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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

PRIMEIRA DAMA DO ESTADO

Pimentel e sua esposa Carolina Oliveira
Vi numa revista semanal a fotografia do simpático casal, governador eleito Fernando Pimentel e sua mulher, a jornalista Carolina Oliveira.
Moça bonita.
 
É a vida

ER

CADÊ A MILITÂNCIA ?


terça-feira, 4 de novembro de 2014

PÁGINAS AMARELAS

 
Interessante a entrevista concedida pelo Sr. Miguel Henrique Otero, proprietário do jornal venezuelano "El Nacional" para a Veja.
Pressionado pelo governo Nicolás Maduro, o diário corre sério risco de fechar. Entre outras comparações, ele cita:
 
"...O Brasil está seguindo a tendência de uma parcela da América Latina de caminhar em direção ao populismo autoritário. Esse modelo começa confrontando o setor privado e logo passa a transbordar rumo à liberdade de expressão e aos direitos humanos. O populismo autoritário também tem como característica a intenção de seus líderes de perpetuar-se no poder. Procuram conseguir o apoio popular com políticas que distribuem à população comida e dinheiro. O problema é que essa política não gera riqueza. Com os benefícios, o povo pode até momentaneamente acreditar que sua condição melhorou, mas o fato é que permanecerá pobre, porque não terá boas opções de emprego e a economia ficará estagnada. Nas estatísticas, eles deixam de ser considerados pobres porque recebem salário ou ajuda financeira adicional, mas a longo prazo a ascensão social é nula..."
 
Blog: Todos sabem que a venezuelização do Brasil é o sonho de 10 entre 9 petistas. Aqui não, violão.
 
ER
 

MOMENTOS MÁGICOS


ÍNDICES RUINS


MOÇA BONITA

Diane

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

NOVA PRINCESA IZABEL

O Ministério Público Federal em Brasília cobrou, em dois pareceres enviados à Justiça, que o governo brasileiro pague diretamente os profissionais cubanos participantes do programa Mais Médicos, sem a intermediação do governo cubano ou da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Ao contrário dos médicos de outras nacionalidades, que recebem 10.000 reais mensais, os cubanos ganham uma bolsa de 1.000 dólares por mês (cerca de 2.500 reais) por meio de um convênio firmado entre o Estado brasileiro e a OPAS.
Em dois pareceres encaminhados à Justiça, a procuradora da República Luciana Loureiro Oliveira acata parcialmente duas ações que pedem a anulação do programa. Uma delas foi movida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), um dos órgãos mais críticos ao programa, que foi vitrine de campanha da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT). Os pareceres são datados de 14 e 15 de outubro, antes do segundo turno das eleições, mas só foram divulgados nesta segunda-feira.
 
Diário do Poder

RENOVAÇÃO