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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

FRASE DO DIA


" Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco."


(Mateus 15:14 )

ELES ESTÃO CHEGANDO...


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ITAJUBÁ - TERRITÓRIO LIVRE


Em termos políticos, Itajubá tem sido um território livre, sem dúvida nenhuma. Os números constantes dos levantamentos feitos pelo Saulo Caridade são alarmantes e assustadores.
Em números básicos para apreciação: em uma cidade de 90.000 habitantes, deveremos ter em torno de 65.000 eleitores, dos quais 55.000 deverão comparecer as urnas.
Pasmem: Em 2006, 334 candidatos a deputado estadual conseguiram ser votados na cidade. É inacreditável!
Para deputado federal? 292 candidatos tiveram o orgulho de saber que os seus nomes/números, foram digitados em Itajubá.
É brincadeira!
Alguém teria interesse nesse esfacelamento? Não acredito.
Não faz nenhum sentido não nos agruparmos em torno de alguns nomes da cidade e da micro-região.
Na cidade e nas proximidades temos candidatos para todos os gostos, que poderão participar diretamente do nosso desenvolvimento.
Votar em "aventureiros do Mississipi", que aparecem de quatro em quatro anos (às vezes nem aparecem) vindos lá da "casa do chapéu" ?

Pobre terra querida. Ainda temos tempo para despertar.


ER

A CAMINHO DAS ÍNDIAS


Pedro está indo para a Índia no domingo. Como pai preocupado repito-lhe as recomendações feitas pelo Fernando Sabino:

"Meu filho, ouça bem o seu pai: Se sair à rua leve o guarda-chuva, mas não leve dinheiro. Se levar, não entre em lugar nenhum. Se entrar, não faça despesas. Se fizer, não puxe a carteira. Se puxar, não pague. Se pagar, pague somente a sua."


Velho

FRASE DO DIA

"Há duas espécies de chatos: Os chatos propriamente ditos e... os amigos, que são nossos chatos prediletos."
(Mário Quintana)

ER

CONTINUA SENDO A NOSSA ESCOLA

Não tivemos oportunidade de conhecer, como alunos, o atual Campus da Unifei. Quando muito, tivemos algumas aulas em salas e oficinas improvisadas na Fábrica de Tecidos Codorna, na Boa Vista. Entramos no início de 1969.
Um mês antes havia sido decretado o tristemente famoso "Ato Institucional Nº 5".
Para a moçada que não viveu isso, o AI5 dava poder ao Presidente da República de a) decretar a recessão do Congresso, Assembleia Legislativas e Câmaras dos Vereadores; b) decretar a intervenção em Estados e Municípios e c) suspender direitos políticos e cassar mandatos.
Ter os direitos políticos suspensos significava perder o direito de votar e ser votado, de participar de manifestações, ter a liberdade vigiada, ser proibido de frequentar determinados lugares, ter domicílio determinado, conviver com a supensão da garantia do habeas corpus e a censura brutal nos meios de comunicação, na arte e na cultura de forma geral.
Saímos da Escola (sempre vamos chamá-la assim) em dezembro de 1973. Passamos pelos seus bancos e laboratórios, ao lado da Igreja Matriz, os cinco anos mais duros da história política desse país. E os mais criativos também, sem dúvida.
Ficou muito forte a ligação entre os alunos e os professores da época. Muitos simbolismos, que hoje soam de forma oca para outras pessoas - como por exemplo, a quebra e substituição de um banco de cimento da Praça Teodomiro Santiago, por ocasião do DR/2 - se perderam no tempo.
Tudo isso para comentar a união de sete Universidades Federais de Minas Gerais na formação de um consórcio. É lógico que evitar investimentos em duplicidade é quase que uma obrigação. É interessante o aproveitamento do conhecimento. Não podemos fechar para possíveis avanços e modernidades.
Mas como Itajubense e ex-aluno (tenho consciência que não fui um bom estudante, mas total, que fui um bom aluno) sinto como se algo estivesse escapando pelos dedos.
E tem uma palavrinha que me assusta e coloca em estado de alerta: "mobilidade". Cabe tanto dentro dela. ..
ER (1973 - a turma dos 60 anos da Efei - a última do sistema seriado)

VAI SER DADA A LARGADA !

Concorrência forte no horário. Na mesma região e praticamente no mesmo horário do debate inicial dos candidatos a presidência, jogam no Morumbi em partida decisiva pelas semi-finais da Libertadores, as equipes do São Paulo x Internacional.
O debate é na Bandeirantes e atenção: o jogo será transmitido pela Globo (é raríssimo a Globo transmitir jogos às quintas).
Com certeza se o debate estivesse na programação da Globo, a partida seria transferida para outro dia.
Os adversários contam com a inexperiência da Dilma num evento dessa natureza (não concordo) e acham que isso poderia levá-la a um eventual descontrole, caindo em armadilhas verbais.
Quaisquer falhas serão minimizadas pela ausência de expectadores (estarão vendo o futebol). Posteriormente durante o horário político obrigatório, nos estafaremos de ver imagens desse debate. Favoráveis a uns e possivelmente prejudiciais a outros.
Eu pretendo ficar um pouco em cada atração.
ER

É DISCO QUE EU GOSTO


GONZAGUINHA

O nome é o do pai: Luis Gonzaga. Carioca, de 1945, não se acertou muito durante a vida com o velho Gonzagão. Com a morte da mãe, foi criado pelos padrinhos.
Gonzaguinha, grande cantor e compositor brasileiro, tomou o barco muito cedo (1991) em um acidente automobilístico no Paraná. Teve muitas de suas canções censuradas pela ditadura. Era difícil passar uma.
Disse Gonzaguinha: - "Tudo o que eu quero, é ver o povo assobiando as minhas músicas"
É o que eu tento fazer sempre. Gosto muito da canção "Começaria Tudo Outra Vez". É bonita e cheia de compromissos. Como diz outra música sua: ".... é bonita, é bonita e é bonita...."
Simone e Daniel Gonzaga, filho de Gonzaguinha, interpretam "Começaria Tudo Outra Vez"

ER