Audiência pública, realizada segunda-feira (23/5/11), em BH, para ouvir as reivindicações dos trabalhadores da Imbel.
Resumo do WebMinas:
Os boatos de que a fábrica seria fechada foram negados pelo chefe de fábrica da Imbel, coronel do Exército Paulo Roberto da Costa. Ele afirmou que foi elaborado um planejamento estratégico para 2011 a 2015, com o objetivo de modernizar e ampliar a capacidade da fábrica e expandir produtos e serviços prestados. Paulo Roberto salientou que o projeto envolve também qualificação e valorização de pessoal e argumentou que a redução de recursos para a empresa se deve às "demandas flutuantes e sazonais do setor militar".
Por outro lado, o diretor industrial da Imbel, coronel do Exército Alte Saturno Evangelista Zylberberg, explicou que os 37 funcionários ainda não receberam indenização pela demissão porque o caso está sendo analisado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo o diretor, as demissões foram decididas pelo Governo Federal em 1995 e incluem as cinco unidades no País. Os trabalhadores continuavam na fábrica por força de liminar. "Como o tribunal considerava o contrato desses funcionários nulo, não houve o pagamento de indenizações", destacou Alte Saturno. Ele justificou, também, que o governo controla a concessão de aumentos e benefícios para a Imbel porque a fábrica é considerada deficitária, ou seja, produz apenas para cobrir os custos e não gera lucro.
WebMinas (ER)



