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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

ZÉ FERINO




Encontro com rápidos comentários do Sr. Zé Ferino, nesta manhã chuvoso de sexta, na volta da Academia Tribos. Claro, na Boa Vista.

- E aí Sr. Zé, tudo sob controle ?

- Que nada camarada. Ser desclassificado pelos argentinos que jogaram quase o tempo todo com 10, não é brincadeira.

- Duro é ter que aguentar. Os hermanos derrubaram o Vasco e o Flamengo, jogando no Rio de Janeiro.

- E o resto Sr. Zé ?

- No momento, para mim o resto é a eleição de domingo. Votarei sem alegria e para variar, não naquele melhor, que tem bons projetos e compromissos, pois não o identifiquei, mas no oferece, ao meu ver, menos riscos.

- É Sr. Zé...eu estou com o Senhor. Foi o tempo de aventuras. Nos encontraremos no domingo, como sempre, na seção eleitoral do Grupo Escolar Rafael Magalhães.

- Pois é Camarada, sinto não estender a conversa sobre política como fazíamos até recentemente. Pode se aproximar alguém e abrir discussões sérias e eu não estou mais para isso.

Viver é Perigoso

TRUCO !!!

 

Viver é Perigoso

MINHA SEXTA-FEIRA

 


Eu não sei se porque os  temperos únicos são as memórias, mas nesta sexta estou lembrando dos petiscos e bebidas que marcaram época na nossa Itajubá.

1) Sanduiche, sempre a noite, do Bar do Sr. Zé Matos, que ficava mais ou menos onde é a Acquamoto. Podia ser de filet mignon ou de lombo de porco, sempre com uma fatia de queijo prato (acebolado no ponto) e vinha dentro de um pãozinho de sal, sempre fresquinho, da Padaria Boa Vista. Ah! podia pendurar a conta! - Em tempo, eram feitos na chapa.

2)Bauru molhado feito no pão de forma, com presunto, queijo prato e duas rodelas de tomate, do Bar Acadêmico (ficava ao lado do Clube Itajubense). Era feito num balcão logo na entrada a esquerda.

3) Pastelzinho frito de milho do barzinho na boca da Ponte da Avenida. Mais recente e ainda funciona. Tem uma arte. Você tem de comprar no mínimo uns dez, pedir para colocar num saquinho de papel. Até chegar em casa, o próprio saquinho suga todo o possível excesso de gordura. Tudo é cientificamente calculado.

4)Lambari Frito do Bar Caçador. O Carlos detem a arte mágica de fritar o lambari. Sempre na mesma frigideira (foi tombada pelo patrimônio histórico) e usando um fubá feito com milho plantado por ele mesmo. No Caçador o acompanhamento valia a pena. Era a conversa fiada. Ali se praticava a ironia fina. As vezes os frequentadores conversam horas e os visitantes não entendiam nada.

5)Chopinho do Canequinha - No tempo do Jorginho. Vinha geladíssimo e com dois dedos de espuma milimetricamente medidos. Ficava em frente ao Hotel Bramig.

6) Caipirinha do Fundão, do Zé Carlos Brito, na Rua Nova. Vinha num copo grande que lembrava uma vitamina. A turma ia até lá fora comprar pipoca (da mesma Senhora que vende até hoje) para tira-gosto. Quando o Zé Carlos colocava a fita cassete com a Bethania cantando " Meu Último Desejo" e "Meu Primeiro Amor", o consumo mais do dobrava.

7) Feijoada do João Tarciso - Ao lado da Igreja São Benedito. Maravilha de ambiente com a alegria e gozação do Sr. João Tarciso e filhos. Na cozinha o Melquíades, detonava. Era Mágico.

8)Mandi ensopado do Bar Academico - Só ser servido pela classe do Sr. Giffone, já valia a pena.

9) Pizza do Sr. Nelson Calvite - Clube Bar, que funcionava em baixo do Clube Itajubense. Era o Point.

10) Vinho suave (naquela época saía mais) com queijo parmesão do Bar Rubi. Era do Sr.Humberto Cônsoli, que também tinha uma conversa muito agradável. Ficava em frente a Rodoviaria.

11) Tilock - Bolinho de batata recheado com carne moida da Dona Fanny (Viúva do Sr. Silvio Pizzarro), que ficava na Maria Carneiro em frente da Auto Itajubá.

12) Prato Feito (também chamado de disco-voador) da Cantina Romana, feito pelo próprio Sr. Romano. Ficava na Praça do chamado Jardinzinho.

13) Para não faltar a sobremesa antes de ir embora para casa, tinha o potinho de arroz doce ou de coalhada do Bar Café Hélio, na Boa Vista.

14) Ah ! não esquecer de passar na Padaria Mandolesi, na Maria Carneiro  e levar para casa uma dúzia de empadinhas. Não equecer de dar um abraço na Dona Alice.

Viver é Perigoso






MERCADO LÓGICO



Quando a cabeça de mandatário não funciona.

Que o Donald é atrapalhado/dispersivo nas decisões macros após 2 anos de (des) governo já sabemos. 

Vamos analisar uma como grande exemplo. Que pode ser espalhada pelas demais. 

A "One Big Beautiful Bill Act. Lei do presidente dos EUA aprovada no ano passado. Reduziu drasticamente os créditos fiscais para investimentos verdes que haviam sido criados por seu antecessor, Joe Biden. Seu governo também retirou os EUA do Acordo de Paris sobre o clima pela segunda vez. E paralisou aprovações rotineiras de mais de 150 projetos eólicos em terra. A energia eólica é para "gente burra", e os parques eólicos marítimos deixam as baleias "um pouco malucas". Afirmou o Donald na época. O “neo defensor" das baleias. Parece piada. E de mau gosto.

Ainda assim, a expansão da energia verde nos Estados Unidos tem se mostrado notavelmente resiliente. A partir de fontes renováveis. Neste ano, a previsão é que seja acrescentado um recorde de 45 gigawatts de capacidade de energia limpa. Segundo a S&P Global Energy.

Sempre foi clara demonstração de sua preferência pela energia suja do carvão e do petróleo.

Mas dispersivo como sempre Donald iniciou a Guerra com o Irã que fez os preços do petróleo quase que dobrarem. Enquanto isso como era previsível os preços dos painéis solares e turbina eólicas caíram drasticamente. Em resposta, mais famílias americanas passaram a demonstrar interesse por painéis solares residenciais e veículos elétricos como forma de reduzir as contas de energia.

Os Data Centers necessários aos projetos de IAs consomem muita energia. E a projeção é que os centros de dados respondam por até 12% de toda a eletricidade consumida nos EUA até 2028. Então também aqui ficou muito mais barato construir geradoras solares e eólicas do que as tradicionais a óleo e gás.

Donald pode ter colocado obstáculos no caminho da transição verde, mas também ajudou a facilitar, mesmo não querendo, os argumentos a favor dela.

Mercado-Lógico

Viver é Perigoso

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

POIS É...



A Justiça Federal recebeu nova denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) e deu início à ação penal contra 14 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa armada responsável pelo ataque a uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF) em Itajubá. A ação criminosa ocorreu entre os dias 22 e 23 de junho de 2022  e resultou na morte de uma vítima civil e em cinco policiais militares feridos durante confrontos.

Do local foram levados R$ 814,8 mil em cédulas e R$ 1,46 milhão em joias mantidas sob custódia no setor de penhores da instituição financeira.

A nova denúncia amplia as investigações sobre o caso. Em julho de 2022, o MPF já havia denunciado um integrante do grupo que foi preso em flagrante durante a fuga. Na ocasião, ele foi condenado a 22 anos e 2 meses de prisão, em regime fechado, pelos crimes de roubo à agência bancária e a veículos, incêndio e dano qualificado contra o patrimônio público.

A investigação também aponta que uma policial militar sofreu lesões corporais ao buscar abrigo durante o cerco armado ao batalhão da Polícia Militar. Outros quatro policiais foram atingidos por disparos de fuzil em pontos de bloqueio montados pelos criminosos nas rotas de fuga.

Segundo a apuração, a organização criminosa atuou com divisão de tarefas na execução do ataque à agência bancária. O grupo utilizava uma propriedade rural localizada em Santa Rita de Caldas para armazenar armamentos de uso restrito, veículos e equipamentos empregados na ação.

Os denunciados responderão por crimes como organização criminosa armada, roubo, latrocínio consumado e tentado, uso de explosivo, incêndio, dano ao patrimônio público e porte de arma de fogo de uso restrito.

Viver é Perigoso

SALTO ALTO

 

Viver é Perigoso

AGORA VAI - ZERO 1 NORDESTE


 Viver é Perigoso

JUÍZO MOÇADA !



"Há uma profunda inquietação da comunidade científica neste momento", afirma a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Francilene Garcia.

Pesquisadores brasileiros que voltaram do exterior para desenvolver projetos no país temem que o resultado das urnas para a Presidência, no próximo domingo (25), possa resultar em falta de recursos e instabilidade orçamentária, comprometendo as estudos e as carreiras deles.

O receio é expresso em um manifesto assinado por 25 cientistas ligados ao programa Conhecimento Brasil, criado pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) em 2024 para atrair de volta ao Brasil pesquisadores que haviam deixado o país na última década.

No texto, divulgado no último fim de semana, eles afirmam que "a maioria de nós teve de deixar o país no governo Jair [2019-2022] para continuar sobrevivendo porque a produção de conhecimento e formação de cientistas no Brasil haviam sido congeladas". 

"O financiamento da ciência está de mãos dadas com a política. É um investimento de alto custo e demora para ter retorno. Por isso é um dos primeiros recursos cortados. Só que, quando esse retorno vem, é grande a recompensa", afirma.

O receio de uma nova onda de fuga de cérebros caso a atual política de expansão no fomento à pesquisa seja revertida é compartilhada por entidades voltadas à ciência.

Viver é Perigoso