Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
1973 - Tempo em que o grande Professor e Diretor, Dr. Pedro Mendes dos Santos, para todos nós (longe dele, claro), o "Bodão", com toda a sua seriedade e timidez, sentava com as alunos para comemorar um êxito. No vira-vira outro grande Professor, o Oficial da Imbel, Zé Grandão.
Pesquisa Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira (9/10) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 50,86% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 49,14% do senador Flávio Bolsonaro .
A pesquisa Vox Brasil ouviu 2,1 mil eleitores entre 5 e 7 de outubro. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Não tem quem não conheça. "La Paloma" é uma canção popular espanhola que foi produzida e reinterpretada em diversas culturas, contextos, arranjos e gravações. É uma das canções mais gravadas na história da música e certamente a canção espanhola mais gravada.
A canção foi escrita pelo compositor basco espanhol Sebastian Yradier por volta de 1860, após uma visita a Cuba.
Yradier morreu na obscuridade poucos anos depois, sem jamais saber o quão popular sua canção se tornaria.
A canção entrou para o Guinness Book of World Records por ter sido cantada pelo maior coro , com 88.600 pessoas, em Hamburgo , em 9 de maio de 2004.
Talvez nenhuma gravação marcou mais La Paloma do que a feita pela Orquestra Billy Vaughn. Marcante a presença dos saxofones.
Billy Vaughn, maestro, arranjador, saxofonista e compositor americano, nasceu no Kentucky em 1919. A orquestra de Billy Vaughn tornou-se uma das mais populares da era pós-Big Bands, com um estilo romântico e melodioso que se destacava pela introdução do Twin Sax Sound (som dos saxofones gêmeos), sua marca registrada.
Esse estilo foi apresentado ao mundo em 1955 com a gravação de "Melody of Love", mas foi com "Sail Along Silvery Moon" em 1958 que Vaughn alcançou fama mundial, vendendo mais de três milhões de discos.
Vaughn tomou o barco em Escondido - Califórnia em 1991.
O Nobel da Paz foi anunciado nesta sexta (9) em Oslo. Navi Pillay - Sul-africana de origem indiana, foi escolhida, de acordo com o comitê do Nobel, por liderar, com coragem e integridade, esforços para ampliar uma ordem jurídica global.
Navi Pillay é uma jurista sul-africana, de origem indiana. Pillay nasceu em um bairro pobre de Durban. De etnia tâmil, seu pai era motorista de ônibus.
Com o apoio de doações da comunidade indiana local, graduou-se em Artes na Universidade de Natal em 1963 e em Direito, em 1965, quando casou-se com o advogado Gaby Pillay.
Em 1967, Pillay tornou-se a primeira mulher a abrir seu próprio escritório de advocacia na Província de Natal.
Em 1973, ela conseguiu garantir aos presos políticos, inclusive Nelson Mandela, o direito ao acesso a um advogado.
Posteriormente estudou na Harvard Law School, onde obteve o grau de mestre em Direito, em 1982, e de doutor, em 1988.
Em 1995, um ano depois que o Congresso Nacional Africano chegou ao poder, Mandela nomeou Pillay para a Suprema Corte da África do Sul.
Durante seus 28 anos como advogada na África do Sul, defendeu ativistas do movimento anti-Apartheid e ajudou a expor o uso da tortura e as péssimas condições dos prisioneiros políticos no país.
Mas gostei muito de rever as instalações do meu Grupo Escolar Rafael Magalhães.
Bateu uma lembrança gostosa da professoras Dona Ivone, Dona Raimunda, ambas do Morro Chic e da diretora, Dona Geralda.
Em "priscas eras" estudei no "Rafael" durante o curso primário.
Devido ao uniforme no padrão xadrezinho preto e branco, a nossa Escola era chamada pelos "inimigos" de Grupo Carijó.
Na época ainda cruzavam a Boa Vista os trens da Rede Mineira de Viação. Os trens que iam e vinham de Piranguinho, Santa Rita do Sapucaí, Pouso Alegre, Brasópolis e Paraisópolis, passavam em frente ao Grupo Escolar.
Nós alunos, quase todos moradores da Boa Vista caminhávamos equilibrando sobre os trilhos no trajeto da Escola.
Interessante. A grande maioria nunca andou fora dos trilhos.
Depois da derrota antecipada por alguns, Lula desperta que só o anti bolsonarismo e os escândalos do Master não foram suficientes para derrotar o Flávio.
Mudanças no comando da campanha e só AGORA forte presença nas redes sociais.
Uma ação política que poderia ajudar seria a indicação para o STF do Desembargador Ricardo Couto atualmente governador interino do RJ. Apesar de poucos meses no cargo o governador e Presidente do TJ RJ vem tomando decisões de moralização. Dispensa de milhares em cargos comissionados e corte de gastos supérfluos. Suspensão de exoneração tributária.
Está muito bem avaliado pela população carioca.
Lula atingiria 2 objetivos: indicar que quer a a moralização do STF sinalizando com um nome de peso e abandonar as indicações de compadrio. Além que ganhar milhares de votos fluminenses onde perdeu feio.
Vai fazer isso e abandonar o amigo Messias? Conhecendo o Lula acho que deixará passar essa oportunidade.
Piero Antonio Franco de Benedicts, simplesmente Piero. Tomou o barco ontem em Buenos Aires o artista argentino nascido na Itália. Explico: Piero nasceu em Gallipoli, na Itália, em 1945. Quando tinha três anos, sua família se estabeleceu na Argentina, onde ele viveria a maior parte de sua vida.
Piero, foi ator, compositor e cantor. Em sua produção artística destaca a canção de protesto.
Na Argentina, o nome Piero bastava para representar um cantor de imagem sacerdotal, de voz pausada e violão a tiracolo, cabelos cacheados e óculos; o intérprete de um punhado de canções cuja essência poderia ser definida por um lema hippie dos anos setenta: paz, amor e protesto social.
Cantava Piero por volta de 1974 : “Para o povo o que é do povo, porque o povo conquistou; para o povo o que é do povo, para o povo, libertação”.
Dizia a letra que ficaria ligada por décadas às lutas populares e ao espírito revolucionário, em uma época marcada por ditaduras, autoritarismo e violência.
Piero quis ser padre. Não o foi, mas sua vocação religiosa se expressaria em sua carreira artística.
O reconhecimento público veio quando ele formou uma dupla artística com o escritor e jornalista José Tcherkaski, autor de várias letras que Piero musicou ou interpretou. Uma das mais famosas, "Mi viejo", gravada em 1969, tornou-se um símbolo musical daquela época.
Após o golpe militar ocorrido na Argentina em 1976, Piero exilou-se na Espanha por alguns anos e, posteriormente, na Colômbia, país com o qual estabeleceu uma relação especial. De fato, em 1994, obteve a cidadania colombiana e foi nomeado Embaixador da Paz.
No início dos anos 80, Piero retornou a Argentina, inspirado pela iminente restauração da democracia. Durante pouco mais de um ano, entre 1998 e 1999, foi secretário de Cultura da província de Buenos Aires.