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terça-feira, 12 de agosto de 2025

ENQUANTO ISSO



Com alto potencial na extração de terras-raras, aliado à atração de empresas e ao fomento à tecnologia, Poços de Caldas estima alcançar R$ 8 bilhões em investimentos entre o período de retomada pós-pandemia e 2030.

A chegada das empresas australianas Viridis e Meteoric impulsiona a cadeia de minerais estratégicos, uma das maiores apostas para o desenvolvimento local. Apenas esse setor deve receber R$ 1 bilhão em investimentos até 2028, ampliando a geração de emprego e renda. Um dos primeiros projetos é a instalação de uma planta de reciclagem de terras-raras pela Viridis – iniciativa inédita em Minas Gerais.

O município também vive uma fase de ascensão industrial. O distrito industrial local, com 2,2 milhões de metros quadrados, está totalmente ocupado e abriga 72 projetos em operação ou instalação, empregando cerca de 16 mil pessoas diretamente. Marcas como Myralis e Althaia (farmacêutico), Danone e Ferrero (alimentício) estão entre as empresas que reforçam o ambiente favorável aos negócios.

Outro destaque é a parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas para a criação de um centro tecnológico em área de 56 mil metros quadrados.

G1

Viver é Perigoso

QUEM ?

 


Viver é Perigoso

ZÉ FERINO


 Aconteceu o tradicional encontro semanal com o Sr. Zé Ferino na barraca de pastel na feira livre da Boa Vista, é claro.

- Bom dia Sr. Zé, e o frio ?

- Bm dia Camarada, você bem sabe que para mim o verão durava o ano inteiro. Não me dou bem com o frio.

- E o Donald ? virou polícia de rua em Washington ?

- Pois é camarada, o Brasil está tendo uma chance enorme de buscar outros mercados. Mas, mudando de assunto, tenho lido no Blog os comentaristas anônimos reclamando a falta de postagens sobre Itajubá. Pensando nisso, nessas últimas semanas passei a olhar o Diário Oficial do Município procurando alguma novidade.

- E aí Sr. Zé ?

- Camarada, impressionante. O que chama a atenção são as Portarias autorizando viagens de funcionários. Uma enormidade. E estou pensando: ou a prefeitura tem uma estrutura deficiente  em termos de internet para reuinões à distância ou  concluiram que a saída para questões diversas está lá fora.

- Éhh...faz sentido.   

Viver é Perigoso   

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

ENQUANTO ISSO...



A Cimed anunciou a expansão de suas duas fábricas em Pouso Alegre. Serão R$ 90 milhões de investimento total, ampliando sua capacidade produtiva em 30%.

De acordo com a farmacêutica, o projeto visa acompanhar a alta demanda em segmentos como higiene, beleza e nutrição.

Participaram do lançamento da pedra fundamental, nesta segunda-feira (11/8), anúncio o CEO da Cimed, João Adibe, a vice-presidente da empresa, Karla Marques, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o prefeito de Pouso Alegre, Coronel Dimas Fonseca.

Atualmente, a Cimed tem cerca de quatro mil funcionários nas fábricas em Pouso Alegre.

Viver é Perigoso

MOLECADA

 



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que uma reunião com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos Scott Bessent, que estava marcada para esta quarta-feira (13), foi cancelada após articulação da extrema direita brasileira.

Viver é Perigoso

BONS TEMPOS


Tema de abertura da programação da RUTS - Rádio Universitária Theodomiro Santiago - Anos 70

Viver é Perigoso

O PASSADO SOB ATAQUE



Defender o ensino de história é defender a democracia - Porque quem conhece o passado não aceita qualquer futuro.

O governo paulista, liderado por Sr. Tarcisio, tem promovido uma série de ações que, embora apresentadas como parte de uma "modernização da educação", escondem um projeto de desmonte e controle. A redução da carga horária dos conteúdos de história  e sua crescente dissolução como disciplina específica, a substituição de professores por plataformas digitais e o avanço das escolas cívico-militares são medidas que fragilizam o papel formador da escola e de seus professores e tornam o ensino refém de interesses políticos autoritários.

Esse tipo de política ecoa práticas já observadas em estados norte-americanos como o Texas, onde diretrizes educacionais foram modificadas para minimizar ou suprimir o ensino de temas como escravidão, racismo e lutas sociais. Trata-se de uma pedagogia do esquecimento, avessa ao pensamento crítico e hostil à pluralidade de interpretações sobre o passado. 

É preciso recordar que a ditadura militar, a partir de 1964, havia suprimido o ensino de história, retomado somente na década de 1980.

Ao atacar o ensino de história e o conjunto dessa área do conhecimento, retira-se do estudante e da sociedade em geral a possibilidade de compreender as raízes das desigualdades, das lutas sociais, das conquistas democráticas. Abala-se o vínculo entre memória e cidadania. 

A Anpuh, entidade representativa dos interesses dos professores de história e historiadores do Brasil, tem denunciado publicamente essa escalada de perseguição aos profissionais da área, em especial no estado de São Paulo. Professores estão sendo demitidos, monitorados ou censurados pelo conteúdo de suas aulas. Mais do que uma disputa por espaço no currículo, o que está em jogo é o papel da história na formação da consciência crítica e na consolidação de uma sociedade democrática.

Um país que nega sua história, que não conhece seu passado, se torna presa fácil do obscurantismo, do negacionismo, da manipulação e arrisca-se a perder sua soberania nacional.

No próximo dia 20 de agosto, às 14h30, será realizada uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) em defesa do ensino de história e da liberdade de cátedra. 

Folha de São Paulo

Viver é Perigoso

domingo, 10 de agosto de 2025

FAMÍLIA MARTINEZ



Os nomes espanhóis são compostos de um nome própio, simples ou composto e dois sobrenomes. Tradicionalmente, o primeiro sobrenome é o primeiro sobrenome do pai e o segundo é o primeiro sobrenome da mãe.

Falando da Família Riera ou melhor, Família Martinez.

Origem : Sr. Juan Martinez Ripoll e Francisca Riera

Filho: Jayme Martinez Riera

Filhos de Jayme : Antonio Martinez Riera, no registro abrasileirou-se a grafia para Martins.

Já abrasileirando no total, deveria ser Antonio Riera Martinez ou Martins.

Correto: Família Martinez

Viver é Perigoso