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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

AGUARDEM !


Ouvido hoje na Boa Vista, é claro :

Qualquer hora dessas, quando o assunto esfriar, o Lula vai aparecer e esclarecer a razão do seu estranho e prolongado silêncio sobre as denúncias.

- Eu estava com dor de garganta.

Viver é Perigoso

NADA CONSERVADOR


Sabe-se lá a razão, mas outra tentativa feita pela prefeitura de "passar nos cobres" terrenos e prédios públicos. Na certa, continuarão a insistir na venda dos imóveis.
Já que não há existe meios de fazê-los mudar de ideia, mais uma vez; vamos tentar sugerir uma maneira do possível e difícil dinheiro advindo das transações não escoar pelo ralo do dia a dia.
Poderiam permutar, nos moldes da construção do Teatro, imóveis relacionados para venda, pela reconstrução da Praça de Esportes, pelas rotatórias diversas projetadas, ou outro projeto de interesse da cidade.
Nada conservador.

Viver é Perigoso 

ESTAMOS LASCADOS



Brasil no Serasa !

Clarin da Boa Vista

NE NUNTIUM NECARE



Conta história que Dario III, rei da Pérsia, cometeu erros de estratégia de guerra quando derrotado por Alexandre, o Grande. Informado do possível infortúnio de suas estratégias por Charidemos, Dario III mandou matá-lo. Também, Gengis Khan, valorizava, mas temia os mensageiros, pois quando a mensagem trazida era ruim, ou não poderia ser espalhada, Gengis Khan não titubeava em matar o mensageiro na hora. Assim, surgiu o provérbio latino “Ne nuntium necare”: Não mate o mensageiro.

Viver é Perigoso

TÁ NEM AÍ


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

SÓ BLUES !

ESQUERDA E DIREITA


Olin-Pin, abastado negociante de óleos e arroz, vivia numa imponente mansão em Kin-Tipê. A sua posição social e a sua mansão só não eram perfeitas porque, à direita e à esquerda da propriedade, havia, há algum tempo, dois ferreiros que ferreiravam ininterruptamente, tinindo e retinindo malhos, bigornas e ferraduras. Olin-Pin, muitas vezes sem dormir, dado o tim-pin-tin, pan-tan-pan a noite inteira, resolveu chamar os dois ferreiros, e ofereceu a eles 1000 iens de compensação, para que ambos se mudassem com suas ferrarias. Os dois ferreiros acharam tentadora a proposta (um ien, na época, valia mil euros) e prometeram pensar no assunto com todo empenho.
E pensaram. E com tanto empenho que, apenas dois dias depois, prevenidamente acompanhados de oito advogados, compareceram juntos diante de Olin-Pin. E assinaram contrato, cada um prometendo se mudar para outro lugar dentro de 24 horas. Olin-Pin pagou imediatamente os 1000 iens (que a essa altura já eram 10.000) prometidos a cada um e foi dormir feliz, envolvido em lençóis de seda e adorável silêncio. Mas no dia seguinte acordou sobressaltado, os ouvidos estourando com o mesmo barulho de sempre. E, quando ia reclamar violenta e legalmente contra a quebra de contrato, verificou que não tinha o que reclamar. Os dois ferreiros tinham cumprido fielmente o que haviam prometido. Ambos tinham se mudado. O ferreiro da direita tinha se mudado pra esquerda e o da esquerda tinha se mudado pra direita.

MORAL: CUIDADO QUANDO A ESQUERDA E A DIREITA ESTÃO DE ACORDO.

Millor

Viver é Perigoso

PONTO FINAL

Nosso Diretório 
DESAPROPRIAÇÃO DO DIRETÓRIO ACADEMICO - NOTA DA REITORIA DA UNIFEI
assunto sobre a possível desapropriação da sede do Diretorio Acadêmico (DA), atual Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), tem sido objeto de manifestações variadas tanto nas redes sociais, quanto em matéria recente no Jornal O Sul de Minas, com notas do próprio DCE e da Associação de Ex-alunos da Unifei (ADUNIFEI) e mesmo da Prefeitura Municipal de Itajubá.
De fato, em minha condição de Reitor da Unifei, assim como na de ex-aluno, a mera possibilidade de que uma desapropriação da sede histórica de nosso Diretório Acadêmico possa ocorrer, provoca-me genuíno espanto e consternação. Pelas reuniões que tenho participado e pelas manifestações que tenho conhecimento ouso dizer que essa percepção é compartilhada pela grande maioria dos ex-alunos da Unifei, bem como por parte da nossa comunidade acadêmica.
Para bem expressar um pouco sobre a importância dessa belíssima história que foi o esforço coletivo para construção da sede do DA e sua existência ao longo dos anos e décadas em nossa cidade, gostaria de apresentar alguns dados que podem ser úteis àqueles que possivelmente aventem a possibilidade de uma desapropriação.
A sede do DA foi construída em meados do século passado com doação de terreno e sua construção realizada pelo esforço conjunto de alunos, ex-alunos com a participação efetiva de parte da própria comunidade itajubense. Apenas para registro, foi na gestão de Aureliano Chaves – nosso caro ex-aluno e Vice-Presidente da República – a quem coube finalizar a construção e inaugurar a sua sede em 1951 e que, junto com uma comitiva de estudantes, foi recebido por Getulio Vargas, então Presidente da República, para uma reunião que iniciou as tratativas para a federalização do IEI (Instituto Eletrotécnico de Itajubá)para se tornar EFEI (Escola Federal de Engenharia de Itajubá), hoje Unifei. Essa sede, segundo alguns, uma das primeiras, é considerada a maior do Brasil, nos é muito cara pelos muitos que aqui passaram e pelo que ela representa para os valores dessa instituição. Sonhos e ideais próprios da juventude de muitos de nós foram forjados em suas dependências e, porque não mencionar, amores e casamentos também o foram.
Portanto, pelas razões acima e por tantas outras cuja menção não é possível descrever nessas linhas, o entendimento da Reitoria da Unifei sobre a mera possibilidade de desapropriação é que este tema é um absoluto equívoco, o qual não deveria ter sido sequer aventado. As tratativas iniciais – que nós bem sabemos como se desenvolveram - aconteceram de maneira particularizada  sem uma prévia e necessária discussão interna, com o alunato, os ex-alunos e a Reitoria da Unifei.
Por um lado, essa administração fica aliviada em saber que essa possibilidade não prosperou. Por outro, devo dizer que ainda nos preocupa o fato dela poder ser ainda aventada em algum momento futuro, visto que o poder público pode, com respaldo da Câmara de Vereadores, efetivar projetos de desapropriação. Ainda bem que não chegamos a esse ponto e espero que tal não ocorra. Em nosso entendimento, caso esse assunto estivesse em andamento, teríamos uma grande comoção na comunidade acadêmica e mesmo na itajubense. Seria, a meu ver, um desnecessário desgaste político e de esforços, os quais entendemos, devam ser carreados para prioridades de maior monta. A Reitoria da Unifei acredita que o Sr Prefeito Rodrigo Riera e as demais autoridades municipais – como assim expresso em nota publica a respeito do tema - possuem a necessária sensibilidade política e entendem a relevância desse tema para a Unifei assim como, em consequência, sepultarão definitivamente qualquer iniciativa desse gênero.
Nós da Unifei comungamos de certos valores que nos são muito preciosos, nossa história, nosso legado e, nesse sentido, sempre envidaremos todos os esforços para que eles sejam preservados. Afinal, são eles que nos fazem ser o que somos. Agindo assim, somos da crença de que estaremos contribuindo, como sempre fizemos, para o progresso e cidadania das localidades em que atuamos.
Prof Dagoberto Alves de Almeida
Reitor da UNIFEI
Blog: Devidamente esclarecido e com todo o cavalheirismo possível. Ponto final, acreditamos.
Viver é Perigoso