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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

TOMOU O BARCO


Tomou o barco hoje (28) em São Paulo, aos 86 anos de idade, o cantor Nilton César, nascido em Ituiutaba - São Paulo

Foi sucesso na década de 70 e ganhou inúmeros discos de ouro e troféus à época. Sucessos como "Férias na Índia", "A namorada que sonhei" e outros.

Viver é Perigoso


CADA VEZ MAIS PARECIDO COM BUGONIA



Bugonia é um filme sul-coreano de comédia negra 2025 que recebeu quatro indicações para o Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Atriz

Bugonia acompanha dois jovens que sequestram uma poderosa CEO, suspeitando que ela seja secretamente um alienígena que deseja destruir a Terra. Teorias da conspiração, negacionismo, capitalismo, guerra de classes, crise de opióides e ecologia são apenas alguns dos tópicos que levam a uma reflexão sobre o mundo atual.

Escreveu hoje (28) no Globo, Vera Magalhães:

Em “Bugonia”, a obra de Yorgos Lanthimos que concorre ao Oscar de melhor filme neste ano, o mundo é visto a partir da lente da paranoia: forças invisíveis, supostamente racionais, passam a organizar a realidade a partir do medo, da suspeita e da convicção de que o outro é uma ameaça existencial.

Em “Bugonia”, a escalada (sem spoiler quanto ao desfecho) se dá porque ninguém confia em ninguém. A suspeita substitui o diálogo; a força, a política. No mundo real, a substituição do Direito Internacional por decisões unilaterais, o enfraquecimento deliberado de organismos multilaterais e a adoção, de forma indiscriminada, da retórica belicista criam um ambiente igualmente instável.

Blog: Muito atual. Disponível para alugar no Amazon Prime.

Viver é Perigoso

FAKE READERS



João Pereira Coutinho disse que endeusar políticos é sinal de doença mental

E, nesse quesito, há países e países.

O instituto de pesquisas Ipsos Mori resolveu estudar o assunto, informa o jornal "Daily Telegraph". Entrevistou mais de 19 mil pessoas em 27 países. E concluiu, entre outras coisas, que os "fake readers" não se distribuem democraticamente pelo mundo.

No estudo do Ipsos Mori há um país que se destaca pelo seu impressionante grau de credulidade: o Brasil, que lidera a lista. Os brasileiros, ou 62% deles, são os mais crédulos de todos (a média é 48%).

Atenção: não se trata de repetir o clichê popular (e populista) de que "todo político é ladrão/incompetente/psicopata". Provavelmente, nem todos. Provavelmente.

Eruditos apressados dirão que a culpa é da colonização (e do atraso educacional); da herança católica (e da reverência cega perante a palavra escrita); ou, então, de ninguém: se o Brasil é um dos maiores consumidores mundiais de internet, é inevitável que o número de otários seja proporcional ao número de usuários.

Boa sorte nesse debate. Uma coisa é certa: se há algo que distingue o período eleitoral que o país vive é a existência de tribos —à esquerda e à direita, sem distinção— que cometem o supremo pecado em política: acreditar em políticos e batalhar obstinadamente por eles.


Existe uma diferença entre cultivar esse advérbio cauteloso e defender, com fanatismo, o dogma contrário: o político em quem eu voto é a encarnação terrena da sabedoria e da salvação.

Uma temporada recente no Brasil só confirmou o que eu já conseguia intuir à distância: do brasileiro mais anônimo ao militante mais sofisticado, todos parecem sofrer da mesma febre —uma confiança cega, e surda, e muda, e até paralítica, no seu candidato.

Observei isso ao vivo: estava no aeroporto de Brasília, aguardando o meu voo para São Paulo, quando uma turba enlouquecida veio na minha direção. Que fiz eu para merecer aquilo?

Ledo engano. Quando olhei para trás, o ex-presidente Jair estava a um metro de mim, vindo sei lá de onde. O que se seguiu foi digno de um encontro religioso.

Não é um exclusivo de Sr. Jair. O mesmo poderia acontecer com Lula - e acontece, à porta do cárcere, onde dezenas, centenas, milhares de crentes são capazes de enfiar a cabeça na guilhotina pela honestidade de terceiros.

Engraçado: eu sou incapaz de arriscar a minha cabeça por pessoas que conheço bem, ou que julgo conhecer. Aliás, para ser honesto, nem por mim arriscaria o bestunto. Como proceder de forma diferente com alguém que eu não conheço de todo - e, ainda para mais, um político, ou seja, um membro da espécie Homo sapiens que inevitavelmente possui um grau maior de narcisismo e ambição por contingências do ofício?

Votar no melhor candidato é uma coisa; endeusá-lo e canonizá-lo, um sintoma de transtorno mental.

Haverá cura? Não sei.

João Pereira Coutinho - FSP

Viver é Perigoso


transPARENTE

 

Viver é Perigoso

FUTEBOL EM ITAJUBÁ




Memorabilíssimo na história de Itajubá é o Itajubense Futebol Clube, o famoso e temido Tigre Negro em alusão a cor da camisa.

O Itajubense foi fundado em 7 de outubro de 1917 por Artur Oscar Paiva, Antonio de Aguiar Dias e Adhemar Ribeiro.

Era integrado por jogadores como Jovita, Mnicalli, Celso Pinto, Luís Amaral, Manuel Paiva, Ralph Jordão, Olinto Santos, José Mandolesi, Mario Braz Scambito, Petronilho, Júlio Lecione e outros.

Mereceu ser citado pelo escritor Escragnolle Doria na revista "Eu Sei Tudo", de agosto de 1931, como Cmpeão Sul Mineiro.

Chegou a enfrentar vários clubes do Rio de Janeiro e de São Paulo, entre os quais, o América, São Cristovão e o Fluminense. Sua disputa marcante foi contra o Selecionado Paulista, integrado por Filó, Feitiço e o célebre Arthur Friedenreich, um dos maiores vultos da história do futebol brasileiro.

O campo do Itajubense F. C. ocupava a área compreendida entre a Rua Joaquim Francisco e as atuais ruas Alcides Faria e Américo de Oliveira. O local ficou conhecido como "Estádio".

Invariavelmente as partidas eram animadas pela Banda Dom Bosco comandada pelo maestro Francisco Nisticó.

Dos times ainda existentes, o mais antigo é o Smart F. C., chamado de Leão da Boa Vista, fundado em 28 de junho de 1928. Nascido dentro do âmbito da Fábrica de Tecidos Codorna, após o encerramento das atividades do Codorna F. C

Outro time que passou para a história do futebol itajubense foi o Esporte Clube Brasil, fundado em 1929. Seu campo ficava na Av. Paulo Chiaradia, onde hoje o Itajubá Tênis Clube.

Em 1934 foi fundado o Yuracan e no ao de 1935, o Fábrica de Armas.

A Liga Itajubense de Futebol foi fundada em 17/6/1937, por iniciativa do Sr. Luis Gomes da Silva.

Dados História de Itajubá - Armelim Guimarães

Viver é Perigoso