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terça-feira, 15 de setembro de 2015

TEMA ESPINHOSO


Tudo bem. Inclusive os alunos do Grupo Escolar Rafael Magalhães, na Boa Vista, é claro, sabem que a carga tributária no país é uma das maiores do planeta.
Por isso, pelo jeito brasileiro de ser, pela ineficácia dos controles e lógico, pela famigerada corrupção, a sonegação de impostos no país é astronômica.
Assunto chato de conversar, mas não estão longe da verdade aqueles que o lucro do negócio é o sonegado.
Aborda a questão o jornalista Ricardo Kotscho: 
 
'Existe uma fórmula bem simples e barata, que não é mágica nem utópica, para aumentar a arrecadação do governo sem precisar criar novos nem aumentar velhos impostos: basta cobrar os sonegadores. Por que não é adotada como prioridade absoluta pela equipe econômica nesta situação de emergência permanente para acertar as contas públicas?
Vejam os números.
É de R$ 30,5 bilhões o déficit projetado no Orçamento da União para o próximo ano, principal razão do rebaixamento da nota de grau de investimento pela agência de risco Standard & Poors´s e do agravamento da crise nos últimos dias.
É de R$ 500 bilhões - por ano - o valor em impostos que deixam de ser recolhidos aos cofres públicos no País, segundo os cálculos do presidente do Sindicato dos Procuradores da Fazenda Nacional, Heráclio Camargo.
Para se ter uma ideia do total do  volume de recursos perdidos que isso representa, a sonegação de impostos é sete vezes maior do que o custo anual médio da corrupção, em todos os níveis, que foi de R$ 67 bilhões, em valores de 2013, de acordo com os estudos feitos por José Ricardo Roriz Coelho, diretor-titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.
Sonegação e corrupção sempre andaram juntas para sangrar os cofres públicos, mas só se fala de Operação Lava Jato, que investiga, denuncia e prende empreiteiros e políticos, enquanto a Operação Zelotes se arrasta sem punir os fraudadores e sem recuperar os recursos desviados pelas quadrilhas que envolvem funcionários públicos e grandes empresas.
Quando foi inaugurado em março, em Brasília, o "sonegômetro" instalado por Heráclio Camargo já registrava um total de R$ 105 bilhões sonegados só este ano. Dá cinco vezes o total dos cortes a serem anunciados daqui a pouco e é o triplo do déficit previsto no Orçamento.  Deste total, o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional calcula que R$ 80 bilhões foram desviados em operações de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. E ninguém vai preso."
Ricardo Kotscho
 
Viver é Perigoso

QUE DESCANSE EM PAZ



Carta de despedida da Dilma veio em forma de pacote !

Clarin da Boa Vista

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

ENTENDA CARA-PÁLIDA !

 
- Entenda, a mudança de 10 para 17 vereadores não aumenta os custos.
 
- Não aumenta como, Cara-Pálida ? E os salários, construção de novos e equipados gabinetes, assessores, viagens... qual a mágica ?
 
- Seguinte: a anualidade que a Prefeitura repassa para nós é gorda e está cobrindo com sobras os custos dos atuais 10, tanto que devolvemos todo o ano uma bolada para o Executivo.
 
- Conclua Cara-Pálida !
 
- Então, estamos falando de diminuição e não de aumento. Teremos sucesso garantido. Iremos reduzir drasticamente a devolução de recursos para a Prefeitura. Captou ?
 
- A verdade, Cara-Pálida, é que estamos devidamente lascados.
 
E segue a sessão...

Viver é Perigoso



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CANTINHO DA SALA

Hans Baluschek - 1920

PASSAPORTE DA ALEGRIA

 
 
Quando da famosa audiência pública sobre o número de vereadores, o Caro Professor Wilson Ribeiro de Sá (foi meu professor de português em priscas eras), com muita propriedade, fez um rápido e vibrante discurso sobre o tema, estendendo-se sobre a notícia postada a seguir. Concordo com o Professor Wilson. Não dá para entender. 
 
Carolina Delboni escreveu:
              
"Tem casal indo pra Miami ter filho. Pra ter cidadania americana. Pra poder ter o famoso Green Card. O passaporte da alegria. São escolhas de vida, escolhas de futuro. A gente deve respeitar. Respeito. Mas impossível não questionar. Questionar o porquê. O que leva uma pessoa a achar que um filho americano é a salvação de sua condição de vida? Achar que isso garante a ela um futuro estável economicamente e uma boa aposentadoria? Claro que não vamos negar os benefícios de uma cidadania americana. Inegável, também. Mas desistir do seu próprio país? Será que o motivo é forte o suficiente? Cada um cada um. Porém, ainda tendo a dizer que não. Mas parece que Miami é o desejo de 7 em cada 10 brasileiros com acesso às terras norte-americanas.  
Mas já estão montando esquema por lá. Em Miami. Existe serviço especializado pra brasileira ter bebê de forma “profissa”. Isso quer dizer ter acompanhamento com médico particular, o que o sistema americano não te dá, porque atende quem estiver disponível. O serviço garante também a cesárea, caso seja um desejo da mãe. Porque no sistema americano, o mesmo de que essa pessoa quer poder se beneficiar depois, não disponibiliza cesáreas pra quem quer. Não é o desejo que conta, e sim as condições médicas. Mas esse é o serviço que se vende aos brasileiros que sonham com um futuro melhor. “Ser mamãe em Miami” chama. Fofo. 
 Em matéria recente no Globo online, médico e pediatra contam por que lançaram o serviço, e divulgam seus pacotes. Veja bem como pode ser interessante. “O natural sai por US$ 9.840 (cerca de R$ 37.800); a cesárea, US$ 11.390 (R$ 43.700); e o múltiplo (gêmeos ou mais), US$ 14.730 (R$ 56.600)”, divulga a matéria. Mas vamos ser justos. Nada de culpar o serviço desses profissionais. Ele só existe porque existe a demanda. 
 
Trecho pinçado do escrito pela Carolina Delboni
 
Viver é Perigoso

PACOTÃO DA DILMA


MOÇA BONITA

Candice

domingo, 13 de setembro de 2015

JUIZO MOÇADA


"Se o Brasil fosse um paciente internado, os médicos da UTI já o teriam diagnosticado como doente terminal", avalia o jornal britânico "Financial Time", especializado na cobertura de temas econômicos.
"Os rins têm falhado; o coração vai parar em breve. A economia está uma bagunça", segue o texto da publicação, que avalia que a desordem nas contas públicas, com gastos elevados por parte do governo, é a razão por trás da decisão da agência de risco Standard & Poor's, que rebaixou a nota de investimento do país, na última semana.
Com o rebaixamento, a nota do país caiu de BBB- para BB+ e o Brasil perdeu o selo de "bom pagador". Esse selo, que é um reconhecimento de que o país é um lugar seguro para os investidores, costuma ser exigido por fundos de investimento e de pensão bilionários para aplicar em títulos de dívida.
Ainda segundo o "Financial Times", dado o ambiente externo desfavorável, com a economia da China desacelerando, o colapso nos preços das commodities e altas taxas de juros nos Estados Unidos, o "sofrimento" do Brasil está apenas no começo.
 
Folha de São Paulo
 
Blog: Enquanto isso na Califórnia, quer dizer, na terrinha...
 
Viver é Perigoso