Susan Abigail Tomalin, simplesmente Susan Sarandon, atriz e ativista americana, nasceu em Nova York em 1946. É a mais velha de 9 filhos.
Com uma carreira que abrange mais de cinco décadas, ela recebeu prêmios, incluindo , incluindo um Oscar pelo filme *Os Últimos Passos de um Homem* (*Dead Man Walking*), sua quarta indicação, além de indicações para sete prêmios Emmy, dez Globos de Ouro e um Grammy.
A Grande dama da interpretação, depois de mais de 100 filmes , ainda tem energia para a curiosidade e o protesto, Completou 80 anos no dia 4 de outubro, data que ela já celebrou em um rancho em Montana com seus netos e seus três filhos: Eva Amurri, que teve com Franco Amurri, e Jack e Miles Robbins, frutos do relacionamento de mais de 20 anos que manteve com Tim Robbins.
Sarandon acredita que tem a responsabilidade, no meio em que vive, de fazer tudo o que for possível para garantir que as pessoas tenham comida, uma casa e possam viver com dignidade.
Já participava de protestos na universidade; no final dos anos 60, manifestando-se contra a Guerra do Vietnã.
No dia 25 de setembro último, Susan Sarandon foi detida em frente à sede da ONU, em Nova York. Ela protestava contra a presença do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na Assembleia. Não foi a primeira vez que ela foi detida, e talvez não seja a última.
Em 1984, esteve na Nicarágua levando leite para bebês e remedios e alimentos. Quando do Oscar, falou sobre os refugiados haitianos com HIV que estavam em Guantánamo. Foi vetada pela Academia.
Em 2018 foi detida no centro de detenção de Elizabeth (Nova Jersey) por protestar contra a separação de crianças de seus pais na fronteira.
Atualmente preocupa-se e luta contra o que está acontecendo com os refugiados nos EUA.
Sarandon escolhe seus projetos da mesma forma que vive: sem preconceitos, com uma mistura de curiosidade e espírito desafiador: “Quando leio um roteiro, quero ser tocada por ele. Quero que a personagem seja algo que eu ainda não tenha feito.
De vez em quando, alguém a chama de comunista. Sobre isso ela declarou:
"- Acho que é simplesmente a maneira mais fácil que algumas pessoas encontram para dizer que acham que alguém é completamente maluco - ou seja, que é de esquerda. Mas, certamente, não sou comunista. Embora também não seja democrata. Já disse isso. Sou patriota. Sou independente.
Viver é Perigoso

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