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domingo, 25 de outubro de 2026

MOÇA BONITA




Susan Abigail Tomalin, simplesmente Susan Sarandon, atriz e ativista americana, nasceu em Nova York em 1946. É a mais velha de 9 filhos.

Com uma carreira que abrange mais de cinco décadas, ela recebeu prêmios, incluindo , incluindo um Oscar pelo filme *Os Últimos Passos de um Homem* (*Dead Man Walking*), sua quarta indicação, além de indicações para sete prêmios Emmy, dez Globos de Ouro e um Grammy.

A Grande dama da interpretação, depois de mais de 100 filmes , ainda tem energia para a curiosidade e o protesto, Completou 80 anos no dia 4 de outubro, data que ela já celebrou em um rancho em Montana com seus netos e seus três filhos: Eva Amurri, que teve com Franco Amurri, e Jack e Miles Robbins, frutos do relacionamento de mais de 20 anos que manteve com Tim Robbins.

Sarandon acredita que tem a responsabilidade, no meio em que vive, de fazer tudo o que for possível para garantir que as pessoas tenham comida, uma casa e possam viver com dignidade.

Já participava de protestos na universidade; no final dos anos 60, manifestando-se contra a Guerra do Vietnã.

No dia 25 de setembro último, Susan Sarandon foi detida em frente à sede da ONU, em Nova York. Ela protestava contra a presença do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na Assembleia. Não foi a primeira vez que ela foi detida, e talvez não seja a última.

Em 1984, esteve na Nicarágua levando leite para bebês e remedios e alimentos. Quando do Oscar, falou sobre os refugiados haitianos com HIV que estavam em Guantánamo. Foi vetada pela Academia.

Em 2018 foi detida no centro de detenção de Elizabeth (Nova Jersey) por protestar contra a separação de crianças de seus pais na fronteira.

Atualmente preocupa-se e luta contra o que está acontecendo com os refugiados nos EUA. 

Sarandon escolhe seus projetos da mesma forma que vive: sem preconceitos, com uma mistura de curiosidade e espírito desafiador: “Quando leio um roteiro, quero ser tocada por ele. Quero que a personagem seja algo que eu ainda não tenha feito. 

De vez em quando, alguém a chama de comunista. Sobre isso ela declarou:

"- Acho que é simplesmente a maneira mais fácil que algumas pessoas encontram para dizer que acham que alguém é completamente maluco - ou seja, que é de esquerda. Mas, certamente, não sou comunista. Embora também não seja democrata. Já disse isso. Sou patriota. Sou independente.

Viver é Perigoso

COMENTÁRIO POSSÍVEL...

 

Até que essa bandeira não é feia.

Viver é Perigoso


E POR FALAR DE...



EM 1895, João Martinez Ripol e Francisca Martinez Riera, que vieram de Barcelona para o Brasil em 1895. 

Vieram com os filhos Jayme e Josepha. O filho Mariano já havia tomado o barco para a viagem definitiva na Espanha.

Ainda no navio, durante a travessia do Atlântico, nasceu Elvira.

No Brasil, nasceram Francisca, José e Loreto.

Jayme, o filho mais velho, chegou com nove anos e a família fez de tudo um pouco no caminho para o Sul de Minas.

Saíram pela região construindo casarões e igrejas.

Quase na mesma época, vindos de Manciano, na Itália, chegaram, Vitório Tredicci e Indegonda Santinalli.  Entre os filhos estava a Moça Bonita Térza Tredicci .

Bom, numa história bonita os jovens Jayme e Térza, se encontraram, se amaram e constituiram família, que após passar por Pouso Alegre, Carmo de Minas, na época chamada de Silvestre Ferraz, se fixaram com os filhos em Itajubá, na Boa Vista é claro.

Os filhos e os netos com mais idade guaradaram duas posições definidas pelo correto, duro e sensível pai e avô espanhol: 

Arriba Espanã ! Fuera Franco ! e, Hay Gobierno? Soy contra!

Viver é Perigoso

E SEGUE A LUTA...

 


Viver é Perigoso

JUÍZO MOÇADA !

 



Ela é uma maria vai com as outras, parece que não tem personalidade própria. Não tem opinião sobre nada, na hora de decidir é sempre uma maria vai com as outras.

A expressão popular teria surgido a partir de uma associação com a figura de Dona Maria I, a rainha de Portugal, mãe de D. João VI, popularmente conhecida como "A Louca".

Por ter problemas mentais, ela se tornou incapaz de governar e foi afastada do trono.

Passou a viver muito reclusa e só era vista quando saia para caminhar, juntamente com suas damas de companhia. Assim, passou a ser comum usar o Maria vai com as outras, para se referir a alguém que não tem a iniciativa de tomar a liderança ou ter vontade própria.

Francisca Isabel Josefa Antónia Gertrudes Rita Joana de Bragança, Maria I, a Piedosa, a Louca, foi rainha de Portugal e Algarves de 1777 até 1815, e também rainha do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves de 1815 à 1816.

Era mãe de D. João VI.

Maria, nasceu em Lisboa em 1734. Tomou o barco no Rio de Janeiro em 1816.

Viver é Perigoso

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

ZÉ FERINO




Encontro com rápidos comentários do Sr. Zé Ferino, nesta manhã chuvoso de sexta, na volta da Academia Tribos. Claro, na Boa Vista.

- E aí Sr. Zé, tudo sob controle ?

- Que nada camarada. Ser desclassificado pelos argentinos que jogaram quase o tempo todo com 10, não é brincadeira.

- Duro é ter que aguentar. Os hermanos derrubaram o Vasco e o Flamengo, jogando no Rio de Janeiro.

- E o resto Sr. Zé ?

- No momento, para mim o resto é a eleição de domingo. Votarei sem alegria e para variar, não naquele melhor, que tem bons projetos e compromissos, pois não o identifiquei, mas no oferece, ao meu ver, menos riscos.

- É Sr. Zé...eu estou com o Senhor. Foi o tempo de aventuras. Nos encontraremos no domingo, como sempre, na seção eleitoral do Grupo Escolar Rafael Magalhães.

- Pois é Camarada, sinto não estender a conversa sobre política como fazíamos até recentemente. Pode se aproximar alguém e abrir discussões sérias e eu não estou mais para isso.

Viver é Perigoso

TRUCO !!!

 

Viver é Perigoso

MINHA SEXTA-FEIRA

 


Eu não sei se porque os  temperos únicos são as memórias, mas nesta sexta estou lembrando dos petiscos e bebidas que marcaram época na nossa Itajubá.

1) Sanduiche, sempre a noite, do Bar do Sr. Zé Matos, que ficava mais ou menos onde é a Acquamoto. Podia ser de filet mignon ou de lombo de porco, sempre com uma fatia de queijo prato (acebolado no ponto) e vinha dentro de um pãozinho de sal, sempre fresquinho, da Padaria Boa Vista. Ah! podia pendurar a conta! - Em tempo, eram feitos na chapa.

2)Bauru molhado feito no pão de forma, com presunto, queijo prato e duas rodelas de tomate, do Bar Acadêmico (ficava ao lado do Clube Itajubense). Era feito num balcão logo na entrada a esquerda.

3) Pastelzinho frito de milho do barzinho na boca da Ponte da Avenida. Mais recente e ainda funciona. Tem uma arte. Você tem de comprar no mínimo uns dez, pedir para colocar num saquinho de papel. Até chegar em casa, o próprio saquinho suga todo o possível excesso de gordura. Tudo é cientificamente calculado.

4)Lambari Frito do Bar Caçador. O Carlos detem a arte mágica de fritar o lambari. Sempre na mesma frigideira (foi tombada pelo patrimônio histórico) e usando um fubá feito com milho plantado por ele mesmo. No Caçador o acompanhamento valia a pena. Era a conversa fiada. Ali se praticava a ironia fina. As vezes os frequentadores conversam horas e os visitantes não entendiam nada.

5)Chopinho do Canequinha - No tempo do Jorginho. Vinha geladíssimo e com dois dedos de espuma milimetricamente medidos. Ficava em frente ao Hotel Bramig.

6) Caipirinha do Fundão, do Zé Carlos Brito, na Rua Nova. Vinha num copo grande que lembrava uma vitamina. A turma ia até lá fora comprar pipoca (da mesma Senhora que vende até hoje) para tira-gosto. Quando o Zé Carlos colocava a fita cassete com a Bethania cantando " Meu Último Desejo" e "Meu Primeiro Amor", o consumo mais do dobrava.

7) Feijoada do João Tarciso - Ao lado da Igreja São Benedito. Maravilha de ambiente com a alegria e gozação do Sr. João Tarciso e filhos. Na cozinha o Melquíades, detonava. Era Mágico.

8)Mandi ensopado do Bar Academico - Só ser servido pela classe do Sr. Giffone, já valia a pena.

9) Pizza do Sr. Nelson Calvite - Clube Bar, que funcionava em baixo do Clube Itajubense. Era o Point.

10) Vinho suave (naquela época saía mais) com queijo parmesão do Bar Rubi. Era do Sr.Humberto Cônsoli, que também tinha uma conversa muito agradável. Ficava em frente a Rodoviaria.

11) Tilock - Bolinho de batata recheado com carne moida da Dona Fanny (Viúva do Sr. Silvio Pizzarro), que ficava na Maria Carneiro em frente da Auto Itajubá.

12) Prato Feito (também chamado de disco-voador) da Cantina Romana, feito pelo próprio Sr. Romano. Ficava na Praça do chamado Jardinzinho.

13) Para não faltar a sobremesa antes de ir embora para casa, tinha o potinho de arroz doce ou de coalhada do Bar Café Hélio, na Boa Vista.

14) Ah ! não esquecer de passar na Padaria Mandolesi, na Maria Carneiro  e levar para casa uma dúzia de empadinhas. Não equecer de dar um abraço na Dona Alice.

Viver é Perigoso