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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

COM O TRUMP BOTANDO LENHA NA FOGUEIRA



Malvinas ou Falklands

A petroleira britânica Rockhopper e a israelense Navitas, que operam nas Ilhas Malvinas, minimizaram nesta sexta-feira as sanções contra ambas anunciadas pelo presidente Javier Milei em rede nacional.

“Não se espera que os acontecimentos recentes tenham efeitos materiais nas atividades do projeto Sea Lion, incluindo o cronograma para a conclusão do desenvolvimento do projeto” e
as licenças legalmente concedidas pelo governo local das Malvinas para desenvolver o projeto Sea Lion continuam válidas."

Situando:

Em sua mensagem em cadeia nacional a partir da Casa Rosada, o presidente Javier afirmou que o projeto Sea Lion representa "um perigo concreto e urgente" para a soberania nacional.

"Se não agirmos hoje com firmeza e celeridade, em poucos meses eles terão a capacidade material de se apropriar das reservas de petróleo que jazem sob o nosso mar, algo que nunca havia ocorrido antes",  

O mandatário detalhou em seu discurso as medidas que adotará para enfrentar a violação dos interesses argentinos: um decreto regulamentar para acelerar os trâmites dos órgãos estatais, a fim de que informem o Ministério das Relações Exteriores sobre descumprimentos legais nas Ilhas e para que a pasta possa promover sanções contra empresas e fornecedores. 

Também emitirá um Decreto de Necessidade e Urgência (DNU) para aumentar os recursos do Ministério da Defesa e avançar na construção da anunciada base naval integrada na Terra do Fogo — projeto impulsionado em 2022 pelo ex-ministro Jorge Taiana — que, segundo o libertário, será o "polo logístico mais importante do Atlântico Sul".

Viver é Perigoso

JUÍZO, JUÍZES !


 Viver é Perigoso

STF


 Viver é Perigoso

MERCADO LÓGICO



Mais uma COP – Conferência das Partes da ONU

Dessa vez uma discussão sobre a degradação de terras/desertificação. Nesta 17ª cúpula da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação. Existem COPs sobre temas diversos. Proliferação de armas nucleares e mudança climática. Esta da degradação está sendo realizada em Ulan Bator capital da Mongólia. Com representantes de mais de 190 países. A reunião ocorre a cada dois anos desde 1997. Em 2018 na COP13 adotou-se uma estratégia para incentivar os países signatários da convenção contra a desertificação a elaborar planos nacionais voluntários sobre o tema.

A degradação da terra compromete a capacidade produtiva dos solos. A biodiversidade. E a disponibilidade hídrica. Afetando a segurança alimentar. A geração de renda da população. Além de aumentar a vulnerabilidade a eventos climáticos extremos.

Recentemente escrevemos que o Brasil já apresenta áreas de clima árido no norte da Bahia. Com calor crescente. Alta evaporação. E pouca chuva alteram paisagem da caatinga.

INPE e Cemaden já alertam desde 2023: que após 1960 as regiões brasileiras de clima semiárido aumentaram 75 mil km² por década. Isso equivale há mais de 3 estados de Sergipe a cada 10 anos!!!!! E daí é um pulo do semi árido para o árido como nos desertos.

Voltando a COP. O Brasil submeteu nessa COP das Nações Unidas pela primeira vez sua meta nacional para conter a degradação de terras. O governo brasileiro assumiu o compromisso de restaurar/evitar a degradação de 3,5 milhões de km² até 2030. O que corresponde a 43% do nosso território. Devíamos o compromisso desde 2018. Mais um compromisso ambiental sem avanço no governo (?) da dupla Jair/Salles. Salles vocês se lembram. Aquele ministro “passador de boiadas”. E detonador do Fundo da Amazônia com dinheiro sem pagamento futuro da Noruega e da Alemanha.

Outra o Brasil também tem um compromisso de zerar o desmatamento geral até 2034. Compensando o desmatamento p.ex. na Amazônia/Cerrado por áreas recuperadas/florestadas/reflorestadas em outras regiões.

A eleição presidencial ocorre em poucos dias. Queremos que compromissos como esses sigam em frente ou não? Em entrevista recente um dos presidenciáveis bem colocado nas pesquisa continuou negando as mudanças climáticas. Disse que só temos eventos extremos. Negação ao vivo e a cores nos mesmos dias que aconteceram as tragédias no Nepal/Tibete. E logo depois das crises hídricas na Europa/USA. Quer dizer nenhum compromisso com o meio ambiente.

Nesse momento a ONU dá como perdida a batalha para manter o aquecimento global em 1,5 º C. Vamos falar disso brevemente.

Como já dissemos o planeta não vota. Vote por ele. Senão continuaremos lascados.

Mercado-Lógico

Viver é Perigoso

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

É ISSO AÍ!

 

Viver é Perigoso

DÉCLARER FORFAIT

 


Quando menino na Boa Vista, é claro, era usada com certa frequência a expressão " deu forfé".

Isso queria dizer que a namorada ou amigo ou um time de futebol adversário não tinha comparecido a um compromisso ou encontro combinado.

Uma espécie de renúncia ou fuga. Era usada quase sempre de forma pejorativa. Mais para frente, acabou sendo substituída pela expressão "deu bôlo".

Já mais moço e começando a trabalhar em São Paulo, junto com um grupo de amigos, fui conhecer o Jockey Club.

De repente ouvi o locutor usar a expressão:
- " O cavalo tal declarou forfé "

Aprendi: "déclarer forfait" ou seja, o cavalo não irá correr no páreo seguinte.

Resumindo, tudo indica, que face ao quadro apresentado, muitos irão declarar "forfé" no dia 4 de outubro.

Viver é Perigoso

SÓ IDA !

 Publicado no "Viver é Perigoso" no dia 3/setembro/2024



Viver é Perigoso

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

EDITORIAIS DOS GRANDES JORNAIS



DIA 2 DE SETEMBRO DE 2026

 - O que pensa a FOLHA DE SÃO PAULO 

Não há mais lugar no Supremo Tribunal Federal para Alexandre de Moraes. Se o ministro não renunciar, restará ao Senado, por meio de um processo de impeachment, livrar a corte desse fardo.

- O que pensa O GLOBO  

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes continua a dever explicações convincentes sobre suas relações com Daniel Vorcaro, o ex-dono do Banco Master preso por ter comandado a maior fraude bancária da História do Brasil. A Moraes cabe não apenas se dizer honesto, mas demonstrar sua honestidade. Ninguém pode ser ou será considerado culpado de antemão. Mas a sociedade precisa de explicações. O silêncio ou notas lacônicas não serão suficientes.

- O que pensa O ESTADO DE SÃO PAULO 

Alexandre de Moraes não tem mais condições de seguir como ministro do STF e deveria pedir exoneração do cargo, para o bem da própria Corte. Moraes tem de deixar o Supremo. Sua responsabilidade criminal será apurada, mas a responsabilidade institucional já se impõe.

Viver é Perigoso