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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

COMO NO VELHO OESTE

Passando os olhos na Veja desta semana foi impossível não lembrar das histórias dos "Caçadores de Recompensas). Personagens sem escrúpulos, temidos e odiados.
Buscavam capturar os procurados pela justiça em busca da recompensa, entregando-os quase sempre, mortos (nunca vivos). Pressumivelmente abatidos numa emboscada.
Assim mostram os filmes e livros.
Neste país em crescimento desordenado, surgiu e floresce uma nova modalidade de "caçadores de recompensa".
Trata-se de empresas montadas, quase sempre por advogados e entendidos, que compram a preços de ocasião, de grandes empresas prestadoras de serviço, que normalmente já tiraram o "seu", pequenas dívidas de brasileiros, pendentes por uma razão ou outra, desde um passado longinquo.
Saem a caça oferecendo descontos e fazendo ameaças.
Lembram também, além "caçadores de recompensas", sangue-sugas e parasitas.
Numa sociedade em crescimento desvairado costuma aparecer de tudo.

ER

ACABOU O PAPEL


O fim da edição impressa do jornal francês La Tribune.
O periódico, fundado em 1985 como publicação dedicada à economia, despediu-se hoje de sua versão no papel em clima de tensão entre trabalhadores e administração e passa a existir apenas em edição digital.
A edição de hoje trás um caderno especial de oito páginas dedicado ao jornalismo e à história do periódico.
Dois grupos de investidores estão interessados em comprar a publicação:
 O grupo France Economie Régions, associado ao Hi-Media, e o Financière patrimoniale d'Investissements. Ambos querem abandonar a versão diária de papel, um deles defende a periodicidade semanal.

Blog: Seria uma tendência mundial ?

ER


BANDO DE MALANDROS

Bando de malandros, no bom sentido, é claro.
Não me lembro o ano correto, mas foi bem no princípio dos 60.
A mais bem treinada e equipada fanfarra do município e da região, era a do Colégio de Itajubá. A moçada era empolgada e tinha até fã-clube. Era conduzida pelo Emmel (Auto-peças) e o astro na marcação era o Serginho Mohallen, que também era baterista do conjunto musical da cidade.
Pois bem, um pouco antes da "semana da pátria" daquele histórico ano, resolveram formar uma fanfarra (com instrumentos emprestados) para ensair e desfilar com (acredite se quiser), o Colégio das Irmãs, que na época funcionava também com internato.
Imaginem: Uma semana inteira tocando tambor debaixo das centenárias mangueiras, dentro do colégio das freiras, onde não entrava homens nem por reza braba.
Foi o maná, tão somente ficar perto daquela moçada bonita. 
Os rapazes dotados de zero no quesito ufanismo e conhecimento musical se inscreveram na hora.
Apareceram e foram selecionados pelo maestro, hoje, Dr. Rogério Vilela, os quarenta primeiros e entre eles o zelador.
Coube-lhe um estranho tambor, ou surdo, ou algo assim, que teve as evidentes e humilhantes manchas de zinabre, cobertas por uma bandeirola verde e amarela.
Pintado em vermelho no couro do tambor, o nome do proprietário: Club Nova Aurora.
Semana maravilhosa, independente dos calos nas mãos e obrigatoriedade de usar no desfile, calça azul-marinho, com uma fita de cetim branca pregada nas laterais.
A camisa (de manga comprida) era branca.
Pura verdade.
Quem sabe, agora lendo o "viver é perigoso", alguns dos "músicos" se revelem.

ER  

A HERANÇA

domingo, 29 de janeiro de 2012

SOB A LUZ DE VELAS

Eu não tenho ódio; eu tenho é memória.

Pedro Nava

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE


Brenda Lee e Elvis Presley


CORRER PARA VIVER

Realizada hoje em São Paulo a 7ª Corrida Oral - B Prevenção do Câncer Bucal. Aconteceu na região do Campo de Marte, Zona Norte de São Paulo. Com percurso de 7 km, a largada foi dada as 8:00 horas na Av. Santos Dumont.
Importante: Os atletas tiveram oportunidade de fazer doações espontâneas que serão repassadas a Casa Safira, entidade que recebe adultos e crianças que vêm a São Paulo para o tratamento de câncer, mas não têm como custear a estadia prolongada que a quimioterapia exige.
O pessoal da terrinha, do Team Vanessa Furstenberg esteve presente.

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MOÇA BONITA