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quarta-feira, 25 de maio de 2022

O ÚLTIMO TREM


Nunca esqueço daqueles que me apresentaram músicas inesquecíveis. Já falei de quando o Luzimar Riera me recomendou Stella by Starlight, com o Ray Charles, ao lado do seu colega José Carlos Goulart, na "república" num sobrado, em frente da Padaria Soberana. Como também, quando conheci via Marcos Berti, estudando à noite em sua casa, Whitout You, com o Harry Nilsson. Sem falar do Roberto Lamoglia e o primeiro disco do João Gilberto, na Praça de Esportes -ITC.

Lembrei-me do início de 1967, caminhando sobre os dormentes da ferrovia que seguia no que é hoje, o canteiro central da Av. Capitão Gomes, na Boa Vista, é claro. Seguíamos para o curso científico noturno no Colégio Estadual, eu e meu colega e grande amigo, Humberto Chiaradia, que me falou dos Monkeys e da música "Last Train to Clarksville ". 

Marcante.

Viver é Perigoso

TEMPOS ESTRANHOS


O Sr. Jair  vetou a inscrição do nome da psiquiatra Nise da Silveira no livro de Heróis e Heroínas da Pátria. O veto foi publicado no Diário Oficial da União de hoje (25). A decisão ocorre uma semana depois que é lembrado o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, em 18 de maio.

Postado no Viver é Perigoso - 16 de setembro de 2021

MOÇA BONITA



Afeto, como forma de tratamento.

Nise da Silveira, nascida em 1905 em Maceió. Formada em 1931 na Faculdade de Medicina da Bahia, sendo a única mulher numa turma de 157 alunos. Foi uma médica psiquiatra brasileira. Reconhecida mundialmente por sua contribuição à psiquiatria, revolucionou o tratamento mental no Brasil. Foi aluna de Carl Jung. Está entre as primeiras mulheres no Brasil a se formar em Medicina.

Casou-se nessa época com o sanitarista Mário Magalhães da Silveira, seu colega de turma na faculdade. Mudaram para o Rio de Janeiro, onde teriam mais oportunidades de trabalho.

Na então capital do Brasil, Nise se engajou nos meios artístico e literário, voltados para área médica, com diversas publicações dos avanços da medicina.

Dedicou sua vida ao trabalho com doentes mentais, manifestando-se radicalmente contra as formas que julgava serem agressivas em tratamentos de sua época, tais como o confinamento em hospitais psiquiátricos, eletrochoque, insulinoterapia e lobotomia.

Um dos tratamentos desenvolvidos por Nise da Silveira foi a expressão dos sentimentos pelas artes, especialmente em pinturas. Além da arte, o contato com cães e gatos também foi um dos tratamentos introduzidos por Silveira no Brasil. Os pacientes podiam cuidar dos animais que estavam nos espaços abertos do centro, estabelecendo vínculos afetivos.

Durante a Intentona Comunista (1935), denunciada posse de livros marxistas, foi levada ao presídio Frei Caneca por 18 meses, período em que conheceu no presídio a revolucionária Olga Benário e o autor alagoano Graciliano Ramos. Este chegou a mencioná-la na obra Memórias do Cárcere.

De 1936 a 1944 permaneceu com seu marido na semi-clandestinidade, afastada do serviço público por razões políticas. Em 1944 foi reintegrada ao serviço público e iniciou seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional Pedro II, no Rio de Janeiro, onde retomou sua luta contra as técnicas psiquiátricas que considerava agressivas aos pacientes.

Nise da Silveira estudou no "Instituto Carl Gustav Jung" em dois períodos: de 1957 a 1958, e de 1961 a 1962.

Nise, tomou o barco em 1999.

Assista na Netflix o filme “Nise - O coração da Loucura”, dirigida por Roberto Berliner e estrelada pela atriz Glória Pires.

Por oportuno, a Dra. Nise foi homenageada com sua imagem pintada no, agora famoso, Muro da Unifei.

Rogamos para que o pessoal local, extremista de direita (ou algo assim), que faz campanha para que a imagem do educador Paulo Freire seja apagada do mesmo muro, não descubra o passado comunista da Dra. Nise da Silveira, por que senão...

Tempos estranhos.

Viver é Perigoso

OH ! MINAS GERAIS


O deputado Lincoln Portela (PL-MG) foi eleito hoje(25) novo vice-presidente da Câmara dos Deputados.

A eleição aconteceu dois dias após o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), ter destituído do cargo o deputado Marcelo Ramos (PSD), crítico crítico do Jair.

Ramos era filiado ao PL, mas deixou o partido e migrou para o PSD quando Bolsonaro se filiou à legenda.

Deputados Odair Cunha (PT) foi eleito para a  segunda secretaria.

Em tempo, para os que estão chegando agora, Portela é mineiro de Belo Horizonte há 69 anos. É desde 1992, presidente da Igreja Batista Solidária. A política envolve a família, uma vez que seu filho, Leo Portela é deputado estadual e sua mulher, Marilda Portela é vereadora.

Portela já foi do PST, do PSL, do PR, do PRB e hoje no PL.

Viver é Perigoso 

PENSANDO BEM...




Certo está o Dória que desistiu. Estou pensando nisso.

Viver é Perigoso

PETROBRÁS - TEMOS VAGA


 Viver é Perigoso

terça-feira, 24 de maio de 2022

GENTE COISA É OUTRA FINA


Viver é Perigoso

CASABLANCA DIFERENTE


Viver é Perigoso

É O ZÉ PEREIRA

 

 Ribeirão José Pereira no Pinheirinho (BPS)

Destaque nos projetos de futuro na cidade, poucos sabem (eu não sabia) de onde saiu o Zé Pereira que dá o nome ao canal.

José Manuel Pereira Guimarães, cidadão nascido em Portugal, capitalista e fazendeiro . Hoje, dia 24, completam 138 anos que o Sr. Zé Pereira tomou o barco.

Fonte: Armelim Guimarães

Viver é Perigoso