Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
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quinta-feira, 22 de outubro de 2026
JUÍZO MOÇADA !
"Há uma profunda inquietação da comunidade científica neste momento", afirma a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Francilene Garcia.
Pesquisadores brasileiros que voltaram do exterior para desenvolver projetos no país temem que o resultado das urnas para a Presidência, no próximo domingo (25), possa resultar em falta de recursos e instabilidade orçamentária, comprometendo as estudos e as carreiras deles.
O receio é expresso em um manifesto assinado por 25 cientistas ligados ao programa Conhecimento Brasil, criado pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) em 2024 para atrair de volta ao Brasil pesquisadores que haviam deixado o país na última década.
No texto, divulgado no último fim de semana, eles afirmam que "a maioria de nós teve de deixar o país no governo Jair [2019-2022] para continuar sobrevivendo porque a produção de conhecimento e formação de cientistas no Brasil haviam sido congeladas".
"O financiamento da ciência está de mãos dadas com a política. É um investimento de alto custo e demora para ter retorno. Por isso é um dos primeiros recursos cortados. Só que, quando esse retorno vem, é grande a recompensa", afirma.
O receio de uma nova onda de fuga de cérebros caso a atual política de expansão no fomento à pesquisa seja revertida é compartilhada por entidades voltadas à ciência.
Viver é Perigoso
CARMO DE MINAS
Lote de 10 Kg de café foi arrematado por US$ 4.410 (R$ 22,4), ou R$ 2.200,00 o quilo, na última sextaa-feira (16), por uma empresa japonesa, em leilão da ACE - Alliance for Cofee Excellence.
Doce, cítrico e com gosto de mamão papaya, o café produzido em Carmo de Minas virou o mais caro já vendido em leilão da ACE.
O café é da variedade geisha e foi produzido na Fazenda Santuário Sul, por Luiz Paulo Dias Pereira Filho.
Empresário e CEO da Carmo Cofees, o cafeicultor diz que o lote foi colhido na fazenda que pertence à sua família. O segredo, diz, está no cuidado com todo o ciclo de produção.
Viver é Perigoso
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