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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

ACREDITEM, ACONTECEU


Acreditem, aconteceu com um amigo hoje.

- Oi, que bom te encontrar nesta segunda-feira de muita tristeza. Gostaria de lhe confessar algo preso em minha garganta.

- Oi, tudo bem ? claro fique à vontade.

- Olha, conheço você a longos anos. Confesso minha admiração. Vocé é um grande pai. Criou bem seus filhos, que são maravilhosos. Sei sobre a sua vida profissional como engenheiro e empresário. Deixou uma forte marca de seriedade e correção. Sei que você é daquelas pessoas que podemos chamar de família. Seus funcionários o adoram com toda a razão. Admiro-lhe por ser um homem que crê em Deus com todas as suas forças. Reconheço sua dedicação como cidadão participativo e atuante. Sinceramente, os amigos falam de seu bom gosto musical, sua dedicação a boa leitura e a disponibilidade para ajudar o próximo. Mas cá entre nós, fiquei sabendo que você votou no Lula.

Concluindo, odeio-lhe com todas as minhas forças e o considero um desclassificado. Passar bem.

Viver é Perigoso   

EXEMPLO OPORTUNO -- CARTA RECEBIDA E PUBLICADA EM OUTUBRO/2016



Itajubá, 5 de outubro de 2016

Meus Amigos,

"Vamos lá, pra ficar ainda mais claro pra quem não compreendeu minhas posições:

Fui eleita por uma coligação de oposição ao atual prefeito de Itajubá. Parabenizo o prefeito pela reeleição. A vontade popular é soberana e ninguém discute isso. Muito menos eu.

Não aprovei a administração dele e, exatamente por isso e só por isso, não o apoiei.

Não ignoro que a administração dele tenha acertado em alguns aspectos. Igualmente não ignoro os erros. Erros e acertos, de acordo com minha modesta opinião. Não sou dona da verdade.

A eleição dele não elimina, em nenhuma hipótese, que as tais investigações sejam levadas adiante.

Se não fiscalizar o Executivo, de nada adianta ter sido eleita vereadora. Essa é a nossa principal função. Portanto, não posso aceitar que ninguém diga que o apoio a qualquer investigação tenha caráter pessoal, porque apoiei um candidato adversário.

Dinheiro público, administração pública, políticas públicas não são questões pessoais.

Respeito o prefeito de Itajubá como respeito qualquer ser humano. Minha conversa se dá na seara pública e no fértil terreno das ideias e não no campo pessoal. Nunca.

Célia Rennó

Viver é Perigoso

JUÍZO MOÇADA !



Fico só num exemplo marcante: 

A reação do candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, senador John McCain, do Arizona, quando ficou clara que a vitória nas eleições de 2008 caberia ao então senador democrata por Illinois Barack Obama.

McCain, conservador, filho e neto de almirantes de quatro estrelas, ex-piloto de combate da Marinha americana durante a guerra do Vietnã que teve seu caça-bombardeiro abatido em 1967 perto de Hanói, no então Vietnã do Norte, foi capturado e gramou oito anos de prisão e torturas — um durão de almanaque, portanto — fez uma leal, mas dura campanha contra Obama.

Opôs-se ao adversário em praticamente tudo: a estratégia de Obama para as guerras do Iraque e do Afeganistão, a criação de um seguro-saúde estatal, o programa sobre mudanças climáticas, a questão dos suspeitos de terrorismo presos na base militar de Guantánamo, em Cuba… A lista é longa.

Na noite de 4 de novembro de 2008, porém, quando ficou claro que a maioria do eleitorado americano optara pela renovação que Obama significava — 69,4 milhões de votos (52,9%) contra 59,9 milhões (45,7%) –, McCain, o rival implacável, proferiu a célebre frase:

– Até agora, ele era meu adversário. Agora, ele é meu presidente.

Viver é Perigoso 

ZÉ FERINO



Encontro com o Sr. Zé Ferino na chegada da Academia Triboos, na Boa Vista, é claro.

- Bom dia Sr. Zé, como o Senhor adiantou, o pessoal que decide, na hora H compareceu e descartou aventuras. Decisivo, como sempre, o posicionamento de Minas.

- Camarada, tenho esperanças que o Lula, agora no último mandato, tome as providências necessárias para aparar arestas que atravancam o País. E se ele pensar um pouco, que deixe os últimos dois anos nas mãos do Alckmin.

- Sr. Zé, 5 milhões de votos de diferença descarta qualquer choro de perdedor. É a democracia.

- Camarada, como eu já disse antes. Quem perdeu a eleição foi o Sr. Jair, que na sua pretensa força, descartou, pensando somente em si, como sempre, o nome mais viável na concorrência com o Lula. Falo do Tarcisio. Articulações foram feitas, inclusive, acredite, pelo Sr. Malafaia, pela opção pelo nome do Tarcísio. O ex-presidente Jair, bateu o pé, contrariando inclusive a sua esposa Michelle. Todos eles sabiam que os descontentes coerentes apoiariam o governador de São Paulo, que na certa poderia ser eleito presidente no primeiro turno.

- É Sr. Zé faz todo o sentido.

- Camarada, quem decidiu a eleição, além da impressionante mobilização do PT, que deu um show nas redes sociais, congregando milhões, foi o temor de quem viveu e sofreu as agruras de uma ditadura de direita, foi o temor da aplicação da política suicida do Milei, foi a preocupação com a possibilidade do ajoelhamento frente ao governo americano. Vamos adiante Camarada, torcendo para que o ódio espalhado por esse pessoal termine ou pelo menos diminua, principalmente entre familiares.

Viver é Perigoso

O EXÉRCITO DE LULA

 


Viver é Perigoso

domingo, 25 de outubro de 2026

MOÇA BONITA




Susan Abigail Tomalin, simplesmente Susan Sarandon, atriz e ativista americana, nasceu em Nova York em 1946. É a mais velha de 9 filhos.

Com uma carreira que abrange mais de cinco décadas, ela recebeu prêmios, incluindo , incluindo um Oscar pelo filme *Os Últimos Passos de um Homem* (*Dead Man Walking*), sua quarta indicação, além de indicações para sete prêmios Emmy, dez Globos de Ouro e um Grammy.

A Grande dama da interpretação, depois de mais de 100 filmes , ainda tem energia para a curiosidade e o protesto, Completou 80 anos no dia 4 de outubro, data que ela já celebrou em um rancho em Montana com seus netos e seus três filhos: Eva Amurri, que teve com Franco Amurri, e Jack e Miles Robbins, frutos do relacionamento de mais de 20 anos que manteve com Tim Robbins.

Sarandon acredita que tem a responsabilidade, no meio em que vive, de fazer tudo o que for possível para garantir que as pessoas tenham comida, uma casa e possam viver com dignidade.

Já participava de protestos na universidade; no final dos anos 60, manifestando-se contra a Guerra do Vietnã.

No dia 25 de setembro último, Susan Sarandon foi detida em frente à sede da ONU, em Nova York. Ela protestava contra a presença do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na Assembleia. Não foi a primeira vez que ela foi detida, e talvez não seja a última.

Em 1984, esteve na Nicarágua levando leite para bebês e remedios e alimentos. Quando do Oscar, falou sobre os refugiados haitianos com HIV que estavam em Guantánamo. Foi vetada pela Academia.

Em 2018 foi detida no centro de detenção de Elizabeth (Nova Jersey) por protestar contra a separação de crianças de seus pais na fronteira.

Atualmente preocupa-se e luta contra o que está acontecendo com os refugiados nos EUA. 

Sarandon escolhe seus projetos da mesma forma que vive: sem preconceitos, com uma mistura de curiosidade e espírito desafiador: “Quando leio um roteiro, quero ser tocada por ele. Quero que a personagem seja algo que eu ainda não tenha feito. 

De vez em quando, alguém a chama de comunista. Sobre isso ela declarou:

"- Acho que é simplesmente a maneira mais fácil que algumas pessoas encontram para dizer que acham que alguém é completamente maluco - ou seja, que é de esquerda. Mas, certamente, não sou comunista. Embora também não seja democrata. Já disse isso. Sou patriota. Sou independente.

Viver é Perigoso

COMENTÁRIO POSSÍVEL...

 

Até que essa bandeira não é feia.

Viver é Perigoso


E POR FALAR DE...



EM 1895, João Martinez Ripol e Francisca Martinez Riera, que vieram de Barcelona para o Brasil em 1895. 

Vieram com os filhos Jayme e Josepha. O filho Mariano já havia tomado o barco para a viagem definitiva na Espanha.

Ainda no navio, durante a travessia do Atlântico, nasceu Elvira.

No Brasil, nasceram Francisca, José e Loreto.

Jayme, o filho mais velho, chegou com nove anos e a família fez de tudo um pouco no caminho para o Sul de Minas.

Saíram pela região construindo casarões e igrejas.

Quase na mesma época, vindos de Manciano, na Itália, chegaram, Vitório Tredicci e Indegonda Santinalli.  Entre os filhos estava a Moça Bonita Térza Tredicci .

Bom, numa história bonita os jovens Jayme e Térza, se encontraram, se amaram e constituiram família, que após passar por Pouso Alegre, Carmo de Minas, na época chamada de Silvestre Ferraz, se fixaram com os filhos em Itajubá, na Boa Vista é claro.

Os filhos e os netos com mais idade guaradaram duas posições definidas pelo correto, duro e sensível pai e avô espanhol: 

Arriba Espanã ! Fuera Franco ! e, Hay Gobierno? Soy contra!

Viver é Perigoso

E SEGUE A LUTA...

 


Viver é Perigoso

JUÍZO MOÇADA !

 



Ela é uma maria vai com as outras, parece que não tem personalidade própria. Não tem opinião sobre nada, na hora de decidir é sempre uma maria vai com as outras.

A expressão popular teria surgido a partir de uma associação com a figura de Dona Maria I, a rainha de Portugal, mãe de D. João VI, popularmente conhecida como "A Louca".

Por ter problemas mentais, ela se tornou incapaz de governar e foi afastada do trono.

Passou a viver muito reclusa e só era vista quando saia para caminhar, juntamente com suas damas de companhia. Assim, passou a ser comum usar o Maria vai com as outras, para se referir a alguém que não tem a iniciativa de tomar a liderança ou ter vontade própria.

Francisca Isabel Josefa Antónia Gertrudes Rita Joana de Bragança, Maria I, a Piedosa, a Louca, foi rainha de Portugal e Algarves de 1777 até 1815, e também rainha do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves de 1815 à 1816.

Era mãe de D. João VI.

Maria, nasceu em Lisboa em 1734. Tomou o barco no Rio de Janeiro em 1816.

Viver é Perigoso

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

ZÉ FERINO




Encontro com rápidos comentários do Sr. Zé Ferino, nesta manhã chuvoso de sexta, na volta da Academia Tribos. Claro, na Boa Vista.

- E aí Sr. Zé, tudo sob controle ?

- Que nada camarada. Ser desclassificado pelos argentinos que jogaram quase o tempo todo com 10, não é brincadeira.

- Duro é ter que aguentar. Os hermanos derrubaram o Vasco e o Flamengo, jogando no Rio de Janeiro.

- E o resto Sr. Zé ?

- No momento, para mim o resto é a eleição de domingo. Votarei sem alegria e para variar, não naquele melhor, que tem bons projetos e compromissos, pois não o identifiquei, mas no oferece, ao meu ver, menos riscos.

- É Sr. Zé...eu estou com o Senhor. Foi o tempo de aventuras. Nos encontraremos no domingo, como sempre, na seção eleitoral do Grupo Escolar Rafael Magalhães.

- Pois é Camarada, sinto não estender a conversa sobre política como fazíamos até recentemente. Pode se aproximar alguém e abrir discussões sérias e eu não estou mais para isso.

Viver é Perigoso

TRUCO !!!

 

Viver é Perigoso

MINHA SEXTA-FEIRA

 


Eu não sei se porque os  temperos únicos são as memórias, mas nesta sexta estou lembrando dos petiscos e bebidas que marcaram época na nossa Itajubá.

1) Sanduiche, sempre a noite, do Bar do Sr. Zé Matos, que ficava mais ou menos onde é a Acquamoto. Podia ser de filet mignon ou de lombo de porco, sempre com uma fatia de queijo prato (acebolado no ponto) e vinha dentro de um pãozinho de sal, sempre fresquinho, da Padaria Boa Vista. Ah! podia pendurar a conta! - Em tempo, eram feitos na chapa.

2)Bauru molhado feito no pão de forma, com presunto, queijo prato e duas rodelas de tomate, do Bar Acadêmico (ficava ao lado do Clube Itajubense). Era feito num balcão logo na entrada a esquerda.

3) Pastelzinho frito de milho do barzinho na boca da Ponte da Avenida. Mais recente e ainda funciona. Tem uma arte. Você tem de comprar no mínimo uns dez, pedir para colocar num saquinho de papel. Até chegar em casa, o próprio saquinho suga todo o possível excesso de gordura. Tudo é cientificamente calculado.

4)Lambari Frito do Bar Caçador. O Carlos detem a arte mágica de fritar o lambari. Sempre na mesma frigideira (foi tombada pelo patrimônio histórico) e usando um fubá feito com milho plantado por ele mesmo. No Caçador o acompanhamento valia a pena. Era a conversa fiada. Ali se praticava a ironia fina. As vezes os frequentadores conversam horas e os visitantes não entendiam nada.

5)Chopinho do Canequinha - No tempo do Jorginho. Vinha geladíssimo e com dois dedos de espuma milimetricamente medidos. Ficava em frente ao Hotel Bramig.

6) Caipirinha do Fundão, do Zé Carlos Brito, na Rua Nova. Vinha num copo grande que lembrava uma vitamina. A turma ia até lá fora comprar pipoca (da mesma Senhora que vende até hoje) para tira-gosto. Quando o Zé Carlos colocava a fita cassete com a Bethania cantando " Meu Último Desejo" e "Meu Primeiro Amor", o consumo mais do dobrava.

7) Feijoada do João Tarciso - Ao lado da Igreja São Benedito. Maravilha de ambiente com a alegria e gozação do Sr. João Tarciso e filhos. Na cozinha o Melquíades, detonava. Era Mágico.

8)Mandi ensopado do Bar Academico - Só ser servido pela classe do Sr. Giffone, já valia a pena.

9) Pizza do Sr. Nelson Calvite - Clube Bar, que funcionava em baixo do Clube Itajubense. Era o Point.

10) Vinho suave (naquela época saía mais) com queijo parmesão do Bar Rubi. Era do Sr.Humberto Cônsoli, que também tinha uma conversa muito agradável. Ficava em frente a Rodoviaria.

11) Tilock - Bolinho de batata recheado com carne moida da Dona Fanny (Viúva do Sr. Silvio Pizzarro), que ficava na Maria Carneiro em frente da Auto Itajubá.

12) Prato Feito (também chamado de disco-voador) da Cantina Romana, feito pelo próprio Sr. Romano. Ficava na Praça do chamado Jardinzinho.

13) Para não faltar a sobremesa antes de ir embora para casa, tinha o potinho de arroz doce ou de coalhada do Bar Café Hélio, na Boa Vista.

14) Ah ! não esquecer de passar na Padaria Mandolesi, na Maria Carneiro  e levar para casa uma dúzia de empadinhas. Não equecer de dar um abraço na Dona Alice.

Viver é Perigoso






MERCADO LÓGICO



Quando a cabeça de mandatário não funciona.

Que o Donald é atrapalhado/dispersivo nas decisões macros após 2 anos de (des) governo já sabemos. 

Vamos analisar uma como grande exemplo. Que pode ser espalhada pelas demais. 

A "One Big Beautiful Bill Act. Lei do presidente dos EUA aprovada no ano passado. Reduziu drasticamente os créditos fiscais para investimentos verdes que haviam sido criados por seu antecessor, Joe Biden. Seu governo também retirou os EUA do Acordo de Paris sobre o clima pela segunda vez. E paralisou aprovações rotineiras de mais de 150 projetos eólicos em terra. A energia eólica é para "gente burra", e os parques eólicos marítimos deixam as baleias "um pouco malucas". Afirmou o Donald na época. O “neo defensor" das baleias. Parece piada. E de mau gosto.

Ainda assim, a expansão da energia verde nos Estados Unidos tem se mostrado notavelmente resiliente. A partir de fontes renováveis. Neste ano, a previsão é que seja acrescentado um recorde de 45 gigawatts de capacidade de energia limpa. Segundo a S&P Global Energy.

Sempre foi clara demonstração de sua preferência pela energia suja do carvão e do petróleo.

Mas dispersivo como sempre Donald iniciou a Guerra com o Irã que fez os preços do petróleo quase que dobrarem. Enquanto isso como era previsível os preços dos painéis solares e turbina eólicas caíram drasticamente. Em resposta, mais famílias americanas passaram a demonstrar interesse por painéis solares residenciais e veículos elétricos como forma de reduzir as contas de energia.

Os Data Centers necessários aos projetos de IAs consomem muita energia. E a projeção é que os centros de dados respondam por até 12% de toda a eletricidade consumida nos EUA até 2028. Então também aqui ficou muito mais barato construir geradoras solares e eólicas do que as tradicionais a óleo e gás.

Donald pode ter colocado obstáculos no caminho da transição verde, mas também ajudou a facilitar, mesmo não querendo, os argumentos a favor dela.

Mercado-Lógico

Viver é Perigoso

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

POIS É...



A Justiça Federal recebeu nova denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) e deu início à ação penal contra 14 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa armada responsável pelo ataque a uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF) em Itajubá. A ação criminosa ocorreu entre os dias 22 e 23 de junho de 2022  e resultou na morte de uma vítima civil e em cinco policiais militares feridos durante confrontos.

Do local foram levados R$ 814,8 mil em cédulas e R$ 1,46 milhão em joias mantidas sob custódia no setor de penhores da instituição financeira.

A nova denúncia amplia as investigações sobre o caso. Em julho de 2022, o MPF já havia denunciado um integrante do grupo que foi preso em flagrante durante a fuga. Na ocasião, ele foi condenado a 22 anos e 2 meses de prisão, em regime fechado, pelos crimes de roubo à agência bancária e a veículos, incêndio e dano qualificado contra o patrimônio público.

A investigação também aponta que uma policial militar sofreu lesões corporais ao buscar abrigo durante o cerco armado ao batalhão da Polícia Militar. Outros quatro policiais foram atingidos por disparos de fuzil em pontos de bloqueio montados pelos criminosos nas rotas de fuga.

Segundo a apuração, a organização criminosa atuou com divisão de tarefas na execução do ataque à agência bancária. O grupo utilizava uma propriedade rural localizada em Santa Rita de Caldas para armazenar armamentos de uso restrito, veículos e equipamentos empregados na ação.

Os denunciados responderão por crimes como organização criminosa armada, roubo, latrocínio consumado e tentado, uso de explosivo, incêndio, dano ao patrimônio público e porte de arma de fogo de uso restrito.

Viver é Perigoso

SALTO ALTO

 

Viver é Perigoso

AGORA VAI - ZERO 1 NORDESTE


 Viver é Perigoso

JUÍZO MOÇADA !



"Há uma profunda inquietação da comunidade científica neste momento", afirma a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Francilene Garcia.

Pesquisadores brasileiros que voltaram do exterior para desenvolver projetos no país temem que o resultado das urnas para a Presidência, no próximo domingo (25), possa resultar em falta de recursos e instabilidade orçamentária, comprometendo as estudos e as carreiras deles.

O receio é expresso em um manifesto assinado por 25 cientistas ligados ao programa Conhecimento Brasil, criado pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) em 2024 para atrair de volta ao Brasil pesquisadores que haviam deixado o país na última década.

No texto, divulgado no último fim de semana, eles afirmam que "a maioria de nós teve de deixar o país no governo Jair [2019-2022] para continuar sobrevivendo porque a produção de conhecimento e formação de cientistas no Brasil haviam sido congeladas". 

"O financiamento da ciência está de mãos dadas com a política. É um investimento de alto custo e demora para ter retorno. Por isso é um dos primeiros recursos cortados. Só que, quando esse retorno vem, é grande a recompensa", afirma.

O receio de uma nova onda de fuga de cérebros caso a atual política de expansão no fomento à pesquisa seja revertida é compartilhada por entidades voltadas à ciência.

Viver é Perigoso

CARMO DE MINAS




Lote de 10 Kg de café foi arrematado por US$ 4.410 (R$ 22,4), ou R$ 2.200,00 o quilo, na última sextaa-feira (16), por uma empresa japonesa, em leilão da ACE - Alliance for Cofee Excellence.

Doce, cítrico e com gosto de mamão papaya, o café produzido em Carmo de Minas virou o mais caro já vendido em leilão da ACE.

O café é da variedade geisha e foi produzido na Fazenda Santuário Sul, por Luiz Paulo Dias Pereira Filho.

Empresário e CEO da Carmo Cofees, o cafeicultor diz que o lote foi colhido na fazenda que pertence à sua família. O segredo, diz, está no cuidado com todo o ciclo de produção.

Viver é Perigoso

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE



Cataratas estrondosas. Geleiras inabaláveis. Nuvens mais colossais do que as montanhas que envolvem. As paisagens grandiosas de Sebastião Salgado (1944-2025), em um preto e branco contundente, pertencem a um passado muito mais próximo do que se possa imaginar. E são de grande atualidade em um mundo que enfrenta os efeitos das mudanças climáticas.

Nas séries *Aqua Mater* e *Geleiras*, a água é a protagonista absoluta.

Durante mais de 25 anos, Salgado viajou para lugares como a Antártida, a Amazônia, a Islândia, o Himalaia e a Patagônia. “Ele usou todos os meios de transporte possíveis para chegar a esses locais”. Viajou de helicóptero, subiu montanhas a pé ou utilizou navios para alcançar “os lugares intocados do planeta, que os seres humanos ainda não transformaram”.

Paisagens e ecossistemas imponentes, porém, ao mesmo tempo, frágeis.

Neste mês, as fotos de *Aqua Mater* e *Glaciares* reúnem-se pela primeira vez em uma exposição, em um ambiente relacionado à água: o antigo reservatório subterrâneo do Canal de Isabel II, na Plaza de Castilla, em Madri. No lugar dos 180.000 metros cúbicos de água que o local abrigava, será possível ver os horizontes monumentais de Sebastião Salgado.

A exposição Aqua Mater, de Sebastião Salgado, pode ser visitada na Fundación Canal – Sala Castellana 214 a partir de 28 de outubro, dentro da programação do PHotoEspaña.-Madrid.

El País

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