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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

IREI DAR O FORA ANTES


Dois condenados americanos chegaram no presídio de segurança máxima para cumprir pena. Foram direcionados para a mesma cela que continha duas camas.
O grandão perguntou para o todo tatuado:
- Você pegou quantos anos ? o tatuado respondeu com um grunhido:
- 40 anos.
De posse da importante informação, o grandão definiu:
Então vou ficar com a cama próxima da porta, uma vez que sairei primeiro. Fui condenado a 38 anos.

Foi o que a sacolinha de plástico especial deve ter dito para a antiga sacolinha poluidora:
- Sai fora porque a tua pena é de 300 anos. Eu sumirei antes do planeta. Fui condenada somente a 100 anos.

É a  vida.

ER 

MAS QUE BELEZA !

Isso acontece em Minas Gerais:

 O salário dos vereadores de Belo Horizonte é ‘peixe pequeno’ perto do que receberam os deputados estaduais no final do ano.
O último contracheque dos parlamentares foi de fazer inveja. Eles ganharam, em dezembro, nada menos do que R$ 62.419,04.  Os super- salários recebidos em dezembro vão se repetir no próximo mês. Cada um dos 77 deputados vai ganhar, em fevereiro, R$ 42.334,7.
Os valores pagos aos parlamentares em dezembro correspondem ao salário, acrescido do décimo terceiro, auxílio-moradia e da chamada ajuda de custo, ou ‘auxílio-paletó’. Nos meses de dezembro e fevereiro, a Assembleia Legislativa paga duas parcelas de R$ 20.042,35, ou seja, dois salários a mais aos deputados para que possam comprar ternos. São R$ 40 mil para ir às compras ou 15 salários por ano.
No ano passado, receberam os R$ 40 mil e devem ser agraciados, novamente, em fevereiro. Com os deputados,  a Assembleia gastou R$ 3.327.030,1 em ajuda de custo. Isso significa que cada deputado  pôde comprar 40 ternos por ano, isso se adquiridos em lojas de marca que cobram R$ 1 mil o conjunto.
Todos esses benefícios excluem a verba indenizatória, que é de R$ 20 mil. 
No ano passado, os deputados viram um benefício ir por água abaixo. Os chamados “jetons”, pagamentos por comparecimento em sessões extraordinárias, foram suspensos pela Mesa Diretora. Cada deputado podia ganhar até R$ 1 mil por mês se comparecesse a todas as reuniões extras.

(deu no "O Tempo" )

ER



JÁ FOI O TEMPO...

Por pura necessidade de momento, tive que entrar, no final de semana, num desses Wall-Mart da vida. Filas quilométricas. Tratamento ? o de sempre.
Lá também estão com mania de sonegar sacolinhas de plástico para embalagem.
Em outros tempos, quando o cidadão comparecia a uma padaria de bairro ou num armazém antigo, os produtos tinham dois preços:
Trazendo o embornal (ou seria bornal?) tinha desconto.
Pois bem:
Alguma alma penada teria dúvida, que até então, os custos das sacolinhas plásticas dos supermercados não estavam embutidos nos preços de venda ? Alguém acredita que eram um benefício ou um brinde dos supermercados ?
Por que teríamos que pagar um adicional por uma sacolinha fabricada de amido de milho ou sei lá o quê, que ao invés de levar 300 anos para se desmanchar, leva apenas 100 ?
Repito: não sou contra a cuidados com o meio ambiente, o que tenho dificuldades de aceitar é ser logrado e sentir que estão a nos enfiar boboseiras pela goela.
Presumo, que antes do final do ano chegarão a conclusão que toda a turbulência provocada foi uma burrice.
Ainda mais, seria bom ficar registrado, que essa "salvação do planeta" foi bolada e decidida pela Associação dos Supermercados.
Os "verdes" e os políticos sairam sambando empolgados atrás do Cordão.

ER

COSA NOSTRA

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

SOB A LUZ DE VELAS


Minha infância está presente. É como se fora alguém. Tudo o que dói nesta noite, eu sei, é dela que vem.

Emílio Moura

VENTOS DE GUERRA - 12

Ainda dos tempos de moleque.
O sujeito chegava no dia de treino, calçava sua chique chuteirinha Gaeta de sola branca, e com diziam os locutores da época, adentrava o gramado e disparava a mostrar suas "classes". Três embaixadinhas (eram chamadas de pauzinhos), um toque com o joelho, levantando a bola Drible até a cabeça, terminando a exibição com uma tradicional "matada". Aparecia bem na "photographia".
O treineiro se aproximava com a pergunta:
- Você joga do quê ?
O exibido candidato a craque respondia na bucha, escondendo o chiclete Adams debaixo da língua:
- Brinco nas onze !
Estava identificado o perfeito "perna de pau".
Na terrinha, nesses dias de definições políticas, pululam cidadãos que "brincam nas onze".

ER

     

CANTINHO DA SALA

Séraphine Louis também conhecida como Séraphine de Senlis - Pintora francesa (1864/1942)

INVASÃO BRASILEIRA