Pois é...por falta de aviso é que não foi:
"A troca de diretoria está mudando a Fiemg muito mais que o esperado. A sucessão na maior entidade empresarial do Estado não teve disputa, com a eleição de uma chapa única liderada pela oposição e apoiada pela situação. Mas, na prática, o grupo que ascendeu ao comando vai varrendo o anterior.
O novo presidente Flávio Roscoe assumiu com organograma amplamente renovado: mudaram 11 dos 15 vice-presidentes, o conselho fiscal, cargos de diretoria, gerências, etc. Apesar da aparente unidade, o que ocorre é uma virada de ciclo, com o fim do mando de 16 anos do grupo ligado a Robson Andrade, presidente da CNI, e o início da era Roscoe, ainda uma incógnita.
Uma das decisões iniciais de Roscoe, já antecipada a jornalistas, é romper o acordo do Senai mineiro com a CNI para construção de laboratório de alta tecnologia em Itajubá.
As obras foram anunciadas por seu patrono, Robson Andrade, durante a posse de Roscoe. Mas a nova cúpula da Fiemg resolveu retirar o apoio ao projeto, que custa mais de R$ 1 bilhão e beneficiaria poucas empresas.
Além disso, a nova direção da Fiemg não quis manter Robson como o seu representante na CNI. O que deixa ele, Robson, em posição vulnerável na presidência da entidade nacional, já que um dos requisitos para o seu cargo é representar uma federação estadual.'
Raquel Faria - O Tempo
Blog: É obrigação da liderança local agir localmente, mas raciocinar em termos globais.
Viver é Perigoso