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terça-feira, 1 de agosto de 2017

NO PLANALTO CENTRAL

Viver é Perigoso

E O ZEZINHO, HEIN ?


Um dos maiores colunistas que já existiu neste País, Zózimo Barroso do Amaral, inventou, na década de 70,  a brincadeira do "hein ?", no Jornal do Brasil. 
Era um truque para fechar a coluna. Outros redatores precisariam de um editorial inteiro para dizer o mesmo que aquele "hein?".
O "hein?" tinha som de cutucada no braço do interlocutor para desfrutar a intimidade e anunciava uma boa história. O "hein?" virou um clássico e tornou-se uma marca. 
O "hein?" é coloquial, reproduz a sonoridade das ruas cariocas e o jeito à vontade que Zózimo gostava de imprimir. O "hein?" desmonta a pretensão de seriedade, dessacraliza a cena, e Zózimo tinha horror a essas pompas, fossem no texto, fossem nas figuras humanas. O "hein?" da sinal de molecagem, de fofoca, de início de gargalhada.
Quando Zózimo foi para o jornal "O Globo" em 1993, cortaram-lhe o barato. A palavra "hein?" foi transformada  em "hem?". Segundo os revisores do jornal, doutos na proteção da língua, havia uma regra a se levar em consideração para as palavras terminadas em "n". Elas precisavam de acento, como pólen, glúten, hímen. E lógico, "héin ?" não pegaria bem. Prevaleceu o "hem?".

(explicações do Joaquim Ferreira dos Santos - no livro "Enquanto houver champanhe, há esperanças" - Biografia do Zózimo ).

Viver é Perigoso

E A BETTY, HEIN ?


E a Betty, hein ?

Envelhecer é um saco. Melhor idade é o cacete !

Betty Faria

Viver é Perigoso

ITAJUBÁ ALÉM DA DIVISA


Gerando polêmica na Internet o relógio instalado em Brazópolis sob o patrocínio da Unimed-Itajubá. O pessoal até que gostou do relógio, mas o "Itajubá" está gerando protestos.
Imagino que o nome da empresa doadora seja Unimed Itajubá. Afinal, Unimed são muitas em todo o Brasil.
A reação seria a mesma, em se tratando de instalação em local público, se acontecesse em Itajubá e fossem patrocinados pela Unimed Pouso Alegre (não sei se existe).
Ainda vai dar muito o que falar...

Viver é Perigoso  

APENADO

Viver é Perigoso

segunda-feira, 31 de julho de 2017

É DISCO QUE EU GOSTO



Viver é Perigoso

MANO, É NÓIS NA FITA !


Deu no "O Antagonista"

Mais um com Temer, "em nome da economia"

Brasil 31.07.17 16:35

Bilac Pinto, do PR de Minas Gerais, passou a integrar a CCJ da Câmara para votar pelo não recebimento da denúncia contra Michel Temer por corrupção passiva. No plenário, na próxima quarta-feira (se houver quórum), ele vai se posicionar no mesmo sentido.

O deputado argumentou a O Antagonista:

"A aceitação do afastamento do Presidente Michel Temer baseada em denúncias frágeis no aspecto de provas será um enorme retrocesso, que poderá ter impactos extremamente negativos em nossa economia, tendo em vista que já alcançamos objetivos importantes como a diminuição da taxa de juros e desemprego, além do aumento do número de exportações."

Para Bilac, as provas apresentadas pela PGR contra o presidente não são "lícitas" nem "concretas".

"Precisamos de um chefe de Estado compromissado com as importantes reformas que já estão em trâmite no Parlamento, projetos que visam corrigir os inúmeros erros cometidos ao longo da gestão daqueles que hoje são oposição."

Blog: Pois é...

Viver é Perigoso

À FRANCESA !



Lá se foi, aos 89 anos, a lenda do cinema, a francesa Jeanne Moreau. Uma moça bonita.

Atriz e cantora de trabalhos marcantes em Jules et Jim, Os Amantes e tantos outros.
Foi dirigida por Louis Malle, François Truffaut, Orson Welles, Michelangelo Antonioni e com o português Manoel de Oliveira.

Nascida a 23 de janeiro de 1928, em Paris, participou em mais de 130 filmes. Estudou no Conservatório Nacional de Arte Dramática e, aos 20 anos, tornou-se o membro mais novo da Comédie-Français.

Apesar de ter dado os seus primeiros passos no teatro, foi com Jules et Jim que alcançou o estrelato. Em 1960 recebia o prémio de Melhor Atriz, no Festival de Cannes, pelo seu trabalho em Moderato Cantabile, de Peter Brooke e, nos anos de 1975 e 1995, presidia ao júri.

Na década de 90 recebeu um prémio César de melhor atriz pelo desempenho em La vieille qui marchait dans la mer, de Laurent Heynemann.

Filmou em 1973 no Brasil, o drama Joanna Francesa. Coprodução Brasil/França, dirigido por Cacá Diegues com música do Chico Buarque e Roberto Menescal.

Viver é Perigoso