As IAs, seus possíveis males e as religiões
Como sempre, ou pelo menos nos últimos anos, os Papas estão surpreendendo. No caso Leão XIV na sua última Encíclica Magnifica Humanitas (no aniversário de uma encíclica famosa a Rerum Novarum do Papa Leão XIII logo depois do início de outra grande transformação:
A Revolução Industrial 1.760 - 1.840) que aborda a salvaguarda da pessoa humana na era da Inteligência Artificial (IA) tocando nos seguintes pontos principais:
1- Que a IA não tenha lógica de exclusão, dominação sobre países e povos e guerras. “Um desarmamento” como o ocorrido na área nuclear.
2- Não acionamento de algoritmos autônomos que possam negar a saúde, trabalho, educação e segurança das pessoas com dados oriundos de preconceitos ou sistema autônomos fora de controle. A dignidade humana deve sempre prevalecer.
3- A tecnologia nova deve servir ao ser humano e não substituí-lo em nome do lucro, defendendo que os sistemas sejam focados na pessoa humana.
4- Combate aqui também a desigualdade que as tecnologias não devem ficar concentradas apenas nas mãos de poucos, aumentando a disparidade a desigualdade e a concentração de renda.
Vendo a IA só sobre o aspecto religioso, tecnologias de IAs, como não poderia deixar de ser dado o seus alcances, têm buscado simular conceitos religiosos. Mas vimos manifestações semelhantes de outros líderes religiosos pelo mundo? da mesma magnitude do Papa? Não.
Riscos estão todos por aí, em todas as áreas do conhecimento e dos comportamentos humanos.
E o que mais assusta é a constatação de que essas novas tecnologias são uma força avassaladora que nós não podemos controlar. Podemos e devemos cobrar das grandes Bigs Techs colaboração com governos e a sociedade por um mínimo de regulação.
O exemplo dos danos das grandes Redes Sociais estão a vista de todos. E convenhamos IAs sem controle serão muito pior.
Observador de Cena
Viver é Perigoso
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário