Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
domingo, 20 de dezembro de 2020
VIRANDO CINZAS
Visto pela maioria das pessoas como um crime menor, o contrabando de cigarros é uma indústria milionária que movimentou, em 2019, cerca de R$ 10,9 bilhões e causou a evasão fiscal de R$ 12,2 bilhões.
Cigarros contrabandeados já correspondem a 57% do mercado de cigarros no Brasil. Em cada 10 cigarros acesos no Brasil, seis são do Paraguai.
O Paraguai produz cerca de 70 bilhões de unidades de cigarro e consome só um milhão.
Viver é Perigoso
FRITADA DE MORCEGO
"Ganha uma fritada de morcego do mercado chinês de Wuhan quem for capaz de mencionar uma só fala de Jair Bolsonaro que tenha contribuído para o bem-estar da saúde nacional desde o começo da pandemia do coronavírus.
Há em Bolsonaro uma perigosa mistura de ignorância pessoal com autoritarismo político."
Elio Gaspari
Viver é Perigoso
COMUNISTA !!!
Quem foi infectado pela Covid-19 também precisa ser vacinado contra o vírus, disse o chefe da Operação Warp Speed, Moncef Slaoui, à CNN neste domingo (20).
A Operação Warp Speed é uma parceria público-privada iniciada pelo governo dos Estados Unidos para facilitar e acelerar o desenvolvimento, a fabricação e a distribuição de vacinas, terapêuticas e diagnósticos COVID-19.
Disse Slaoui.
“Sabemos que a infecção não induz uma resposta imunológica muito forte e diminui com o tempo”. É seguro também para as pessoas que já foram infectadas com Covid-19 receberem a vacina. “Nós checamos isso nos ensaios clínicos”.
Viver é Perigoso
MERCADO AQUECIDO
O pedido de abertura de capital no mês passado do grupo gaúcho Cortel, de cemitérios, colocou em evidência um mercado com pouca visibilidade no Brasil, mas que fatura R$ 3 bilhões por ano.
Conhecido como "death care", ou assistência à morte, o segmento reúne serviços de funerárias, cemitérios, crematórios e planos funeral, uma espécie de seguro em que a pessoa paga em vida os custos para seu óbito - uma das frentes que mais vêm crescendo no mercado desde o início da pandemia.
Diante dos quase 1,7 milhão de óbitos no planeta, mais de 180 mil deles no Brasil, a covid19 obrigou o mundo todo a falar mais sobre a morte e também jogou luz no trabalho das startups do setor, as chamadas "death techs".
Dono de dez cemitérios e com faturamento anual de R$ 89 milhões, o Grupo Cortel espera levantar R$ 400 milhões na sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), prevista para 2021. A empresa quer usar o dinheiro para sair em busca de ativos e cumprir um papel de consolidadora do mercado.
Investidores, entre eles fundos de private equity (que compram participação em companhias), estão mapeando o segmento, que no Brasil conta com mais de cinco mil funerárias, 750 cemitérios, 147 crematórios e 250 empresas de plano funeral - de acordo com pesquisa que acaba de ser feita pela consultoria RGF, que considera apenas os ativos da iniciativa privada. A maior parte das empresas tem perfil familiar.
Os fundos estão com os olhos tão abertos para o mercado de death care.
Blog: Fácil imaginar o interesse (desinteresse) dos investidores nas vacinas.
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