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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

MOÇO BONITO

 


O infectologista brasileiro Marcus Lacerda foi nomeado diretor do Programa Especial para Pesquisa e Treinamento em Doenças Tropicais (TDR) da Organização Mundial de Saúde (OMS). 

O novo diretor nasceu em Taguatinga, graduou-se em Medicina pela Universidade de Brasília  e especializou-se em Infectologia pela Fundação de Medicina Tropical Dr Heitor Vieira Dourado, no Amazonas. Hoje, é professor do Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical da Universidade do Estado do Amazonas e professor adjunto da University of Texas Medical Branch. Além disso, é pesquisador especialista em Saúde Pública da Fiocruz, onde coordena o Laboratório Instituto de Pesquisas Clínicas Carlos Borborema, vinculado à Fiocruz Amazônia, em Manaus, e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical.

Os trabalhos de Lacerda o levaram a se tornar um líder internacional em pesquisa sobre malária, especialmente no manejo e eliminação do Plasmodium vivax, um dos parasitas que causam a doença. Além disso, o especialista também se dedica a temas como HIV, histoplasmose, arboviroses, acidentes ofídicos, Covid-19 e outras enfermidades emergentes.

Em tempo, Lacerda esteve à frente do primeiro estudo no país que comprovou a ineficácia da cloroquina para tratar Covid-19 e chegou a ser alvo de perseguições durante a pandemia, precisando de escolta armada.

Viver é Perigoso

COM A PALAVRA AS AUTORIDADES




Estudo do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE) mostra que o crescimento no número de suicídios no Estado coincide com a falta de estrutura da saúde pública para lidar com o adoecimento mental. 

Levando em conta a realidade em 66 microrregiões, o Estado tem verdadeiros desertos assistenciais com uma distribuição desigual dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e baixa oferta de psiquiatras.

Nos casos mais extremos, há áreas com um único centro para atender uma população de 200 mil pessoas. Também é comum encontrar áreas com um único psiquiatra para cada 100 mil habitantes. A pesquisa mostrou que quanto mais restrita a rede assistencial, maiores as taxas de mortes desse perfil.

Estudo, divulgado em 2025, mostrou que as cinco microrregiões com as menores taxas de cobertura de Caps em Minas são: Diamantina, com um serviço para 86 mil habitantes; Governador Valadares, um para cada 137 mil; Itaguara, um para aproximadamente 72 mil; Itajubá, um para 200 mil; e São João del-Rei, um para 198 mil moradores.

A microrregião de Itajubá, no Sul de Minas, que apresenta a menor disponibilidade de estrutura, tem uma média de dez suicídios por 100 mil habitantes. 

Para efeito de comparação, na microrregião de Aimorés, no Rio Doce, que apresenta uma das menores taxas de mortes do tipo, a média é de cerca de quatro suicídios por 100 mil habitantes. Em todo o estado, o número de autoextermínios subiu 34% de 2014 a 2024, passando de 1.357 para 1.825.

O Tempo

Viver é Perigoso

ENQUANTO ISSO...

 

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TRANSFERÊNCIA



APTIV EM ITAJUBÁ !

METALÚRGICOS EM ASSEMBLEIA APROVAM ACORDO NEGOCIADO PELO SINDICATO 

Nesta quinta feira, dia 15, os trabalhadores Metalurgicos da APTIV, aprovaram o acordo negociado pelo sindicato para abertura de uma nova unidade da empresa em Itajubá.

"...Serão dois turnos, e serão transferidos da unidade de Paraísopolis, 280 trabalhadores em 09 de fevereiro, e 170 trabalhadores no final de fevereiro, totalizando 450 trabalhadores..."

Blog: Pois é...

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

CADA UM QUE SE VIRE


Só quem sofreu com a herpes-zóster pode indignarse com a decisão do Ministério da Saúde de não incorporar ao SUS a vacina contra a doença. Para os poucos que estão chegando agora, a herpes-zóster, também chamada de "cobreiro" é causada pelo mesmo vírus da catapora. Quem já teve catapora pode desenvolver herpes-zóster na vida adulta, especialmente idosos e pessoas com baixa imunidade.

A incorporação da vacina para idosos com 80 anos ou mais e imunocomprometidos a partir de 18 anos, foi objeto uma consulta pública entre setembro e outubro de 2025.

O Conitec - Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde, considerou o imunizante eficaz (foi analisada a vacina Shingrix - GSK), mas apontou que o preço compromete o SUS.

A análise considerou a oferta máxima de 3 milhões de dose por ano, o que corresponderia a vacinação de 1,5 milhão de pacientes, com um custo de R$1,2 bilhão. Considerando um total de 5.456.211 pessoas elegíveis para a vacinação, no final de 5 anos o investimento total seria de R$ 5,2 bilhão.

Conclusão das autoridades da saúde: a vacina foi considerada não custo-efetiva.

Em tempo: a vacina, disponível nas redes de farmácia custa em torno de R$ 800,00 a dose. São necessárias duas doses. Quando (tomara que não) você ou alguém próximo for acometido pelo mal, lembre-se do Conitec.

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ZÉ FERINO


Senhor Zé Ferino mal humorado face as diárias investigações  e publicações sobre o tsunami Master que assola o País.

- Camarada, esse negócio revelado em conta-gotas, vem a ser um dos maiores escândalos acontecidos no País. Além dos valores estratosféricos, o envolvimento confirmado, direta ou indiretamente de todos os setores vem a ser impressionante. Não escapam altas figuras do judiciário, do Legislativo e do Executivo.  Estão sendo citadas igrejas e seus dirigentes, financiamentos absurdos de campanhas eleitorais, clubes de futebol, grupos criminosos, denúncias inclusive de estar havendo propinas para fazedores de opinião nas redes sociais. Como diziam na Boa Vista, é claro, em cada enxadada uma minhoca. No caso, uma sucuri gigante. 

- Éhhh. Sr. Zé, estamos é mais do que lascados.

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ISONOMIA

 


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ENQUANTO ISSO...


O deputado federal e ex-prefeito de Pouso Alegre Rafael Simões fez um acordo de não persecução penal com o Ministério Público Federal (MPF) no caso dos desvios de medicamentos no Hospital das Clínicas Samuel Libânio para utilizar em seus bovinos, entre os anos de 2014 e 2017, quando era presidente da fundação mantenedora da unidade de saúde. 

Com a confissão, Simões avita que a condenação na esfera criminal seja consumada – ele havia sido condenado, em setembro do ano passado, a 2 anos e oito meses de prisão pelo TRF6

Pelo acordo, homologado pelo Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) em 17 de dezembro do ano passado, o deputado fica obrigado apenas a fazer pagamento pecuniário no valor de R$ 1.500, reparação do dano causado no valor de R$ 3.942,40, além de prestar serviços comunitários pelo período de um ano.
 
Simões, tenta também acordo na esfera cível para se livrar de vez da inelegibilidade.

Redemoinho24

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