Recentemente durante a Copa do Mundo, presenciamos partidas eliminatórias sendo decididas nos segundos finais do tempo normal de jogo. Vimos seleções serem alijadas da competição no tempo extra, na chamada prorrogação.
Pior: casos aconteceram com a decisão por penaltis.
É como a vida, numa comparação lulínica, ou seria lulesca ?
Conheci o empresário José Alencar num almoço na Cofap, no início dos anos 90. Naquela oportunidade ele era o Presidente da FIEMG e ainda não tinha se apresentado como candidato a Governador pelo PMDB (não foi eleito).
Me impressionou favoravelmente. Inegavelmente é um empresário de sucesso.
Foi Senador, deixando sua vaga para o Deputado Aélton, aqui da nossa região (Sebastião Riera foi seu suplente).
Sua escolha para vice do Lula, ficou marcada pela nebulosa reunião relatada pelo Deputado Jeferson, com o PT negociando com o seu partido (Waldemar Costa). Assunto que veio a tona por ocasião das denúncias do mensalão.
Tem sido um vice discreto e leal ao Lula. Granjeou a simpatia e solidariedade do povo pela sua luta contra a dura doença. Nesse aspecto tem sido tomado como exemplo.
Agora, depois de tantas batalhas, vem ao conhecimento público o reconhecimento pela justiça de uma filha com 56 anos de idade.
Se existem dúvidas, o normal é que se aja como um simples mortal. Submeta-se ao exame de DNA e ponto final no assunto. Esse assunto vem se arrastando de 1991.
Se for por preocupação com bens materiais, herança, etc (o que não creio) ele poderá estar colocando em risco toda a admiração conquistada.
Registre-se que as pessoas públicas têm suas atitudes sob constante análise. É normal.
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