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sábado, 21 de fevereiro de 2026

FIGURINHAS CARIMBADAS


 Viver é Perigoso

CAUSÍDICO JURÁSSICO


Sobre o CONTAGEM REGRESSIVA

É Zé, compreendo como deve estar difícil. Até nós leitores e as vezes postadores estamos ficando cansados dos comentários repetitivos, sem nexos e só para encher o saco. Seria proposital? Imagine aqueles que a moderação exclui, mas têm que lê-los. E pena, mas vamos contribuir democraticamente até onde for possível.

Abs.

Causídico Jurássico

Viver é Perigoso

GUARDADAS NO BAÚ


Há séculos não a ouvia. Durante o período de carnaval ao passar pela calçada de um bar, na Boa Vista, é claro, ouvi um senhor gritar marraia !

Para os poucos que estão chegando agora, trata-se de um artifício usado por um dos participantes do jogo de palitos, no popular chamado de "palitinho" ou "porrinha", pelo direito de dizer por último, o seu palpite sobre o resultado da soma dos palitos nas mãos dos "atletas". Normalmente está em disputada  a rodada de cerveja consumida.

Conseguir o direito da "marraia" pode ser uma vantagem ou não.

Curioso, procurei pela origem da palavra e não encontrei. Se você também for atrás, marraia.

Viver é Perigoso 


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

MENDONÇA

 

Viver é Perigoso

HOSPITAL DO FUTURO



A medicina que vi na Índia: o futuro chegou antes de nós - Ludhmila Hajjar

A Índia não está apenas modernizando seu sistema de saúde. Ela está fazendo algo mais profundo: está mudando o conceito de hospital.

O modelo tradicional de assistência médica, sustentado por estruturas administrativas gigantescas, burocracias internas e fluxos lentos, está sendo substituído por algo radicalmente diferente: hospitais digitais, operando com inteligência de dados em tempo real, automação de processos e integração plena entre tecnologia e cuidado. Agendamento, autorizações internas, fluxos laboratoriais, gestão de leitos, prescrição, rastreabilidade de medicamentos, controle de estoque e monitoramento clínico são comandados por sistemas integrados, acessíveis na palma da mão. Em muitos setores, o aplicativo substituiu o balcão. O dado substituiu o papel. A eficiência substituiu o improviso.

Talvez o ponto mais revelador tenha sido outro: a presença maciça de engenheiros dentro dos hospitais. Não como consultores ocasionais, mas como parte estrutural do funcionamento institucional. Há equipes inteiras, muitas vezes centenas de profissionais, dedicadas diariamente a criar soluções próprias, adaptar sistemas, desenvolver aplicativos internos e ajustar algoritmos.

A sensação é clara: estamos diante de uma transformação comparável à revolução industrial, só que aplicada à saúde. Em três anos, tudo será diferente. Em cinco, será irreconhecível.

Índia e China estão construindo, na prática, o hospital do futuro, e o Brasil tem condições de se conectar a essa transformação com inteligência e protagonismo.

É nesse contexto que nasce o Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), projeto pioneiro que busca colocar o Brasil no centro dessa transformação. O ITMI representa uma escolha estratégica: construir um novo modelo de hospital público, digital e integrado, capaz de operar em tempo real com eficiência e segurança. O ITMI será o primeiro hospital inteligente do País, integrando tecnologias como inteligência artificial, internet das coisas, big data, telessaúde e sistematização de processos.

A iniciativa é uma parceria entre USP, Governo de São Paulo, Ministério da Saúde e o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), também conhecido como Banco do Brics, para transformar o atendimento de alta complexidade no Brasil. O projeto contará com 800 leitos de referência em emergência clínica e deve promover uma redução substancial no tempo de diagnóstico e tratamento das centenas de casos encaminhados diariamente ao HC.

O novo estabelecimento será construído em terreno doado pelo Governo de São Paulo, localizado ao lado do HC, onde atualmente funciona a sede da Secretaria Estadual da Saúde. O investimento total alcança quase R$ 2 bilhões, com previsão de três anos para conclusão das obras e início das operações.

A tecnologia não substitui o médico: ela devolve a ele o que foi roubado ao longo dos anos; tempo para pensar, decidir e cuidar.

Viver é Perigoso

DEFINIDO




No PT, não há a menor discussão sobre o palanque de Lula em Minas Gerais: 

Rodrigo Pacheco ainda não anunciou oficialmente, mas para Lula o OK já foi dado.

Eleito senador em 2018 ao derrotar Dilma Rousseff, Pacheco será o candidato de Lula ao governo do segundo maior colégio eleitoral do Brasil.

Lauro Jardim 

Blog: Enfim o Prefeito Rodrigo já tem um candidato a governador. E diga-se, um bom candidato.

Viver é Perigoso

CONTAGEM REGRESSIVA

 


Caros Amigos e outros poucos nem tanto. 

O "Viver é Perigoso", como diziam na Boa Vista, é claro, caminha para sair de cena, defininho. Aliás, como chegou em 2009.

Os mais próximos repararam. Mas... valeu.

Viver é Perigoso



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

TIRO NO PÉ

 


Viver é Perigoso