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terça-feira, 2 de julho de 2019

É DISCO QUE EU GOSTO



Viver é Perigoso

ESTAMOS LASCADOS


Partindo do princípio que  a Câmara Federal é um retrato do Brasil, só nos resta reconhecer: 
Pobre Brasil.

Viver é Perigoso

FALOU E DISSE


O que é afinal a caixa-preta do BNDES?

O fato de empreiteiras por vezes serem donas de obras inteiras criava uma distorção. Por exemplo, num projeto de US$ 2 bilhões, US$ 1,3 bilhão era destinado para pagar despesas no País da obra, ou para comprar equipamento, por exemplo, uma turbina ou um guindaste. Eram esses equipamentos o motivo original de o BNDES financiar a exportação. Mas o grosso do equipamento não saía do Brasil. Na verdade, nesse exemplo, apenas uns US$ 150 milhões iam para pagar produtos brasileiros. Aí, eram financiados US$ 550 milhões, US$ 600 milhões em serviços de engenharia.

Joaquim Levy - O Estado de São Paulo

Viver é Perigoso

SINAL DOS TEMPOS


O Banco Santander fará uma campanha de financiamento imobiliário, em parceria com o Magazine Luiza. 
Para quem contratar financiamentos a partir de R$ 60 mil até 31 de agosto, o banco oferecerá de brinde um refrigerador.
A presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, Sra. Luiza Trajano será a garota propaganda da campanha.

Pois é...

Viver é Perigoso 

O TEMPO PASSA, O TEMPO VOA

Viver é Perigoso

segunda-feira, 1 de julho de 2019

E ENTÃO...

Viver é Perigoso

TOMOU O BARCO


Foi-se o tempo de sair catando cartuns do Mordillo pela internet. No sábado (29), o renomado cartunista argentino, Guillermo Mordillo tomou o barco, aos 86 anos, em Mallorca - Espanha.

Nascido em Buenos Aires, teve que sair do seu país aos 23 anos, por problemas políticos. Segundo Mordillo, "os governantes nunca foram bem humorados". Passou pelo Peru e Estados Unidos e em Paris, nos anos 70, conseguiu fama mundial.

Uma de suas características era a constante ausência de falas. Cartuns mudos.

Um artista.

Viver é Perigoso

CAINDO NA REAL


Entrevista do excelente ator Pedro Cardoso, que marcou época na televisão brasileira como o Agostinho - Grande Família.

Estranhou quando se mudou para Portugal, há quatro anos e percebeu que o novo país não oferecia algumas facilidades encontradas por aqui. 

No Brasil, não é estranho que os serviços domésticos do lar sejam feitos por pessoas contratadas. Segundo ele, “O Brasil é um país tão pobre que sempre tem alguém mais pobre que é pago para limpar a casa.”

Ao chegar em Portugal, o ator concluiu que ter empregados domésticos não fazia muito sentido por lá. “É moralmente deselegante". 

A solução foi pendurar o pano de prato no ombro e botar a mão na louça suja, arrumar a cama, lavar a roupa. Todos os dias, gasto três horas para cuidar da casa. Tudo isso me faz respeitar ainda mais as mulheres.” 

A agenda doméstica também molda a relação com Graziella, sua mulher. “Quando queremos ir ao cinema, eu vou em uma sessão e ela vai em outra, para que alguém fique com as crianças.

(Estadão)

Blog: Situação absolutamente normal

Viver é Perigoso