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quarta-feira, 27 de maio de 2026

AGORA VAI !



Itajubá (MG) recebeu nesta terça-feira (26) o selo de Indicação Geográfica (IG) para serviços de tecnologia. O reconhecimento foi concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), durante o HardTech Innovation 2026.

O selo de Indicação Geográfica (IG) é uma certificação concedida pelo INPI que atesta que um produto ou serviço possui qualidades e características únicas graças à sua região de origem.

Viver é Perigoso

MOMENTOS MÁGICOS


Tomou o barco na segunda-feira (25), Walter Theodore Rollins, simplesmente Sonny Rollins, conhecido como "Colosso do Saxofone". Sonny estava com 95 anos.

Do disco de 1957 tem uma versão de Mack the Knife, de Kurt Weill, considerada como "o triunfo da improvisação".

Sonny tocou com Miles Davis, Charlie Parker, Thelonius Monk, John Coltrane, Dizzy Gillespie.

Esteve no Brasil em outubro de 2008.  

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DIGA HEXA !

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terça-feira, 26 de maio de 2026

PODES CRER

JK e Kim Novak (descalça)

Se me virem dançando com a mulher  feia é porque a campanha já começou. "

Juscelino Kubtschek

Viver é Perigoso

MOMENTOS MÁGICOS


I Can´t Stop Loving You" - uma da canções mais lindas já feitas. Foi composta por Donald Eugene Gibson, simplesmente Don Gibson (1928/2003) apelidado de "o Poeta Triste" porque frequentemente escrevia canções que falavam de solidão e amor perdido. Don Gibson escreveu "I Can't Stop Loving You" em 1957.

Ao ouvi-la relacionamos, quase que de imediato, com Ray Charles, que a gravou em 1962. Porém em 1961 foi gravada por Roy Orbison.

A versão de Charles alcançou o primeiro lugar na Billbord Hot 100 em 1962, permanecendo lá por cinco semanas. Essa versão chegou ao primeiro lugar nas paradas de R&B. A Billboard classificou "I Can't Stop Loving You" como a segunda música mais tocada de 1962.

A versão de Ray Charles é notável por ele dizer as palavras antes dos últimos cinco versos da música, no refrão final: "Cantem a canção, crianças". A canção ficou em 164º lugar na lista das 500 Maiores Canções de Todos os Tempos.

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VERGONHA !

 


Crescemos com medo de referências ao Hospício de Barbacena, que ficou conhecida como a cidade dos loucos.

Foi fechado o Hospital-Colônia Barbacena, onde cerca de 60 mil brasileiros morreram de fome, frio e diarreia até a década de 1980 e com ele, o capítulo mais cruel da psiquiatria no Brasil. Hospital-Colonia, fundado como um sanatório para ricos e convertido em um manicômio em 1903.

Durante grande parte do século XX, o primeiro e principal hospital psiquiátrico de Barbacena funcionou como uma espécie de depósito para supostos indesejáveis, homens e mulheres dos quais a sociedade queria se livrar. Milhares de pessoas — alcoólatras, mães solteiras, homossexuais, epiléticos, inconformistas, prostitutas, moças rebeldes — foram enviadas para lá pela polícia, seus empregadores ou suas famílias. A maioria era sã; não eram doentes mentais. Simplesmente não se encaixavam nos padrões da sociedade vigente, e a sociedade queria se livrar delas. O fluxo era tão grande que uma linha férrea chegava até a entrada.

Durante décadas, o Hospital-Colônia não teve médicos nem enfermeiros, apenas guardas para vigiar milhares de pessoas que vagavam nuas pelas celas e pátios, dormindo em círculos para se aquecerem nas frias noites de inverno. Em certo momento, o tratamento se limitava a duas opções: comprimidos rosa ou azuis, dependendo dos sintomas. Tratamentos considerados inovadores, como lobotomia e eletrochoque, também foram utilizados por um período.

Tantas pessoas morreram que o hospital passou a ter seu próprio cemitério. Mas nem todas receberam um enterro digno. Cerca de 2.000 corpos foram vendidos para universidades da região. Recentemente, as Universidades Federais de Minas Gerais e Juiz de Fora pediram desculpas publicamente pela violação da dignidade dessas pessoas.

Em 1979, o médico o psiquiatra Franco Basaglia, figura proeminente na reforma dos asilos na Itália. estrangeiro visitou Barbacena e testemunhou o que acontecia por trás de seus muros. “Hoje estive em um campo de concentração nazista. Nunca vi nada parecido em nenhum outro lugar”.

A jornalista Daniela Arbex descobriu a história, investigou-a, entrevistou sobreviventes, enfermeiros, guardas... e documentou essa atrocidade em um livro intitulado Holocausto Brasileiro, que se tornou um best-seller. Mais tarde, foi adaptado para uma série documental de televisão.

No terreno do Hospital-Colonia, foi inaugurado o Museu da Loucura, que narra a história arrepiante do que aconteceu dentro daquelas paredes. Barbacena aprendeu com a sua própria história e tornou-se uma referência em cuidados psiquiátricos.

El País

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TIREM AS CRIANÇAS DA SALA



Sr. Romeu

Quem está votando no Flávio, muito provavelmente vai estar entregando a eleição para o Lula".

Sr. Carlos Zero 2

"Estou para conhecer sujeito mais baixo que esse! Tentamos e na primeira oportunidade vem mais uma facada. Este sujeito está cada dia fazendo a chance de seu partido se desintegrar de forma brutal. E os que o apoiam de forma velada ou se mantém inertes, se mostram cada vez de forma mais cristalina o que pretendem fazer com o país".

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OS TRÊS PATETAS

 

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