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quinta-feira, 21 de maio de 2026

DE FATO

 


Viver é Perigoso

LIVRO, PRESENTE DE AMIGO



Notícia boa para fazermos um balanço de nossas leituras e redefinir prioridades.

O The Guardian, um dos principais veículos do Reino Unido, divulgou uma lista dos 100 melhores romances da história. O ranking foi feito com base no voto de mais de 170 autores, críticos e intelectuais.,

Na lista dos “100 melhores romances de todos os tempos” publicada pelo jornal britânico The Guardian não há nenhuma obra brasileira ou escrita em língua portuguesa.

A América Latina é representada por Cem Anos de Solidão, do colombiano Gabriel García Márquez e Pedro Páramo, do mexicano Juan Rulfo.

O primeiro lugar ficou com um romance tipicamente inglês e pouco conhecido no Brasil: “Middlemarch: um estudo da vida provinciana”, de George Eliot.

O segundo lugar ficou com “Amada”, da americana Toni Morrsion, a única escritora negra vencedora do Prêmio Nobel de Literatura. Em terceiro, está Ulysses, do James Joyce.

O autor com mais obras na lista é Virginia Woolf, que aparece com “Ao farol”, Mrs. Dalloway”, “Orlando”, “As ondas” e “O quarto de Jacob”.

Lista dos primeiros vinte

1 - Middlemarch”, George Eliot
2 - “Amada”, Toni Morrison
3 - “Ulysses”, James Joyce
4 - “Rumo ao farol”, Virginia Woolf
5 - “Em busca do tempo perdido”, Marcel Proust
6 - “Anna Kariênina”, Liev Tolstói
7 - “Guerra e paz”, Liev Tolstói
8 - “Jane Eyre”, Charlotte Brontë
9 - “Orgulho e preconceito”, Jane Austen
10 - “Madame Bovary”, Gustave Flaubert11 - “O grande Gatsby”, F. Scott Fitzgerald
12 - “A casa soturna”, Charles Dickens
13 - “Emma”, Jane Austen
14 - “Mrs. Dalloway”, Virginia Woolf
15 - “Moby Dick”, Herman Melville
16 - “1984”, George Orwell
17 - “Cem anos de solidão”, Gabriel García Márquez
18 - “Persuasão”, Jane Austen
19 - “A vida e as opiniões do cavalheiro Tristram Shandy”, Laurence Sterne
20 - “O morro dos ventos uivantes”, Emily Brontë

Aparecem entre os 100 escolhidos, Lolita, Dom Quixote, O Processo, Os Irmãos Karamazov, Frankenstein, David Copperfield, Coração das Trevas, A Montanha Mágica, O Leopardo, A Metamorfose, Desonra, A Cor Púrpura, O Homem Sem Qualidades", Crime e Castigo, Adeus às Armas, Ragtime e a Estrada, entre outros menos conhecidos.

Viver é Perigoso

ESTRELA - TRÊS PONTAS



Aconteceu com grande destaque a notícia que a gigante fabricante de brinquedos Estrela, presente desde 1937 no mercado, entrou com pedido de recuperação judicial.

Noticiário dá conta Empresa enfrenta dívida de R$ 115 milhões e prejuízos acumulados de mais de R$ 660 milhões.

Empresa enfrenta dívida de R$ 115 milhões e prejuízos acumulados de mais de R$ 660 milhões, mas promete manter operações normalmente.

Despertou curiosidade ler que o pedido de recuperação judicial foi protocolado na comarca de Três Pontas - MG.

Explica-se. Após encerrar suas atividades industriais em São Paulo, a Estrela em 2003, iniciou operação em Itabira-SP. Também funcionam outras duas unidades, sendo uma em Ribeirópolis - SE e desde 2004, outra em Três Pontas - MG.

Viver é Perigoso

ACREDITEM


A Prefeitura de São Paulo fechou negócio ontem (20) para adquirir dos Correios, o histórico prédio do Anhangabaú, no centro de São Paulo.

Acreditem: no início dos anos 70, trabalhando e morando no centro de São Paulo, inúmeras vezes utilizei a então Agência para colocar cartas, passar telegramas e despachar encomendas, tudo sempre com destino à Itajubá.

Em tempo, o prédio, de 1922, que se encontra tombado  pelo Patrimônio Histórico, foi adquirido pelo valor de R$ 79.526.165,31.

Funcionará no local as centrais de monitoramento de trânsito  (CET), de engenaria climática (CGE) , SPTrans, além de uma unidade do Descomplica.

Viver é Perigoso


RESILIÊNCIA


Que tal atentar para a dica do Ruy Castro, hoje na FSP

"...Quer um conselho? Não saia de casa sem a palavra "resiliência". É leve, portátil, fácil de carregar

Serve para tudo, cabe na memória Hoje, sem resiliência, não chegaremos a lugar nenhum.

Por que não relaxar e aproveitar todas as possibilidades de "resiliência"?

Uma delas é o ótimo verbo "resilir", com o mesmo sentido de resistir, aguentar o tranco, e que pode ser conjugado de muitas maneiras. Eis algumas, e não ria:

1 - no presente do indicativo: eu resilo, tu resilas, ele resila; nós resilimos, vós resilis, eles resilam; 2 - no futuro do presente: eu resilirei, tu resilirás, ele resilirá; nós resiliremos, vós resilireis, eles resilirão; 3 - no futuro do subjuntivo: quando eu resilir, quando tu resilires, quando ele resilir; quando nós resilirmos, quando vós resilirdes, quando eles resilirem; e 4 - os mais resilientes poderão usá-lo no pretérito imperfeito: se eu resilisse, se tu resilisses, se ele resilisse; se nós resilíssemos, se vós resilísseis, se eles resilissem.

Ninguém no Brasil consegue ficar alheio à bendita palavra. A prova disto está em que, perguntado sobre qual será a maior qualidade da seleção brasileira, o técnico Ancelotti chutou de primeira: "Resiliência". Resiliu. ..."

Viver é Perigoso

ZÉ FERINO


Mudando de lugar na fila da Padaria Morro Chic para conversar com o Sr. Zé Ferino.

- Bom dia Camarada. Parece que a chuvinha foi embora. Mas vamos ao que interessa. É evidente a elevação do clima político nos comentários anônimos do "vivereperigoso". Tenho reparado que aqueles, presumidamente vindos de direitistas, são curtos, com vocabulário simplista e agressivo. Os vindos de comentaristas, presumidamente originários de centristas/esquerdistas, são estruturados, com argumentos e sem insultos. Estou certo ?

- Certíssimo Sô Zé. A gente está sempre esperando que surja um cronista de direita que consiga fazer um texto equilibrado, sem ofensas, citando as qualidades e benefícios daquilo que acredita e que possa ser republicado como postagem, mesmo sob pseudônimo, como fazem os da esquerda ou centro. Mas está difícil.

- É camarada ...sinceramente, não vai ser fácil tocar o blog mais adiante, quando avançar o período eleitoral. Haja deletamento. Para começar, sugiro que sejam apagados todos os "pqp"

- Pois é...vamos fazer isso.

Viver é Perigoso


quarta-feira, 20 de maio de 2026

CARTA QUE RECEBI


Itajubá, 20 de maio de 2026

Zela

O povo dos Bozo nunca demonstraram grandes talentos, inteligencia, ou coisa do tipo. É um povo limitado mesmo. Mas até um relógio parado acerta duas vezes por dia. 

O fato é que o mundo girou e o poder caiu no colo do patriarca. Limitado. Limitadissimo. Defendeu cloroquina, ivermectina, matou muita gente com conselhos médicos. Aprontou tanto que tirou Lula da cadeia e lhe deu a presidencia. 

A galera viu naquela simplicidade um quê de genialidade. Mito. Até golpe tentaram. Perderam, claro. O mito era fraco, mas nao viram. 

Com o palmito preso, o filho foi lançado. Era burrice, mas a candidatura (pasme) decolou. Videos/Banco Master/Pego na mentira. É feio, mas acontece. Tinhamos uma crise a gerir.

 Zela... fizeram tanta besteira, mas tanta besteira que jogaram fora uma candidatura promissora. A burrice na gestão da crise foi tanta, tamanha... que a galera que reza pra pneu ta pensando que foi combinado com o Lula. 

O povo nao aprende mesmo... continuam a ver genialidade, onde só tem limitação e amor ao dinheiro. Francamente... Ta na hora da direita acordar e mudar os rumos. Mudar de familia.

Amigo Secreto

Viver é Perigoso

LIVRO, PRESENTE DE AMIGO

 


"La Petite Charlotte" - Silvia Wolosker Levi - Integrare Editora - 207 páginas

Desde o meu primeiro emprego em São Paulo, em 1973, trabalhei e convivi com empresários de origem judaica. Muitos deles sofreram ou tiveram parentes e amigos que viveram a tragédia da 2ª Guerra Mundial. Frequentei suas festas, suas lamentações e em datas especiais, sinagogas. Aprendi sobre suas lutas.

Silvia, moça de muitas atividades, escreveu o livro sobre a vida da mãe Charlote, nascida em 1938 em Paris, filha dos poloneses Dona Cecília e do Senhor Don. Relata com classe a vida dos judeus europeus na época da grande guerra, a vinda para o Brasil e o estabelecimento em São Paulo. 

Em 1941, o Sr. Don foi preso em Paris e deportado para os famigerados campos de concentração. Passou primeiro pelo campo de Pithiviers e em 1942, levado para Auschwitz.

Silvia registra na última página do livro - que esse livro seja um lembrete, uma voz que ecoe através do tempo para que "nunca mais" não seja apenas uma promessa vazia, mas um compromisso verdadeiro de cada geração. Porque lembrar é resistir. E contar é impedir que o silêncio apague o que jamais deve ser esquecido.

Viver é Perigoso