Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
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segunda-feira, 6 de abril de 2020
domingo, 5 de abril de 2020
FOGUETÓRIO
É do conhecimento geral que a terrinha poderia ser tratada por Capital do Foguete. Hoje à tarde/noite os "caramurus" voltaram a espocar na cidade.
Um vizinho passando pela rua, na Boa Vista, é claro, acenou cumprimentando e disse bem alto:
- Deve ter saído gol do corona.
Agora á noite o noticiário confirmou. Foi mesmo.
Viver é Perigoso
TEM JEITO NÃO
"De algumas pessoas do meu governo, algo subiu à cabeça deles. Estão se achando demais. Eram pessoas normais, mas, de repente, viraram estrelas, falam pelos cotovelos, tem provocações. A hora D não chegou ainda não. Vai chegar a hora deles, porque a minha caneta funciona. Não tenho medo de usar a caneta, nem pavor. E ela vai ser usada para o bem do Brasil. Não é para o meu bem. Nada pessoal meu.".
Jair
Blog: Continua agindo como um veterano deputado. Manda recados para os adversários. Óbvio que se refere ao Ministro da Saúde. Tem a caneta ? demita !
Viver é Perigoso
THE END OF OCTOBER
Os clássicos nos trazem diferentes eventualidades.
Em A Peste, Alberto Camus conta que, em situações desesperadoras, surge o pior da sociedade: o egoísmo, a irracionalidade, o medo.
A Morte em Veneza, de Thomas Mann, mostra o perigo de resistir a seguir as indicações para evitar o contágio.
Em Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago desmascara “uma sociedade podre e desfigurada”.
Mais recente é Guerra Mundial Z, infestada por zumbis.
No mercado americano, a partir do dia 28 de abril, o livro " The End of October - do escritor premiado, Lawrence Wright (já a venda na Amazon por US$ 25,16). Conta o périplo de um epidemiologista da OMS na luta para encontrar uma cura para um vírus mortal antes que acabe com a civilização.
The End of October começa com o relato da morte “surpreendente’” de 47 jovens internos de um campo de refugiados para homossexuais localizado no oeste da Ilha de Java, na Indonésia. Logo o vírus se espalha e força a cidade de Meca, abarrotada de 3 milhões de fiéis, a ficar em quarentena.
A doença que Lawrence Wright imagina é semelhante à gripe, assim como o coronavírus. E muitos pacientes sofrem pneumonias virulentas, como na triste realidade.
No livro, as vítimas não são os idosos, como acontece com o coronavírus, mas as pessoas mais saudáveis, como aconteceu durante a gripe de 1918. “Seu sistema imunológico era tão robusto que sobrecarregava o corpo e acabavam se afogando em seus próprios fluidos”.
No romance são narrados momentos de ocultação de informações para não provocar o pânico dos cidadãos, o protagonista incentiva sua mulher a comprar comida suficiente para dois meses e se ouvem frases que são dolorosamente reais: “Toda vez que tentamos confinar o vírus fazendo quarentenas, ele sempre encontra uma maneira de escapar”.
Wright especula sobre os problemas sócio-políticos que podem surgir por culpar outros países pela pandemia. Alguns senadores norte-americanos afirmam que o coronavírus é uma criação da China, observa. “Quando não temos evidências de que alguém, exceto a natureza, o tenha manipulado, é terrivelmente perigoso procurar culpados.”
(Dados - El País)
Blog: Pois é...
Viver é Perigoso
(Dados - El País)
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Viver é Perigoso
HERÓIS E HEROÍNAS
TAMBÉM, NEM TANTO
Um casal de Raipur, na Índia, decidiu batizar os filhos em “homenagem” ao novo coronavírus. As crianças, que nasceram em 27 de março, ganharam os nomes de Corona (uma menina) e Covid (um menino).
Os pais afirmaram que a escolha aconteceu para que os bebês, quando crescidos, se lembrem das dificuldades que precisaram superar para chegar ao mundo. As informações são da Press Trust of India.
Viver é Perigoso
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