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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

TIROTEIO NO ESCURO

Danuza Leão comentou ontem, na sua coluna no jornal FSP, algo interessante. Disse ela que se chegasse no Brasil por esses dias  um dinamarques ou um sueco (não me lembro bem a nacionalidade) e acompanhasse o noticiário, jamais entenderia essa luta desenfreada dos partidos e grupos políticos pela nomeação de um dos seus para ministro ou componente de algum outro escalão.
Vontade de servir a Nação? Compromissos com o desenvolvimento? Necessidade de ajudar o próximo? Construção de um país digno?
Lamentavelmente todos nós estamos conscientes que não se trata disso.
Os brasileiros, dos mais informados aos menos preparados, estão carecas de saber, e dúvidas não restam, que as intenções se resumem em colocar alguém compromissado na chamada "boca do caixa".
Os jornais trouxeram no final de semana repetidas informações sobre o superfaturamento de obras públicas no Brasil. 
Para onde vai o dinheiro?
Para as campanhas políticas milionárias. Para a perpetuação no poder.
E o pior?
É que achamos tudo isso normal. Não nos está incomodando mais.
A dignidade nacional está na UTI e não é de hoje. E agora?

ER 

DURA REALIDADE DA VIDA

BERNARD MADOFF

Americano de 1938. Foi presidente de uma entidade de investimento que tem (ou tinha) o seu nome. Conhecido no mercado financeiro, foi um uma das principais figuras da filantropia judáica.
Foi acusado e condenado pela fraude (pirâmide) que atingiu o  impressionante valor de US$65 bilhões e é considerada uma das maiores da história financeira mundial.
Muitos perderam dinheiro com Madoff. Praticamente todos também milionários, ávidos por ganhos extras, fora do padrão.
Todos os aplicadores, inclusive grandes bancos, sabiam dos riscos. 
Tenho como amigo o dono de um empresa empresa onde trabalhei.
Na ocasião, deixou entender que havia perdido US$12 milhões na "corrente Madoff". Na época entrou em depressão, muito embora, possuísse e possua muito mais do que o valor perdido.
Numa conversa questionei:
- A remuneração era irreal, incomum e com isso significava riscos. Por quê?
Disse ele:
- Dinheiro nunca é demais.
E prosseguindo ele disse:
-  Nunca se sabe o dia de amanhã.
Digo eu:
- Realmente.
Madoff, como todos sabem, perdeu tudo e ainda levou um prêmio de 150 anos de prisão. Esporadicamente recebe a visita de sua mulher.
No último sábado, data do segundo aniversário de sua prisão, seu filho mais velho, Mark Madoff (46 anos), que atuava como seu assessor financeiro, foi encontrado morto (suicídio) em seu apartamento em Nova York.
 
Blog: O dia-a-dia acaba nos impedindo de observar os acontecimentos ao lado. Impressionante como a história se repete.
Ás vezes penso sobre o que se passa nesse momento na cabeça do sr. Madoff.

ER

ELES DISSERAM...

Fábio Lacombe - Psicanalista

"Lula não tem seperego, tem uma coisa infantil, imatura, que faz com que conviva muito bem com uma dimensão imaginária. Ele não tem compromisso com a palavra, o importante é o jogo que ele pode fazer com as palavras, o jogo de imagens."

(Citado pelo Merval Pereira)

ER

INTOXICADOS PELA INTERNET

Deu no "O Globo" - Any Barrier

Com 10 milhões de viciados, China cria 400 centros para dependentes e usa até eletrochoques

No início de 2010, 14 jovens chineses, de 15 a 22 anos, revoltaram-se contra a administração da clínica de reabilitação onde tinham sido internados, na província de Gansu, para tratar de seu vício em jogos eletrônicos. Para mostrar sua insatisfação, eles simplesmente amarraram o diretor num poste e fugiram correndo. Mas, por falta de dinheiro, não foram muito longe. A polícia os deteve.
De volta ao centro de reabilitação, eles explicaram que a razão da fuga tinha sido o tratamento brutal, a disciplina militar e a violência física a que eram submetidos para livrarem-se do vício.
Em 2009, outro incidente semelhante num centro de tratamento do Sul da China terminou em tragédia: um jovem interno apanhou até morrer. Dois instrutores foram condenados a dez anos de prisão por homicídio.
Casos assim tendem a se disseminar pelo país. De acordo com o jornal "China Daily", já existem na China cerca de 400 centros de reabilitação onde o vício em internet é tratado com a ajuda de métodos brutais como punições corporais e eletrochoques. Isto porque a chamada "dependência digital" transformou-se num dos principais problemas de saúde pública do país.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Internet da Juventude Chinesa, sofrem de dependência virtual dez milhões dos 195 milhões de jovens (ou seja, com menos de 25 anos de idade). O dado explica a multiplicação dos centros de desintoxicação.
A China é o hoje o maior consumidor mundial de novas tecnologias, principalmente no setor de telefonia celular e de internet.
As empresas do setor estão de olho no país. Fabricante dos dispositivos eletrônicos mais desejados em todo o mundo, a Apple calcula que o número de usuários de celular chineses esteja, atualmente, em 800 milhões. E esse total vai ultrapassar o bilhão em 2020. Ou até antes.

Blog: Tudo em excesso acaba fazendo mal. Até agrado. Corre-se o perigo de termos, dentro de tempo, chineses viciados em choques elétricos.

ER



PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

(Charles Ebbets)

BLÁ, BLÁ, BLÁ...

domingo, 12 de dezembro de 2010

DANDO UM TEMPO, DANDO UM JEITO

Prezados amigos Afonsinhos

Eu continuo aqui mesmo

Aperfeiçoando o imperfeito

Dando tempo, dando um jeito

Desprezando a perfeição

Que a perfeição é uma meta

Defendida pelo goleiro

Que joga na seleção

E eu não sou Pelé, nem nada

Se muito for eu sou um Tostão

Fazer um gol nesta partida não é fácil, meu irmão

Gilberto Gil

 

Blog: Domingo. Em Brasília, 19:00 horas.

Caros amigos: Nesse exato momento está de volta, pela graça de Deus, na terrinha, o zelador após uma passagem pelo estaleiro. Fica devendo para todos os amigos a solidariedade, o carinho e as orações. Estando bem, lhe preocupará um pouco doravante, sarampo, coqueluche e alastrim. Coisas de crianças.

Abraços,

ER


























PORQUE HOJE É DOMINGO


OLHE PARA CIMA

Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente aberto em cima, o pássaro, apesar de sua habilidade para o vôo, será um prisioneiro. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo
com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano, tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.
Um zangão, se cair em um pote aberto, ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente, de tanto atirar- se contra o fundo do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima.
Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima! E lá estará DEUS, pronto para te ajudar, à distância apenas de uma oração.

Enviado pela Beta.

"Elevo os olhos para os montes: de onde virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra."
Salmo 121: 1, 2

ER