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terça-feira, 21 de julho de 2026

MOVIMENTO LEGNDÁRIOS


A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) vai decidir, no fim deste mês, se o movimento Legendários - que se apresenta como uma iniciativa para “restaurar o verdadeiro potencial masculino” - pode ser considerado incompatível com os princípios doutrinários da denominação.

A discussão está prevista para ocorrer durante o Supremo Concílio, que começa no próximo domingo (26). Esse é um dos temas em pauta na reunião quadrienal do Supremo Concílio, instância máxima da denominação. O encontro começa no próximo domingo, com a expectativa de atrair a Manaus mais de 1.600 representantes de 404 presbitérios espalhados pelo país.

A análise será baseada em um parecer elaborado pelo Sínodo do Tocantins. O texto recomenda que integrantes da IPB, entre eles pastores, presbíteros e diáconos, deixem de participar ou incentivar o Legendários.

Na avaliação dos autores do documento, o programa contraria a tradição reformada das igrejas protestantes históricas, como a presbiteriana e a metodista. . Caso seja aprovado pelo Supremo Concílio, o documento servirá como orientação oficial para toda a Igreja Presbiteriana do Brasil.

Para quem está chegando agora, o Movimento Legendários surgiu na Guatemala em 2015, fundado por Chepe Tupzu, um ex-pastor da Igreja Casa de Deus. Trazido ao Brasil em 2018 pelo pastor Ricardo Bernardes. Apresenta-se como uma resposta às "crises de masculinidade" e à "fragilidade espiritual" dos tempos atuais, o movimento promove uma narrativa de "transformação espiritual".

Viver é Perigoso

Um comentário:

Anônimo disse...

A interpretação evangélica pentecostal cristã é a pior desgraça que aconteceu no Brasil. Pior até que o catolicismo. Esse "evangélico" acaba com o pais. Instaura o empreendedor uber. Prega o individualismo. A meritocracia. Mas - essa ala fundamentalista, ignorante e louca - é ainda pior para os protestantes tradicionais (que de "crentes" viraram também "evangélicos").