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sábado, 22 de setembro de 2018

ENTRE DOIS AMORES













  
Não foi fácil ver o meu amigo Aldo viver intensamente dois amores. Claro, ambos bem abaixo e distantes do seu primeiro e único. Um anjo.

Apaixonado desde o início da década de 60 pelo maior e melhor conjunto musical da história. The Beatles. Inquestionável.

Em 1968 surgiu a sua tecnológica paixão. Apple Computer.

Explicando o drama para aqueles que estão chegando agora:

A Apple Corps foi um empreendimento criado pelos Beatles em 1968, na Inglaterra, e desde a ocasião utilizando como símbolo uma maçã.

Em abril de 1976, Steve Jobs e Steve Wosniak, criaram nos Estados Unidos a Apple Computer. Os dois gênios americanos sabiam que iriam ter problemas com a empresa do Beatles.

Quando a Apple Computer começou a chamar a atenção a Apple Corp, do Beatles, a processou.

Depois de longa batalha judicial as empresas chegaram a um acordo em 1981. A Apple Computer aceitou a ficar no ramo de computadores, deixando a música para a Apple Corps.

No final dos anos 80, o ex-Beatle George Harrison viu que o computador Macintosh podia ser usado para compor música e podia incluir um dispositivo que permitiria aos músicos programar instrumentos.

Novo e longo processo judicial.

Depois de demorado processo, os dois lados chegaram a um novo acordo, com a Apple Computer pagando o valor de US$ 26,5 milhões para resolver a questão.

A criação do iTunes (programa de download de músicas), em 2003, reabriu a antiga ferida e levou a outro processo.

Chegaram a um novo acordo em 2006, dando a Apple Computer o controle de todas as marcas registradas, com a empresa britânica levada a assumir os custos disputa judicial, que chegaram USS$ 5,56 milhões.

Logicamente, a Apple Computer não ficou dona da marca "The Beatles"

O meu amigo jamais se distanciou dos dois. Exceto pelo atual Iphone, optei sempre pelos Beatles.

Viver é Perigoso

CANTINHO DA SALA


Um colecionador do Brasil ofereceu US$ 30 milhões (cerca de R$ 120 milhões) para comprar a tela 'Abaporu", da Tarsila do Amaral.

O comprador queria trazer o quadro de volta ao país.

A obra pertence a Eduardo Constantini, empresário argentino, fundador e presidente da instituição, que não aceitou a oferta. Atualmente, o “Abaporu” está exposto no Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires. 

Lembrando, Abaporu é uma das principais obras do período antroprofágico do movimento modernista no Brasil. Foi pintada em óleo sobre tela, em janeiro de 1928, por Tarsila do Amaral como presente de aniversário ao escritor Oswald de Andrade, seu marido na época. O nome da obra foi conferido por ele e pelo poeta Raul Bopp.

Hoje é a tela brasileira mais valorizada no mercado mundial das artes, com valor estimado de US$ 40 milhões. Foi comprada pelo colecionador argentino Eduardo Costantini por US$ 2,5 milhões, em 1995 em um leilão realizado na Christies. 
Anteriormente pertencia ao empresário brasileiro Raul Forbes desde 1985.

Viver é Perigoso

MUDANDO DE TIME




Segundo o Google, o petista (ou ex-petista) nasceu aqui em Itajubá. Indiretamente colocou a terrinha na mídia.

Augusto Hart Ferreira, Prefeito de São Sebastião da Bela Vista, petista eleito pelo PT, através da coligação PT / PR / PSDB / PRB - "Todos juntos construindo o futuro, com a força do povo belavistense".

Coligação pt /psdb ?

Não está errado na sua avaliação sobre a administração Fernando Pimentel. Está completamente errado em não se desligar do seu partido antes do choque frontal.

Imaginamos que como petista ele continua lulista e em plano nacional, apoiando o candidato Fernando Andrade para o governo federal e a Dilma para o senado.

O prefeito da cidade vizinha, tudo indica, como outros chefes de governo de municípios do Sul de Minas, são ligados ao ex-governador peemedebista, Toninho Andrade, recentemente destituído da presidência do partido, rompido com o Pimentel.

Deu hoje na imprensa, que no embalo da briga, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, demitiu assessores do vice-governador, Toninho Andrade, após ele anunciar apoio ao Antonio Anastasia.

Quem perde nesses posicionamentos pessoais é o município.

Viver é Perigoso

DE OLHO NAS PESQUISAS (E NA INTERNET)


Os políticos, principalmente os mineiros, independente de partidos, lealdade e compromissos, estão, ou colocam os seus assessores, de olho nas pesquisas eleitorais que se tornaram quase diárias. Em nível federal, alguns candidatos já foram abandonados.

Os peemedebistas, aliás, jamais mencionaram o Meirelles. O desconhecem por completo. Numa imaginada visita até Itajubá, o candidato correria o sério risco de tomar um cafezinho, solitário no Vadinho. 

Esse negócio de câmeras fotográficas embutidas no celular pode mais atrapalhar do que ajudar. Sabe-se lá o custo no futuro de uma fotografia, com todos sorridentes, tirada por um dos componentes da mesa do congresso (situada exatamente à entrada do café).

Já o Bolsonaro, certamente, seria recebido pelos poderosos da terrinha. Sabe lá...questão de educação, cortesias e claro...pesquisas. O difícil seria um contato físico. Os contatos pós-faca e o assédio dos evangélicos tornariam a missão quase impossível. Conversas particulares, só passando pelo crivo do embaixador local bolsonarista. Um grande amigo médico e homem de visão.  

Marina, talvez conseguisse encontrar com o Dinarte (Câmara Municipal), dependendo muito da agenda dele. Talvez o Dr. Zambrana e um ou outro antigo ecologista. 

Ciro, na certa, não sairia do calçadão sem arrumar umas duas encrencas das boas, com ameaças e palavrões. Possivelmente não teria a presença de ninguém em sua companhia, exceto uns dois frequentadores da "boca maldita).

O Amoedo em visita, seria recebido pela Leandra, familiares e parcela mais refinada (politicamente) da população. Nem pensar em Vadinho. Camisetas cor-de abóbora prevalecerão no Xodó, Cesários ou mesmo um Japonês da Avenida BPS. Talvez o ideal seria a realização de um chá.

O Andrade do Lula seria recebido com muito barulho. Os petistas são rápidos em providenciar ajuntamentos humanos sindicais de forma profissional. Logicamente, devidamente alimentados. Muito vermelho. Á frente, Ulysses, Odair, Celinha (sempre simpática), Leontino e algumas saudosas professoras. Certamente, dois ou três grupos de trabalho criados especialmente para traçar a visita, definirão o local do oba-oba. Ou Vadinho (muito elitizado) ou proximidades do Mercado Municipal.
Podem crer: aquele cara com a máscara do anonymous, pode muito bem ser o Fernando Pimentel. 

Mas nem imagine o tumulto que provocaria uma visita do Anastasia. Seria escoltado pelo Prefeito, pelo Presidente da Câmara, pelo Reitor, dirigentes das entidades parceiras, secretários e vereadores. Hajam selfies. Saia justíssima ? Se o Anastasia trouxer à tira-colo o Alckmin (em total desespero é capaz de chegar até Itajubá) como aconteceu esta semana em Pouso Alegre.

Praticamente, em todos os casos, ouviremos promessas e desenvolvimento tecnólogico, empregos, conclusão do aeroporto, duplicação da BR - 459, verbas para o Laboratório de Alta-Tensão, etc, etc. etc.

Esse negócio de câmeras fotográficas embutidas no celular pode mais atrapalhar do que ajudar. Sabe-se lá o custo no futuro de uma fotografia, com todos sorridentes, tirada por um dos componentes da mesa do congresso (situada exatamente à entrada do café).

Viver é Perigoso





   

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

GRAÇA PARA O CHEFE

Deu hoje no Fórum do Leitor, na página 2 do Estadão. Não sabia disso.

Quando Fernando Haddad foi perguntado se, caso eleito, daria indulto ao Lula, sua resposta foi não. Mas a questão não foi totalmente explorada, pois a pergunta tratava de indulto, que é coletivo. Acontece que no plano individual existe o instituto da graça, previsto no artigo 107, inciso II, do Código Penal Brasileiro, que diz que são três os meios de clemência: a anistia, a graça e o indulto. A graça destina-se a pessoa determinada, e não ao fato, e pode ser provocada por petição do condenado ou de qualquer pessoa do povo, do Conselho Penitenciário ou do Ministério Público, ressalvada ao presidente da República a faculdade de concedê-la. Portanto, se Haddad for eleito, poderá, isso sim, conceder ao presidiário Lula a graça, em ato isolado de poder, sem nem ter de explicar o porquê. É que a graça é um ato imotivado por princípio até os dias de hoje, pois não houve interesse de ninguém em reformá-la. Toda a armação do Lula reside no esforço de sagrar vencedor o seu candidato, pois assim o presidiário condenado por corrupção e lavagem de dinheiro estará livre pela via do instituto da graça. E o Brasil cairá em desgraça !

Izabel Avallone

Viver é Perigoso

NÃO ESCAPA UM


Ao apresentar os candidatos ao governo de Minas e à Presidência da República, Dilma disse: 

“Estou aqui com o Fernando Pimentel e com o Fernando Haddad, dois Haddads. Não, dois Pimenteis. Não, um Fernando”

Viver é Perigoso

ALZHEIMER



Dia Mundial do Alzheimer

Viver é Perigoso

NÃO ESCAPA UM


Fernando Henrique "Barrichello" Cardoso, como sempre, atrasado e em cima do muro, divulgou uma carta aos brasileiros:

Primeiro admite as besteiras feitas pelos políticos e partidos, dos quais ele faz parte de um dos principais:

"Os partidos têm responsabilidade nessa crise. Nos últimos anos, lançaram-se com voracidade crescente ao butim do Estado, enredando-se na corrupção, não apenas individual, mas institucional: nomeando agentes políticos para, em conivência com chefes de empresas, privadas e públicas, desviarem recursos para os cofres partidários e suas campanhas. É um fato a desmoralização do sistema político inteiro, mesmo que nem todos hajam participado da sanha devastadora de recursos públicos. A proliferação dos partidos (mais de 20 na Câmara Federal e muitos outros na fila para serem registrados) acelerou o “dá-cá, toma-lá” e levou de roldão o sistema eleitoral-partidário que montamos na Constituição de 1988. Ou se restabelece a confiança nos partidos e na política ou nada de duradouro será feito."

Depois vem amaciando, de certa forma, pregando que continue tudo como está. Composição política significa, no País, loteamento de cargos e divisão do butim: Já que o "picolé de chuchu" não decolou..

"Ainda há tempo para deter a marcha da insensatez. Como nas Diretas-já, não é o partidarismo, nem muito menos o personalismo, que devolverá rumo ao desenvolvimento social e econômico. É preciso revalorizar a virtude da tolerância à política, requisito para que a democracia funcione. Qualquer dos polos da radicalização atual que seja vencedor terá enormes dificuldades para obter a coesão nacional suficiente e necessária para adoção das medidas que levem à superação da crise. As promessas que têm sido feitas são irrealizáveis. As demandas do povo se transformarão em insatisfação ainda maior, num quadro de violência crescente e expansão do crime organizado. Sem que haja escolha de uma liderança serena que saiba ouvir, que seja honesto, que tenha experiência e capacidade política para pacificar e governar o país; sem que a sociedade civil volte a atuar como tal e não como massa de manobra de partidos; sem que os candidatos que não apostam em soluções extremas se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver, a crise tenderá certamente a se agravar. Os maiores interessados nesse encontro e nessa convergência devem ser os próprios candidatos que não se aliam às visões radicais que opõem “eles” contra ”nós.  É hora de juntar forças e escolher bem, antes que os acontecimentos nos levem para uma perigosa radicalização. Pensemos no país e não apenas nos partidos, neste ou naquele candidato."

Estamos lascados...

Viver é Perigoso