Marcou época.
Tomou o barco na última segunda-feira (14), em Nova York, o artista Peter Max, conhecido pelas suas obras de cores vibrantes e imagens surreais que marcaram a cultura jovem e marcaram o movimento hippie nos Estados Unidos nos anos 1960.
Peter Max Finkelstein, filho de judeus alemães, nasceu em 1937 em Berlim. Seus pais fugiram antes da guerra e residiram na China, em Israel, França e depois nos EUA.
Max frequentou a Lafayette High School e começou seu treinamento formal de arte na Art Students League de Nova York.
Em 1962, Max fundou um pequeno estúdio de arte em Manhattan.
Em 1967, Max consolidou seu lugar como um ícone da contracultura. A obra de Max foi inicialmente associada à contracultura, neoexpressionismo e aos movimentos psicodélicos do design gráfico no final da década de 1960 e início da década de 1970.
Ele é conhecido por usar explosões de cor, muitas vezes contendo grande parte ou todo o espectro visível. Suas cores eram vibrantes e as imagens, surreais — paisagens cósmicas e explosões de estrelas, pombas e símbolos da paz flutuantes, borboletas caleidoscópicas, nuvens fofas e outras imagens ligadas ao movimento flower power.
Ele foi destaque na capa da edição de 5 de setembro de 1969 da revista Life.
Max foi o artista oficial de muitos eventos importantes, incluindo a Copa do Mundo de 1994 , o Grammy Awards , o Rock and Roll Hall of Fame, o Super Bowl e outros.
Astros da música como os Beatles, Jimi Hendrix e Mick Jagger foram retratados por Max, além de serem seus amigos.
Max morava na cidade de Nova York e tinha dois filhos adultos, Adam Cosmo Max e Libra Astro Max.
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