A vida imitando a arte. Ou o contrário.
7ª arte no centro do debate político brasileiro em dias recentes e por que?
Pela produção do filme Dark Horse que relataria a vida do ex presidente Jair Bolsonaro, com valores expressivos na produção e muito acima de qualquer filme nacional já produzido, até os mais premiados.
No centro protagonizando a película como Bolsonaro o ator americano Jim Caviezsel.
Famoso por séries como Pessoas de Interesse (Person of Interest) E o Paixão de Cristo (2004) com direção de Mel Gibson em que ele interpreta Jesus nos seus últimos momentos.
Filmes sobre biografias são financiados e patrocinados diretamente pelos familiares. O caso aqui não foge à regra, mas com o agravante de familiares terem buscados recursos com uma figura altamente tóxica com Daniel Vorcaro. Poderiam ter ido nos recursos da Lei Rouanet, mas muitas críticas a ela o impediram, sendo que no final ficou pior. Vorcaro em vez de Rouanet.
Mas voltando à película e o ator fica evidente a qualidade do mesmo Jim. Realmente é uma proeza interpretar Jesus na sua agonia e pouco tempo depois interpretar o ex presidente Jair enaltecendo sua figura. Notando que a produção tem um fim claramente eleitoral, coincidindo seu lançamento com o auge das eleições.
Com toda essa polêmica será que o filme será realmente lançado? Até porque milhões de dólares já foram gastos, como uma novela global, que todo mundo comenta, vamos aguardar os próximos capítulos.
Ate´mais,
Amigo Cinéfilo
Viver é Perigoso
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