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terça-feira, 6 de maio de 2014

A VIDA CONTINUA


Mais do site da JovemFM e da Helibrás.

Nada como uma segunda-feira, após feriado, para esclarecer as coisas.
 
Em comunicação enviada ao Eng. Mafra (Jovem), o Sr. Carlos Battesti (Helibrás) confirmou que o Sr. Luis Inácio foi convidado pelo Grupo Airbus Helicopters, através do Instituto Lula, para fazer uma palestra sobre a conjuntura atual e as perspectivas do país aos executivos brasileiros e franceses em Itajubá.
O evento fez parte de um programa de palestras organizado pela empresa, voltado para a atualização e capacitação de seus executivos e funcionários, e que teve início com uma palestra do ex-ministro e professor Delfim Netto realizada em São Paulo.
O custo das palestras está dentro desse programa de capacitação, e a empresa se reserva o direito de não divulgar.
No caso do Sr. Luís Inácio, foi também uma oportunidade para ele conhecer as atuais instalações.
Ah!  o convite foi estendido também ao prefeito Rodrigo Riera e ao secretário de Indústria e Comércio de Itajubá, Ado Mauad.  
 
Blog:
Atualização e capacitação através de palestras do Delfim Neto e do Sr. Luís Inácio, no mínimo, aparenta ser uma estratégia empresarial inovadora.
Afinal, pode-se aprender mais com os erros do que com os acertos.
 
É a vida.
 
ER

ALGO NO AR

 
O Ministro da Secretaria Nacional da Aviação entregará hoje ao Prefeito de Pouso Alegre, Perugini, a autorização final para a construção do Aeroporto Internacional de Cargas de Pouso Alegre.
Deverá ser objeto de concorrência e, consequentemente, construído e operado por empresas privadas. O projeto inicial prevê a ocupação de 4 milhões de mts2, com pista de 3.000  x 45metros, permitindo a operação de Boeing 747. Estima-se investimentos de R$ 1 bilhão.
Repetindo: capital totalmente privado,com chineses no pedaço.
Em tempo, o Secretário das Finanças da cidade vizinha é o  ex-vereador da terrinha, Douglas Tadeu Dória, ou Padre Douglas (PT).
Quando das manobras de aproximação, provavelmente, as aeronaves de grande porte passarão nos ares de Itajubá.
O que já é alguma coisa.

ER

  

segunda-feira, 5 de maio de 2014

CURTAS HISTÓRIAS

 
Da Boa Vista, é claro.
Trata-se de uma grande verdade. Todos nós temos um dom. Em algum quesito o sujeito se destaca. Muitas vezes passa a vida sem descobri-lo. Mas que existe, existe.
Foi o caso do simpático e solicito Jorge Repibirdi. (apelido dado por um antigo aluno do IEI). Homem bom e leal funcionário da FI.
Ia e vinha, de segunda a sexta, de trenzinho da RMV, trabalhar no Pacatito. Grande colaborador da Paróquia de São José.
O maior batedor de palmas já visto no Sul de Minas.
As mãos mais pareciam pás de retroescavadeira. Mas a arte estava na formação de conchas no ângulo correto. Abertura dos braços milimetricamente coordenada. Força controlada, variando conforme a intensidade emocional do momento.
Não era um som ardido e irritante, nem tão pouco chôco.
Aplausos vibrante e entusiásticos. Contagiava a todos. De repente, todos estavam aplaudindo, não o acontecido, mas aplaudindo os aplausos do Repibird.
Maravilha.
Era convidado para aniversários, comícios políticos e uma ou outra vez, para sepultamentos. Nessas tristes ocasiões, o som das suas palmas fugindo no vento, aliviava a dor da perda.
Já no final de carreira, entrou para a Igreja Pentecostal. Ali, pode aplicar com toda a beleza o seu dom.
Certo dia, indagado sobre a sua perfeita técnica, respondeu:
Primeiro a gente tem que acreditar sinceramente no que está aplaudindo. Segundo, não usar qualquer objeto de metal nas mãos e proximidades, como anéis, alianças, pulseira ou relógio. Terceiro e fundamental, engraxar as mãos com Talco Gessy.
 
É a vida.
 
Bigodinho 


SOB A LUZ DE VELAS



Silent enim leges inter arma

"Na hora do pau comer, a lei cala o bico"

Millôr

AGORA VAI !


domingo, 4 de maio de 2014

LEVANDO "CHAPÉU"

 
Ainda vai levar tempo para que se concretize a promessa de transformar a fábrica de helicópteros da Helibras, em Itajubá, no Sul de Minas, em uma plataforma de exportação para a América Latina e África, como contrapartida à encomenda de 50 helicópteros militares EC-725 pelas Forças Armadas brasileiras por € 1,9 bilhão. Passados quatro anos desde que executivos da controladora da Helibras – Eurocopter, hoje renomeada Airbus Helicopters – anunciaram os planos de expansão da filial, o que se vê é uma investida da matriz na região, fechando contratos de venda de modelos similares aos produzidos em Itajubá.
 
Os lances mais recentes foram os anúncios de contratos no Peru e na Bolívia. No Peru, por exemplo, uma parceria com a Vector Aerospace culminou em uma nova versão de aeronave, o AS 332C1, da família Super Puma, e outros modelos estão em desenvolvimento. Para a Bolívia, foi fechado contrato para fornecimento de seis modelos AS 332 para uso militar, com entrega dos dois primeiros até 2016.
 
Ao aproveitar as oportunidades no mercado latino-americano, a matriz da Helibras praticamente limita o acesso da subsidiária aos potenciais clientes, já que aeronaves são bens que têm vida útil longa – 30 anos ou mais. Além disso, os modelos vendidos se enquadram em categoria similar à dos EC 725 (militar) e EC 225 (civil) que passaram a ser montados em Itajubá após a encomenda do governo brasileiro.
 
A assessoria de imprensa da Helibras informou que as linhas de montagem estão 100% ocupadas com a encomenda das aeronaves EC 725 das Forças Armadas brasileiras. A partir de 2017, quando se encerra o contrato, a unidade terá condições de produzir para o mercado externo
 
A prioridade da Helibras nas exportações à América Latina e África foi apresentada em 19 de março de 2010 pelo então ministro da Defesa, Nelson Jobim, durante a solenidade que lançou as obras de expansão em Itajubá, como uma das condições do acordo de cooperação firmado entre o Brasil e a França.
 
O pesquisador de assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora, Expedito Carlos Stephani Bastos, demonstra ceticismo quanto ao potencial de a Helibras se tornar uma base exportadora. “A estratégia é montar as aeronaves aqui porque é mais barato, e por vantagens logísticas. Não haverá exportação de aeronave nacional, porque não existe aeronave nacional, ela só é montada aqui. Mesmo que a matriz considere exportar via Itajubá, vejo aí um erro estratégico, porque não há escala para competir nesse mercado muito concorrido”, diz. 
 
Bruno Porto (Hoje em Dia)
 
Blog: Parece que estamos levando um belo "chapéu". É a vida...
 
ER

PORQUE HOJE É DOMINGO

 
Resiliência é um termo que tem origem na Física e denomina a capacidade de um corpo, após deformar-se pela influência de agentes externos, retornar à sua forma inicial. Do campo da Física, o termo passou a ser usado no estudo do comportamento humano, assim, resiliência hoje designa a capacidade que as pessoas têm de, diante de grandes adversidades, buscarem dentro de si um impulso vital que as ajuda a superar difíceis problemas.
Pessoas resilientes enfrentam dificuldades, não desistem de lutar, mesmo que seus problemas sejam muito difíceis como uma violência física ou psicológica, um luto, doenças, algum tipo de trauma, negligência, bullying, ou qualquer forma de abandono ou rejeição, entre muitos outros.

Será tanto mais fácil a superação das adversidades, se alguns fatores puderem contribuir, como a pessoa ter uma boa autoestima; ser otimista; ter facilidade em comunicar-se e falar de si mesma, isso porque expressar seus sentimentos para amigos, familiares ou até terapeutas pode ser um grande apoio no processo de superação.
Ao contrário, pessoas que não possuem tais características pessoais e ambientais encontrarão mais dificuldade, o que não quer dizer que seja impossível a solução de um problema. Ter autocontrole é outro fator importante, pois faz com que se mantenha o foco nas metas a serem atingidas na resolução de uma dificuldade.

É claro que não é de imediato que alguém que sofre tem consciência dessa capacidade, no entanto, para que consiga mudar, o reconhecimento do problema e a aceitação dele serão os primeiros passos a serem tomados.
Daí em diante outros fatores, ainda, serão decisivos para a mudança, como a forma que essa pessoa encara a vida, os valores que traz de sua educação, de sua formação e até de uma religião. Ter fé, coragem, ser uma pessoa obstinada e batalhadora farão dela uma pessoa capaz de transformar situações que trazem dor e sofrimento em superação e aprendizado.
Se é certo que todo mal sofrido e, posteriormente, superado só fortalece, esse é o resultado que as pessoas resilientes obtêm.

Não existem receitas prontas para a resolução das adversidades que cada um enfrenta no decorrer da vida, porém, tudo o que se carrega dentro de si pode ajudar a transformar perdas em ganhos. Experiências difíceis anteriormente vividas também dão às pessoas mais força e melhor conhecimento do que pode dar certo, ou não.
Nesse processo de transformação pode emergir daquele que luta a criatividade com a qual ele poderá elaborar seus sentimentos e descobrir nova capacidade, talvez latente em si, como desenhar, escrever, dançar, compor ou tocar um instrumento, por exemplo.

Outras pessoas, ainda, podem descobrir a iniciativa de fazer um trabalho solidário a se desenvolver como estímulo, e em prol de outras pessoas necessitadas. Aliás, é por isso que, de um problema vivido tem-se a oportunidade de infinitas mudanças na vida, pois é quando se percebe as capacidades até então desconhecidas.
Tudo isso demonstra como o ser humano é maior e mais forte que imagina. E ter consciência disso diante de uma adversidade já é um bom começo para enfrentá-la.

A resiliência, essa capacidade de superação, lembra-nos a Fênix, ave da mitologia grega, que vivia quinhentos anos e, quando morria, entrava em autocombustão e renascia das próprias cinzas. Suas características, como a força e a longa e eterna vida a se transformar, fizerem dela o símbolo do eterno renascimento e renovação espiritual. Entre muitos povos, seu significado é o da perpetuação, da ressurreição e da esperança que nunca tem fim.
E se observarmos bem, veremos que na natureza, da qual fazemos parte, tudo nasce, morre e renasce sempre. E sem fim.
 
Rita Ribeiro (Obvious)


EXPOSIÇÃO EM UBERABA