão por Lili Brik, que era esposa do intelectual Ossip Brik. Para completar, o fim de Maiakovski não foi legal.

Escreveu o poeta:

"Nos demais,
todo mundo sabe,
o coração tem moradia certa,
fica bem aqui no meio do peito,
mas comigo a anatomia ficou louca,
sou todo coração."

Viver é Perigoso

OBSERVADOR DE CENA



De novo o Donald enchendo o saco, não há outra expressão possível para justificar a reedição de uma Ordem Executiva contra o Brasil cujo cerne legal a Suprema Corte de lá derrubou.

Como diriam os entendidos é uma tentativa de criar ambiente para novas sanções a brasileiros e nitidamente influir nas nossas eleições. E o que é pior por pressão de pseudos patriotas agora agraciados com o green card.

A Casa Branca (acho que estaria melhor para negra no momento) alega que o Brasil adota práticas que "interferem na economia dos Estados Unidos, infringem os direitos de livre expressão de cidadãos norte-americanos, violam os direitos humanos e minam o interesse dos EUA em proteger seus cidadãos e empresas". E "perseguir politicamente um ex-presidente, sua família e seus apoiadores", em uma referência clara ao Jair.

Então o cerne da questão é o Jair. E influir para que o 01 seja eleito, como ocorrido com candidatos submissos ao Donald em outros países sul americanos. O querido filhinho eleito assine dia 1º de Janeiro um perdão presidencial ao papai. Como o Donald fez a ele próprio e aos invasores do Capitólio.

Interessa o que a maioria dos brasileiros pensam e votam? De maneira nenhuma.

Outro dia o 01 como o pai atacou as urnas eletrônicas, Donald mandou dois funcionários pra cá pra fazerem o mesmo. Foram rechaçados e agora com a reedição da Ordem Executiva fajuta produziu o pretexto para novas sanções e pressão. Objetivo claro: caso percam contestar o resultado das urnas, lá e aqui.

Não nos iludamos, como em abril do ano passado com o tarifaço de 50% tudo gira em torno do Jair e seus rebentos pois geopolítica regional é só o pano de fundo.

Observador de Cena

Viver é Perigoso

CATÁSTROFE

 


Viver é Perigoso