Translate

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

CANTINHO DA SALA

 


Lena Krassner, simplesmente Lee Krasner pintora americana expressionista abstrata, nasceu em 1908.

Em 1928, quando terminou sua formação básica, Lee Krasner entrou para a Academia Nacional de Desenho, formando-se em 1932. Começou a estudar arte moderna aprendendo os componentes da composição, técnica e teoria.

Em Outubro de 1945 ela casou com o também pintor expressionista abstrato Jackson Pollock.

Lee Krasner tomou o barco em 1984. Estava com 75 anos.

Krasner foi interpretada por Marcia Gay Harden na cinebiografia Pollock, no ano de 2000. Pelo papel, a atriz conquistou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2001.

Viver é Perigoso

terça-feira, 4 de agosto de 2026

POESIA NESSA HORA ?

 


Dedução - Vladimir Maiakovski


Não acabarão com o amor,

nem as rusgas,

nem a distância.


Está provado, 

pensado, verificado.

Aqui levanto solene

minha estrofe de mil dedos

e faço o juramento:

Amo firme,

fiel

e verdadeiramente.


Viver é Perigoso

CLEITINHO COM CONVICÇÃO



Cleitinho ontem 3 de agosto

“Peço perdão, mas meu momento não tá fácil para mim, pra minha família, e não adianta entrar numa campanha agora do jeito que eu tô”. Não adianta eu querer cuidar de vocês. Vocês não estão cuidando de mim, não estão cuidando cuidando da minha família. Eu tenho que ser honesto com vocês, eu tenho que falar a verdade”.

Cleitinho hoje 4 de agosto

“Eu quero ser candidato a governador e peço humildemente ao presidente que nos dê essa vaga. Eu não vou decepcionar o partido, não vou decepcionar o senhor, presidente. Vou aumentar essa bancada mineira dentro do partido e trabalhar principalmente pelo povo mineiro”, afirmou.

Viver é Perigoso

MERCADO LÓGICO



Mais um pouco sobre as tarifas do Donald

Vamos falar um pouco do PIX.

A solução mais apreciada de transações bancárias pelos brasileiros. No centro da discussão sobre o recente tarifaço de 25% do Donald. Ele quer a hegemonia sobre os meios de pagamentos. O sucesso do PIX e sua tendência de se espalhar pelo mundo assusta o norte americano.

Por que? Embora o embate tenha origem na pseuda guerra comercial com os Estados Unidos. A discussão também gira em torno de influência geopolítica. Soberania digital. E monetária. Os americanos querem manter controle sobre os sistemas de pagamento pelo mundo porque isso lhes dá influência geopolítica. Como aplicar sanções sobre pessoas. Instituições. Empresas e membros de governos sem esse controle total? Recentes sanções aplicadas a brasileiros no outro tarifaço do ano passado mostraram dificuldades de implementação prática. P. Ex. sobre o Ministro Alexandre de Moraes e família.

Muito difícil fazer empresas não americanas cumprirem esse tipo de determinação. As leis americanas podem não valer internamente em outros países Já empresas de cartões como Visa. Mastercard. As gigantes Google. Apple são obrigadas a seguir decisões do governo Donald. Na prática, a possibilidade de que países criem suas próprias redes de pagamento. E as conectem entre si reduz a capacidade de o governo americano aplicar suas regras e sanções fora de seus domínios territoriais.

Como dizem especialistas a ação contra o PIX “é geopolítica pura” e nada de guerra comercial. E quem controla os trilhos do dinheiro, controla mais que o sistema bancário. Que controle Donald teria sobre o PIX brasileiro? Nenhum.

Após o governo do Donald confirmar a aplicação de uma tarifa de 25%, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, chegou a comparar o sistema ao saneamento básico ao defender o PIX. "Seria mais ou menos como tentar dizer que criar saneamento básico comprometeria receita de caminhão-pipa."

Na contra mão do Donald a Mastercard diz que o PIX é uma inovação importante e que continua comprometida em investir no Brasil. Mesmo no rastro da expansão do PIX em 2025. As administradoras de cartões movimentaram R$ 4,5 trilhões. Um crescimento de 10,1%. Caindo por terra a argumentação de concorrência desleal.

O Banco Central brasileiro já firmou acordos de cooperação técnica com mais de 47 bancos centrais. Para exportar a tecnologia do PIX. E auxiliar outros países a desenvolver seus próprios sistemas.

Como diriam por aqui... pois é ... Donald sem poder no futuro. 

Preocupação geral nas hostes donaldianas.

Mercado-Lógico

Viver é Perigoso

COMPLEXO


 Viver é Perigoso

É DISCO QUE EU GOSTO


Essa música me leva de volta no tempo. Salto lá por 1958, quando da minha casa, no final da Rua Jayme Riera, dava para captar perfeitamente o som que vinha de um circo, sucessso na época, instalado no Morro Chic, no terreno onde funciona a Estação Rodoviária. Marcou e me segue pela vida afora e confesso, sem saudade. Foi um tempo complicado.

"Little Darling", cá entre nós, "Queridinha".

Usando, unico caminho na época, o rádio, fiquei sabendo o nome e o conjunto americano que a gravou no início de 1957. Aliás, depois eu soube, que havia sido gravada poucos meses antes, por outro conjunto chamado Gradiolas, com sucesso relativo.

Mais adiante, a nossa Little Darling foi interpretada pelo Monkees, pela Joan Baez e até pelo Elvis Presley.

A versão dos Diamonds alcançou o segundo lugar em vendas por oito semanas na Billboard Hot 100 e foi classificada como a música nº 3 do ano de 1957.

Marcou.

Viver é Perigoso

ZÉ FERINO



Conversa semanal com o Sr. Zé Ferino, que acontece às terças, na Barraca de Pastel na Feira Livre da Boa Vista, é claro.

- Éhhh...Sr. Zé, já voltaram as conversas desconfiando das urnas eletrônicas.

- Camarada, você já reparou que esse pessoal que fala bobagem sobre as urnas eletrônicas nas eleições brasileiras não têm confiança nos seus candidatos e até sabem que não têm chances de ganhar e usam como desculpa, já com antecedência. Ficaram caladinhos quando no passado um dos seus preferidos foi eleito. Quando aconteceu, aí sim, tudo era confiável.

- Éh... Sô Zé... tem razão. Interessante que são sempre os mesmos. 

Viver é Perigoso 

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

NOS ENCONTRAREMOS LÁ

 


Imagine um restaurante que propõe refeição só com sobremesas.

Sim, funciona em São Paulo já tem dois anos. Fica na Simão Álvares 421, em Pinheiros. Funciona de segund a sábado das 12 às 19 horas. Bom reservar pelo 011- 93941-0971.

Diz o chefe Rodrigo Ribeiro:

Muita gente imagina apenas doçura, mas a equipe do Ara trabalha com acidez, amargor, notas tostadas, fermentados, ervas, castanhas e diferentes temperaturas, driblando o excesso de açucar sempre que possível. Enfim, o açucar não é o protagonista.

Recomenda-se a "fuego" inspirada nos quatro elementos da natureza, com notas defumadas, picantes e tostadas. Couve e uva e gergelim preto. (fsp)

Viver é Perigoso