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sexta-feira, 5 de junho de 2026

LIVRO, PRESENTE DE AMIGO



Realmente comprovado: Livro presente de amigo. 14/maio/2012 - Completando 14 anos que ganhei da Moça Bonita, Renata Duarte, o belíssimo livro "Fragmentos" - Poemas e anotações intimas e cartas de Marilyn Monroe - Editora Tordesilhas.

Livro para se ter ao alcance das mãos. Não merece ficar escondido na estante, mas sim exposto numa mesinha de centro.

Preciosa seleção de manuscritos de Marilyn Monroe, revelando outro lado da atriz, que também era uma leitora voraz de grandes autores.

A edição de luxo contém páginas de confissões pessoais (anotadas em folhas ou diários), diversos poemas ou versos esparsos, cartas e fotografias da atriz.

Mais uma vez, Obrigado Renata.

Sobre o tema. Marilyn que estaria completando 100 anos, publicou, ants de tomar o barco, um anúncio no jornal que dizia:

"Mulher simples, trinta anos, bem em todos os sentidos, mas, até agora, muito pouco feliz no amor, com rendimento médio de quinhentos mil doláres por ano, procura homem honesto e sensível, pode ser calvo, para relação séria. Responder a Marilyn Monroe, Sutton Place, Nova Iorque."

Não recebeu uma única resposta.

Viver é Perigoso

HISTÓRIA BASEADA EM COPAS

 



Imaginar um rápido histórico de sua vida tomando por base Copas do Mundo de futebol se torna bastante simplificado.

Vamos lá. Tinha eu 3 anos de idade quando meu pai saiu de Itajubá, com meus tios, para assistir afinal da Copa de 1950, contra o Uruguai. Vagamente me lembro das lamentações pelo o que ficou conhecido, como o "desastre de Maracanã".

Muitos comentários ficaram guardados sobre a copa de 1954 na Suiça. Ficaram na lembrança a magia da seleção húngara, com craques como Puskas e a surpreendente derrota para os alemães na final.

Bem nítida na memória a Copa de 1958 na Suécia. Ouvi pelo rádio todos os jogos da seleção. Lembro-me do meu pai falar sobre sua viagem a Lambari, onde a seleção esteve em treinamento.

Inesquecível a Copa de 1962. Com dezenas de outros itajubenses, passei um dia todo acompanhando o treinamento da seleção, ao vivo, em Campos do Jordão. Deu para conversar e ver de perto o Garrincha, Pelé, Didi, Gilmar e todos os outros craques. Pela primeira vez o video-tape dos jogos eram apresentados à noite dos jogos realizados à tarde no Chile. Os filmes eram trazidos de avião. Foi a Copa do Garrincha, que só não fez chover.

Em 1966, já soldado no Batalhão, frustração com a seleção recheada de veteranos. Melhor esquecer a Copa da Inglaterra. As seleções de Portugal e da Coréia surpreenderam. No final, deu a dona da casa, Inglatrra. Copa já vista pela TV, com imagens em P&B e muito chuvisco.

Em 1970, aconteceu a Copa. Festa no México. Com colegas da Efei, na Kombi do meu pai, fomos assistir a partida final dos jogos de classificação no Rio de Janeiro. Brasil x Paraguai. Recorde histórico de público numa partida de futebol. Maracanã com mais de 200 mil espectadores, vendo as "feras do Saldanha". Pelé, Tostão, Rivelino, Jairzinho, Gerson. Assisti os jogos em companhia do meu pai, exceto as partidas contra o Uruguai, que assisti na casa do meu tio Antonio, acompanhado do meu primo Silvio e a final contra a Itália que assisti com amigos na casa do Darly Guedes, já começando o namoro com a Sonia. Tudo ainda na TV P&B.

Em 1974, já trabalhando em São Paulo com dispensas nas horas dos jogos, para assistir na TV à cores do amigo e colega de trabalho, Rogério, na Rua Francisca Miquelina. Brasil eliminado pela máquina holandesa, com Joan Cruyff. Deu Alemanha.

Em 1978, assistindo meio que desinteressado, assistindo a eliminação do Brasil na Copa da Argentina por saldo de goals. Morando em Manaus e em São Paulo, trabalhando numa Feira no Anhembi e vi a tristeza geral pela TV do stand.

Em 1982, já morando e trabalhando em São Paulo, assistimos , uma seleção maravilhosa na Copa da Espanha. Uma máquina de jogar futebol maravilhoso. Eliminada pela Itália numa bobeira danada. Marcante a fotografia estampada na primeira página do "Jornal da Tarde" na capital paulista.  

1986 no México, sem graça. Copa de 90 na Itália, sem pé nem cabeça, sendo eliminado pela Argentina, vejam só. Melhor não comentar.

Inesquecível em 1994 nos EUA. Lá presentes em Pasadena, California, assistindo ao vivo e em cores, Sonia e eu, no sábado, a disputa pelo terceiro lugar e no domingo a finalíssima contra os italianos. Emocionante a disputa de penalties e a inesquecivel apresentação da  Whitney  Houston, que entrou em campo acompanhada nada mais, nada menos do que pelo Pelé.

De lá para cá, vendo de longe, meio que sem interesse, a não ser pelos albuns de figurinhas dos filhos. Em 1998, eliminada pela França, com o inexplicável mal-estar do Ronaldo Fenômeno. Em 2002, campeões no Japão, sem muita festa. 2006, na Alemanha, eliminados pela França. Em 2010, caímos na Africa do Sul. Em 2014, melhor esquecer o famoso 7X1 no Mineirão para a Alemanha. Em 2018, vexame na Rússia frente a Bélgica. No Catar em 2022,  deixem para lá.

Viver é Perigoso 

PREVISÕES


 Viver é Perigoso

POIS É...O ÓBVIO



Escreveu o jornalista William Waack, sobre agressões americanas.

...o problema é que os irmãos Zero 1 e Zero 2 encaram pontapés como afagos, e cotovelada na boca como cafuné. Suas manifestações de fé profunda na sabedoria de tudo que Donald faz ea disposição de se alinhar a qualquer coisa que ele diga são uma manifestação explícita de crassa ignorância do básico do básico nas relações internacionais (potências não têm amigos, só interesses)...Não é necessário ser xenófobo para repelir interferências externas de qualquer tipo. Nesse sentido Luis Inácio se beneficia de algo que ele nem sequer precisou criar: uma grande indignação de quem se sente tratado a coices. Luís Inácio sempre confundiu suas posturas ideologizadas com "interesses nacionais", e o clã do Sr. Jair repete a fórmula com sinal inverso...

Viver é Perigoso

MERCADO LÓGICO



Sobre tarifas e sanções

O assunto tarifaço de novo na pauta. Pautando a economia brasileira. A política domestica/campanhas eleitorais.

Pode-se discutir as argumentações baseadas na tal Sessão 301 foram corretas. E voltaremos ao assunto específico brevemente. Se o tempo livre permitir.

Mas de novo não se taxam países inteiros. Taxam-se no máximo produtos específicos ou setores econômicos. Não tem sentido tarifar uma economia inteira. Primeiro porque prejudica todos. E esse não deve (ou não deveria ser) o objetivo.

Segundo que uma taxação geral pode prejudicar o taxador. Porque pode afetar setores importantes do executor. Nas suas importações. Vimos isso na reação de empresas americanas quando atabalhoadamente Donald taxou-nos em 50%. Erro crasso que teve que ser revertido. p.ex. café, proteínas animais, produtos aeronáuticos.

Na sanção ela deve ser aplicada somente nas pessoas. Normalmente públicas. Lei Magnitsky p.ex. Negativas de vistos e outras medidas legais desfavoráveis a pessoa que fez uma violação.

Sob essas visões não deixa de ser surpresa a percepção dos brasileiros sobre o Donald e seu jeito de governar. 55% negativa. O estranho é ver no segmento bolsonarista que 85% acham positiva. Se suas ações prejudicam todo mundo como podemos achar positivo? 

Só tem uma resposta: posicionamento ideológico e irracional. Incompreensível nos dias de hoje face a fartura de informações.

Mercado-Lógico

PS - Sobre o El Niño vamos falar logo logo.

Viver é Perigoso

CARTA QUE RECEBI


Junho 5 - 2026

Meu caro,

Tambem gosto muito desse gênero musical (Jazz, Blues e Rock). 

Domingo passado voltei de uma aventura por Nashville e Memphis. Sei que gosta muito do jazz, blues e na Beale Street lembrei de vc.. 

Eu disse aventura porque dirigi mais de 3300 milhas. Resolvi fazer um teste para os meus quase 80 anos. Conclui que a motivação faz milagres. 

Um abraço.

Humberto

Blog: Caro Humberto, amigo desde a criancice na Boa Vista, é claro. Passando pela Iª Igreja Presbiteriana, ginásio, colégio, 4º BE Comb, serviços para a Kodak e vida afora. Já registrei por diversas vezes sobre a influência que recebi de você na cultura de modo geral. 

Lá atrás fiz essa rota do blues e do jazz, comçando em Atlanta e chegando em New Orleans. Tenho um sonho em refazê-la, mas sinto que, como você, a proximidade dos oitenta inibe.

Compartilhe conosco um pouco de suas viagens. Que tal começar por aquela do Orient Express ?

Grande Abraço

Ah, lembrando do Batalhão, o meu cartão de cabelo está naturalmente em dia. Cb 257.

Viver é Perigoso   

MUI AMIGO

 

Viver é Perigoso