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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

MOÇA BONITA


Flávia Arruda (PL) acaba de ser eleita presidente da Comissão Mista de Orçamento, que precisa debater a LOA de 2021. Ela será a primeira mulher a assumir o comando do colegiado.

Flávia, esposa do ex-governador José Roberto Arruda.

Viver é Perigoso 

AMANHÃ

 


Onde fica o aeroporto ?

- É ali !

Em árabe: "Al -Ahly !

Viver é Perigoso

REUNIÃO


 Viver é Perigoso

JUÍZO MOÇADA !


Ao passar a Prefeitura Municipal de Itajubá para o seu aliado e sucessor Christian Gonçalves, o ex-prefeito Rodrigo afirmou em entrevista que estava deixando R$ 45 milhões em caixa.

Muito bom.

Ontem (9), foi confirmado pela imprensa, que segundo dados do Tesouro Nacional e do Banco Central, os Estados e municípios fecharam 2020 com quase o dobro de dinheiro em caixa em relação ao ano anterior.

De acordo com as duas instituições, o saldo de estados e municípios passou de R$ 42,7 bilhões em 2019 para R$ 82,8 bilhões, no fim do ano passado, uma alta de 94%. Trata-se da maior disponibilidade de caixa para prefeitos e governadores em ao menos 19 anos. 

“Esse fôlego ocorreu graças a três eventos extraordinários:

 - à transferência realizada pela União; 
 - ao pagamento do auxílio emergencial; 
 - e à suspensão da dívida dos estados. 

Ao todo, estados e municípios receberam R$ 60 bilhões em quatro parcelas, pagas entre junho e setembro, segundo os dados do Tesouro e do BC. Como contrapartida, os entes da federação ficaram proibidos de conceder reajustes salariais aos servidores até o fim de 2021.

Além dos repasses, estados e municípios tiveram, ao longo de 2020, a suspensão do pagamento das dívidas com a União, também no valor de R$ 65 bilhões. Ou seja, no total, o pacote de ajuda se aproximou dos R$ 125 bilhões.

Para a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão atrelado ao Senado Federal, os dados do Tesouro Nacional evidenciam que o socorro da União acabou sendo mais generoso do que o necessário. Isso porque as arrecadações estaduais e municipais caíram bem menos do que o previsto no início da pandemia – em alguns casos, até cresceram. 

O grande impulsionador foi o auxílio emergencial, que alavancou o consumo e turbinou a arrecadação do ICMS, no caso dos estados, e do Imposto Sobre Serviços (ISS), no caso dos municípios.

Nesse cenário, o governo federal fechou 2020 com um rombo de R$ 745,3 bilhões nas contas públicas. Já estados e municípios foram na contramão e apresentaram um resultado positivo de R$ 38,7 bilhões.

Economistas e o próprio Tesouro Nacional alertam que, apesar do alívio momentâneo no caixa de Estados e municípios, esses governos têm registrado piora na contabilidade nos últimos anos. O cenário tem forte relação com o aumento das despesas com o funcionalismo público – o que reforça a necessidade de reformas estruturais.

Em tempo: Os Estados e municípios devem ter voltado, a partir de 1º de janeiro, a pagar as parcelas da dívida que têm com a União.

Dados G1

Viver é Perigoso

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

E NÓS DAQUI DA TERRINHA ?



Objetivo é distribuir as próximas doses conforme a faixa etária. Nessa terça (09) a Regional de Saúde recebeu remessa que já deve ser usada em idosos acima de 90 anos, casos os primeiros grupos prioritários já tem recebido a vacina

A prefeitura de Pouso Alegre divulgou nesta terça-feira (09) um link onde os idosos com mais de 60 anos do município devem se cadastrar para orientar a vacinação contra a Covid-19. 

A secretaria municipal de Saúde vai usar o número de cadastrados para destinar as doses que a cidade receber, de acordo com a faixa etária de cada etapa da vacinação.

O cadastro deve ser feito através de um formulário na internet disponível neste link: VACINA POUSO ALEGRE

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CANTINHO DA SALA

 

Amedeo Modigliani - Retrato de Pablo Picasso, 1915.

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POST COMPARTILHADO PELA UNICEF

A médica Maria Flávia Saraiva se vacinou no último dia 22 de janeiro contra a covid-19 e resolveu compartilhar o momento em sua conta no Instagram. A ideia, mais do que dividir um momento pessoal, era "dar o exemplo".


"Essa menina da primeira foto, com o lado esquerdo do corpo paralisado (olhem o bracinho torto) é a minha mãe, enquanto se recuperava da poliomielite, a paralisia infantil, há mais de 60 anos.. Nesses anos de trabalho eu nunca vi, atendi ou soube de algum caso de criança com essa doença, pois ela é considerada erradicada do país desde 1989, graças às campanhas de vacinação!" (O último caso de pólio registrado no Brasil foi em 1989, e em 1994 o país recebeu certificado de eliminação da doença)."

Ela vive em Sorocaba (SP) e trabalha como médica da família em dois municípios do interior paulista com realidades diametralmente opostas.

Indaiatuba está entre os maiores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, na 76ª posição entre os 5.572 municípios, enquanto Capela do Alto está quase duas mil posições abaixo.

Esta última tem cerca de 20 mil habitantes, uma população rural em sua maioria, muito desassistida e com alto índice de analfabetismo. "Às vezes é preciso desenhar a receita para o paciente", ela conta.

Nesse sentido, Maria Flávia acredita que os profissionais de saúde têm obrigação de combater a desinformação e as notícias falsas. Especialmente nos locais em que as populações têm acesso mais difícil a informação clara e de qualidade.

Mas não só. Não foram poucas as vezes em que ela teve que desmistificar nas unidades de saúde dos dois municípios as "fórmulas milagrosas" contra a covid-19 - de bicarbonato de sódio a cloroquina - que, na verdade, não têm qualquer eficácia comprovada contra a doença e, em alguns casos, podem causar efeitos colaterais ou dano à saúde dos pacientes.

Por sugestão de uma amiga, Maria Flávia marcou a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), que há décadas lidera campanhas globais de vacinação infantil.

Poucos dias depois, a organização entrou em contato com a médica por mensagem direta e pediu permissão para reproduzir o conteúdo, com o texto traduzido para o inglês. Desde então, o post foi curtido por quase 41 mil pessoas.

Ela faz questão de responder aos colegas médicos que nos grupos de WhatsApp ou nas redes sociais defendem o uso de medicamentos sem eficácia comprovada contra covid-19 ou os que dizem que não vão se vacinar e tentam levantar dúvidas sobre os imunizantes. "Já entrei em discussões acaloradíssimas", conta.

"Mas uma coisa é receber notícia falsa do meu tio que mora no interior de Minas, outra coisa é quando vem dos próprios profissionais da saúde", ela completa.

A médica chegou a pedir demissão de um outro emprego, em meados do ano passado, por discordar da decisão da prefeitura de prescrever uma série de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19 a pacientes com a doença. Sentindo-se pressionada, a médica conta que a gota d'água aconteceu quando ela atendeu um paciente que, em sua avaliação, apresentava severos efeitos colaterais resultantes do "tratamento profilático". O homem de meia idade, diz ela, voltou à unidade de saúde dois dias depois de iniciar os medicamentos, sentindo-se pior. Ele vomitava e tinha a função do fígado alterada - um quadro claro de intoxicação medicamentosa.

"Decidi que não seria conivente com aquilo, não vou fazer o que não acredito. A medicina é uma ciência, a gente precisa de provas científicas (de que os medicamentos de fato funcionam)", diz ela, que pediu demissão depois de quatro anos no cargo.


Sobre a política do "mal não faz" abraçada por muitos daqueles que têm tomado remédios contra vermes e parasitas, por exemplo, achando que estão fazendo um tratamento profilático contra a covid, ela rebate: "Faz mal sim. Tem efeitos hepáticos muito graves."

Viver é Perigoso

MOMENTOS MÁGICOS


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