Para mim quem inventou foi o Sr. Edson Arantes do Nasimento, que ficou conhecido como Pelé e aconteceu na Copa do mundo de 1958, que, com 10 anos de idade primeiro no rádio e depois no cinema. Na televisão, só mais adiante.
Falo do "chapéu".
No futebol o drible denominado "chapéu", também chamado de lençol, banho de cuia e também sombrero, consiste em erguer ou chutar a bola por cima da cabeça do adversário e correr para recuperá-la do outro lado.
Na vida do dia a dia, sendo perfeitmente entendível a razão, a expressão pegou firme e tornou-se quase um sinônimo, com o entendimento totalmente diferenciado com o acompanhamento antecedendo o chapéu, o "deu" ou "levou"
"Deu o chapéu", vai além da jogada do craque do futebol, beirando o vivo o esperto e até mesmo (quase sempre) vigarista.
"Levou o chápeu" leva ao distraído, confiante em excesso e em muitos casos, trouxa.
Na poítica, de qualquer dos jeitos é complicado o uso.
Entendível o candidato Luís Inácio andar de chapeu sendo a razão, um tratamento médico na cabeça. Mas em campanha para lá e para, a acessoria de marketing poderia sugerir o uso de uma boina, daquela do Sherlock. Chic.
Em tempo, o chapéu Panamá é um clássico que foi utilizado num passado distante por chefes de Estado, estrelas de Hollywood e celebridades em dia de sol e calor. Éra sinônimo de estar na moda com elegância e estilo.
O legítimo Panamá é feito no Equador. Seu nome vem do sucesso de sua comercialização na época da construção do canal do Panamá, no início do século passado. Confeccionado artesanalmente, o chapéu mais fino do mundo é produzido com as folhas da palma toquilla, originárias das regiões costeiras do Equador.
Foi usado (ajudou a sua fama) pelo Presidente americano Roosevelt, por Santos Dumont, pelo Dr. Wenceslau Braz e dizem que desde os tempos dele, um "panamá legítimo" jamais um "panamá legítimo" pisou em Itajubá.
Viver é Perigoso

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