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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

VENTOS DE GUERRA


É do conhecimento geral que a terrinha já foi um pólo irradiador de bons ventos para todo o Estado de Minas.
Iluminação pública, libertação dos escravos ( antes foi localizado no município, um dos maiores quilombos do país: o famoso Quilombo da Berta, nas Anhumas), telefone automático, industrias, ideias, políticos de alta estirpe, muita instrução e durante uma época, acreditem, cultura.
Um grupo remanescente de idealistas e sonhadores ainda luta para resgatar um mínimo do brilhantismo que já existiu. Não se trata de saudosismo, mas de responsabilidade.
A política praticada hoje em Itajubá, tenta atropelar e esfacelar qualquer tentativa nesse sentido.
A alavanca mestra são negócios.
Não importam os custos e os não benefícios. Formaram-se grupos.
O jovem Prefeito, enfrentando uma eleição extremamente dividida, pelos seus procedimentos, deixa a entender que assumiu compromissos impagáveis com os seus apoiadores.
Começou pela formação da equipe de governo. Pessoal, possivelmente qualificado, foi indicado por Belo Horizonte (ou Santa Rita), sem o mínimo de vivência com o dia a dia da terrinha. Terão que aprender a um alto custo.
Batalhão de assessores com experiência única na atuação como cabos eleitorais.
O capacitado Super Secretário foi uma operação de risco. Sua saída levantou um poeirão que ainda não se acentou. Afastamento total da Siemens.
A demissão do experiente, capaz e honrado, Dr. Gilberto Azevedo, trouxe insegurança.
Promessas, promessas, que jámais serão cumpridas, uma vez que dependem de outros.
Lei do silêncio. Aproximação com o Hospital de Itajubá e escorraçamento da Mahle da gestão da Santa Casa. Benefícios ?
Compromisso com alteração do Plano Diretor e liberação para o aterro da várzea do Ribeirão Piranguçu. Enfrentamento frontal com a própria Mahle, importantes órgãos ambientais e a centenária Unifei.
Total falta de jeito para levar adiante o projeto do aeroporto.
Incertezas com a Valônia e aumento do IPTU.
Aceitação do despejo do lixo de mais cidades vizinha no aterro sanitário municipal, diminuindo sensivelmente o seu tempo de utilização.
Desinformação sobre o projeto de internet grátis e sobre as inúmeras tentativas para licitar a coleta de lixo.
Encaminhamento da Lei Prof. Rui (martírio de animais em rodeios), com descabida atuação dos assessores diretos.
Perda de importantes secretários, como os Professores Leandra e Madson. 
Divisão total parcial entre os órgãos de comunicação com a promoção de privilégios.
Vivemos numa cidade dividida. O que é ruim.
Bom ? A formação da Guarda Civil. Tentativas de organização no trânsito. Providências para melhorar o escoamento do Ribeirão Anhumas. Levar avante os projetos de construção da ponte da Boa Vista e construção de creches, conseguidos e iniciados pelo Dr. Jorge.
Negociação  para troca do prédio da Cabelte por um Centro de Eventos. 
Mas ainda temos tempo, muito embora 2014 deverá ser um ano de muitos compromissos eleitorais, que facilitarão alguma coisa e dificultarão outras tantas.
Como política é momento e o momento não é bom, o Vice Prefeito Christian candidato eventual a Deputado, terá uma árdua luta pela frente.
Ainda tenho confiança em dias melhores.

ER







 
  
 
 
 
 
  

AH Ah Ah !


domingo, 22 de dezembro de 2013

TERRA DE OPORTUNIDADES

Quase nada do que acontece espontaneamente na cidade. 
 
Ainda no tempo do Super Secretário Adilson Primo, o Deputado Bilaquinho, ocupando a Secretaria de Desenvolvimento Regional e Política Urbana conseguiu no Ministério das Cidades, 650 mil para darem uma ajeitada no aterro sanitário da terrinha.

Em contrapartida, Santa Rita, Cachoeira de Minas, Brasópolis e Marmelópolis despejarão seu lixo aqui. Foi informado que as cidades beneficiadas pagarão R$ 36,00 por tonelada enviada. 


Os seus moradores devem ter ficado felizes com a providência tomada pelo Deputado da região. O povo de Itajubá, como sempre, praticamente desconheceu o assunto.

Lembrem-se que a Copasa é ligada diretamente a Secretaria mencionada.

No dia 31/10/2013, no Post "Chegaremos Lá", comentamos a aprovação pela Câmara Municipal de Varginha, do projeto de lei que daria à Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) o direito de administrar o aterro controlado e o aterro sanitário do município por 26 anos.
Varginha, que produz 100 toneladas por dia, deveria pagar à Copasa pelo serviço à companhia R$ 69 por tonelada.
 
Deu hoje no site da Rádio Jovem FM, que o Prefeito Rodrigo Riera declarou em outra rádio  estar defendendo o recebimento de mais lixo de outras cidade.

Visaria alcançar 120 toneladas diárias para viabilizar a implantação de uma usina elétrica, para aproveitamento do gás metano gerado pelo lixo e geração de energia elétrica que seria fornecida pela Cemig. 

O negócio poderia render para o município em torno de R$ 100 mil /mês.

Em tempo, segundo informado, o aterro sanitário da terrinha recebe de 70 a 80 toneladas/dia.
 
Preparem-se para conhecer os próximos capítulos.
 
Blog: Se a cidade produzisse lixo suficiente para viabilizar um usina elétrica com aproveitamento do gás metano, ainda daria para discutir. Importar lixo para atingir uma tonelagem apropriada, é o fim da picada.
 
Sinceramente, não sei até onde iremos.
 
ER

 
 


É DISCO QUE EU GOSTO


SUCESSÃO DE EQUÍVOCOS


sábado, 21 de dezembro de 2013

SOB A LUZ DE VELAS



Se tens que lidar com água, consulta primeiro a experiência, depois a razão".
Leonardo da Vinci.

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

 O assassino Mark David Chapman pede autógrafo a John Lennon horas antes de abatê-lo a tiros - Foto de Paul Goresh 

SÓ PODE