Viver é Perigoso
VIVER É PERIGOSO
Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2026
MOÇO BONITO
Andrea Kimi Antonelli, nasceu em Bolonha em 2006. Automobilista italiano que compete na Fórmula 1 pela equipe Mercedes. Sagrou-se ontem (1º) campeão mundial de Fórmula -1.
Registre-se: Foi o campeão mais jovem da história da Fórmula 1, com 20 anos. Já foi vencedor em nove grandes prêmios.
Kimi Antonelli começou no kart aos sete anos e aos oito, passou a competir. Já em sua primeira prova, em Adria, ele fez a pole position e venceu com mais de sete segundos de vantagem para o segundo colocado.
Antonelli foi educado no Instituto Técnico Salvemini di Casalecchio di Reno, com ênfase em relações internacionai e marketing. Ele fez parte de um programa especial para estudantes de alto rendimento, que o permite conciliar os estudos com sua carreira no automobilismo. O piloto se formou em junho de 2025, quando já disputava sua primeira temporada na F1.
Em 2023, Kimi iniciou relacionamento com a piloto checa Eliska Babickova, que disputa campeonatos de kart. O romance teve seu fim anunciado em fevereiro de 2026.
Viver é Perigoso
MOTIVO DE ORGULHO
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) tem 34 pesquisadores e pesquisadoras identificados(as) na atualização de 2026 da base internacional Updated science-wide author databases of standardized citation indicators, que reúne cientistas de diferentes áreas do conhecimento a partir de indicadores padronizados de citações científicas. O levantamento, organizado pelo pesquisador John P. A. Ioannidis, da Universidade Stanford (Estados Unidos).
Os 34 nomes associados à Unifesp foram identificados em um recorte da base com 1.304 registros vinculados a instituições brasileiras. Entre os(as) pesquisadores(as) da universidade, 19 estão classificados(as) na área de Medicina Clínica e oito em Pesquisa Biomédica. Os demais aparecem em áreas como Química, Engenharia, Ciências Ambientais, Biologia, Saúde Pública e Ciências dos Alimentos, demonstrando a abrangência da produção científica contemplada pelo levantamento.
Além da quantidade de publicações, o levantamento considera diferentes indicadores de impacto científico. Entre eles, estão as citações recebidas por trabalhos nos quais o(a) pesquisador(a) figura como autor(a) único(a), primeiro(a) autor(a) ou último(a) autor(a), excluídas as autocitações. Dos 34 pesquisadores(as) associados(as) à Unifesp, 31 ultrapassam a marca de mil citações nessas condições.
Pesquisadores(as) associados(as) à Unifesp
Os 34 nomes identificados no levantamento, apresentados em ordem alfabética, são:
Álvaro Nagib Atallah; Ana Cristina Gales; Arnaldo Lopes Colombo; Cleusa Pinheiro Ferri; Daniel Araki Ribeiro; Drauzio Eduardo Naretto Rangel; Eduardo Büchele Rodrigues; Eliana Rodrigues; Elisaldo Luiz de Araújo Carlini, Esper Abrão Cavalheiro; Fabio Xerfan Nahas; Fernando Augusto Mardiros Herbella; Giuseppina Negri; Hélio Tedesco-Silva; Ítalo Braga de Castro; Jair de Jesus Mari; José Álvaro Pereira Gomes; José Osmar Medina de Abreu Pestana, Karin A. Riske; Luiz Roberto Ramos; Luiz Rodolpho Travassos; Lydia Masako Ferreira; Marcos Bosi Ferraz; Maria Regina Torloni; Maurício Guilherme de Carvalho Resende; Monica Levy Andersen; Nobuko Yoshida, Rachel Riera; Renato Arruda Mortara; Rogério Meneghini; Rubens Belfort Junior; Ruth Guinsburg; Veridiana Vera de Rosso; e Zoilo Pires de Camargo.
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domingo, 1 de novembro de 2026
MOÇA BONITA
Marieta Severo da Costa, simplesmente Marieta Severo, completa amanhã (2) seus bem vividos 80 anos. Curiosidade: no papel, o aniversário acontece no dia 3, pois seu pai, Sr. Luís Antonio não queria que houvesse comemoração no dia de finados.
Marieta, que nasceu no Rio de Janeiro, é reconhecida como uma das mais versáteis e respeitadas intérpretes da televisão, do teatro e do cinema no Brasil. Além dos muitos prêmios pelo desempenho, em 2012, foi agraciada com a Ordem do Mérito Cultural por sua contribuição à cultura nacional.
Em 1964, Marieta casou-se com seu primeiro namorado, o artista plástico Carlos Vergara. Durou pouco. Após apenas um ano juntos, divorciaram-se.
Em 1966 casou-se com Chico Buarque de Holanda. O relacionamento durou 33 anos e gerou três filhas: Helena, Luísa e a atriz Sílvia Buarque. Em 1999,optaram pelo divórcio.
Em 2004, Marieta casou com o diretor teatral Aderbal Freire Junior, que tomou o barco em 2023.
À época dos anos de chumbo, grávida da filha Sílvia, acompanhou o marido, Chico Buarque, num autoexílio na Itália, face a situação complicada no Brasil, onde ficaram por dois anos.
Em entrevista recente, declarou Marieta:
" Eu vivo com uma certeza da eternidade. Eu quero ter uma visão ampla, quero ter o meu futuro, quero achar que é importante estudar, ver as coisas, manter a minha curiosidade."
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ENQUANTO ISSO
Ouvido no pé do fogão de lenha, na Massas Meazzini, na Boa Vista, é claro :
- E aí meu amigo, mais tranquilo agora com o resultado das eleições ?
- Sim, além de tranquilo, triplamente feliz ?
- Pô ! dá para explicar isso ?
- Bom, feliz pelo fim das preocupações que me tirava o sono. Feliz por ver longe, mesmo que por uns tempos, esse pessoal que disseminou o ódio pelo País afora.
- Bom, então está duplamente feliz.
- Não, o terceiro motivo e que vem me trazendo esse risinho incontido no rosto é o melhor. Que maravilha escutar as lamentações dos perdedores. Como é bom ler no facebook as chorumelas. Como é gostoso assistir a ginástica diária do pessoal buscando inventar a ocorrência de fraudes nas urnas. Que prazer acompanhar o pessoal jogar suas esperanças no Trump e no Milei. E o melhor, que gostoso ver listas de comércios de esquerda. Ás vezes até tenho me pegado assoviando boleros. Ah ! como tem valido a pena.
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sábado, 31 de outubro de 2026
MOMENTOS MÁGICOS
Paradoxalmente, um dos discursos mais inspirados da história da humanidade foi realizada por um comediante fazendo o papel do ditador mais odiado. O clássico discurso inspirador de Charlie Chaplin ao final do "O Grande Ditador.
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