Translate

terça-feira, 20 de maio de 2025

BRASIL, O PAÍS MAIS DIVERSO DO MUNDO



Estudo revela oito milhões de novas variantes genéticas. 

Costuma-se dizer que o passaporte brasileiro é o mais cobiçado entre os falsificadores porque qualquer cidadão do mundo pode se passar por brasileiro: da pele morena de Pelé à pele germânica de Gisele Bündchen, passando pelos olhos puxados de centenas de comunidades indígenas. 

A mistura de populações nativas, primeiros colonos, africanos escravizados e ondas de imigrantes europeus nos séculos XIX e XX criou uma sociedade mestiça com enorme diversidade genética, mas que tem sido pouco pesquisada. 

O Brasil, com seus mais de 200 milhões de habitantes, é resultado de alguns dos movimentos populacionais mais profundos da história: aos dez milhões de indígenas que viviam em seu território na época da colonização portuguesa juntaram-se cinco milhões de africanos escravizados trazidos para lá à força. Mais tarde, entre os séculos XIX e XX, as autoridades incentivaram a imigração europeia. Cerca de cinco milhões de italianos, alemães e espanhóis, em particular, se estabeleceram no sul e sudeste do Brasil. Também houve fortes ondas de emigrantes do Líbano, Síria e Japão (São Paulo abriga a maior colônia de descendentes de japoneses do mundo).

 Ao longo da história, a miscigenação racial tem sido descrita como o maior atributo da "brasilidade" e deu origem a mitos de que o Brasil era um país de "democracia racial", onde as três raças (negra, branca e indígena) conviviam em paz e harmonia. Embora não seja o foco central do estudo, as descobertas da equipe que trabalhou nele ajudam a desmantelar essa ideia e revelam até que ponto esse cruzamento foi, por muito tempo, resultado da violência. 

Por exemplo, a grande maioria das linhagens do cromossomo Y (masculino) são de origem europeia (71%), enquanto a maioria das linhagens mitocondriais (feminino) são de origem africana (42%) ou indígena (35%). "Esse padrão é provavelmente o resultado de uma união assimétrica histórica entre homens europeus e mulheres indígenas e africanas", diz o estudo, referindo-se ao estupro de mulheres dessas comunidades pelos colonizadores e à maior taxa de mortalidade entre homens escravizados e indígenas.

Agora, um estudo publicado na revista Science por uma equipe de cientistas brasileiros descobriu mais de 8,7 milhões de variantes genéticas até então não documentadas, das quais mais de 30.000 podem afetar a saúde da população. 

Uma das autoras do estudo, a renomada geneticista Lygia V. Pereira, da Universidade de São Paulo, explicou que o estudo preenche uma lacuna na área da genética, onde predominam dados sobre populações brancas europeias. Diz ela: “O fato de estarmos sequenciando os genomas de uma população com muitos ancestrais africanos e alguns indígenas é o que nos permite descrever milhões de variantes genéticas que ainda não foram descritas no mundo”.

O estudo faz parte do programa Genomas Brasil, lançado pelo Ministério da Saúde há cinco anos com o objetivo de sequenciar os genomas completos de 100 mil brasileiros. O objetivo a longo prazo é implementar a chamada medicina de precisão na saúde pública, para selecionar tratamentos mais seguros e eficazes e detectar precocemente a probabilidade de desenvolver certas doenças.

El País

Viver é Perigoso

A QUE PONTO

 


Viver é Perigoso

segunda-feira, 19 de maio de 2025

ENCONTRO DE ESQUERDA MARCADO


Conforme combinado. Registrando nosso encontro da última sexta - feira (16), na FAAP em frente ao Mao Tse Tung. - do Andy Warhol, é claro.

Valeu.

Viver é Perigoso

ALGUMA COISA ACONTECE

 


Pó de Café Pilão Tradicional - 1/2 kg - Sábado em Sorocaba, R$ 27,00 - Hoje na terrinha R$ 47,00.

Viver é Perigoso

JUÍZO MOÇADA


A reforma tributária vai se tornar realidade a partir de 2027, independentemente do presidente e dos governadores eleitos no próximo ano. Com as regras definidas pela emenda constitucional de 2023 e pela lei complementar de 2025, a reforma chegou a sua fase "vida real".

Neste momento, o foco é passar pelo período de transição, do teste de 2026 até a consolidação do sistema no início de 2033, da forma menos traumática possível.

E as empresas que não começaram a se preparar para o novo sistema já estão em desvantagem para enfrentar aquilo que alguns especialistas classificam como uma reforma no modelo de negócios das companhias brasileiras.

Executivos da área tributária têm partido desse ponto, levado os dados para CEOs e conselhos de administração e dado início a projetos que envolvem diversas áreas, como compras, TI, contabilidade, tesouraria, RH e logística. O roteiro de tarefas inclui mapear fornecedores, renegociar contratos, rever benefícios a funcionários e planejamentos tributários  e adaptar os sistemas de apuração.

É preciso saber agora, por exemplo, se um benefício fiscal representa praticamente toda sua margem e quais fornecedores dependem de incentivos que serão extintos para garantir preços. Sem essas vantagens tributárias, alguns processos logísticos e estruturas societárias perdem o sentido.

Há quem preveja uma guerra de preços. Outros avaliam que o sucesso do seu negócio depende também do sucesso de clientes e fornecedores. Destacam, inclusive, a importância de discutir com empresas do Simples Nacional a migração delas para o novo sistema, que é opcional.

A terceirização dos processos de avaliação de impacto —e até de praticamente toda a área fiscal— é outra questão enfrentada pelas empresas, em razão de custos e também da abertura de dados estratégicos.

Outro ponto levantado é um possível apagão de mão de obra qualificada na área. Haveria escassez de profissionais para lidar, simultaneamente, com o novo sistema, o antigo e também com as mudanças tecnológicas no mundo tributário. Por outro lado, a simplificação do sistema a partir de 2033 e a automatização de uma série de processos podem levar a um enxugamento nessas equipes, e somente os mais preparados sobreviverão.

FSP

Blog: Importantíssimo ! Na certa a Administração Pública está trabalhando e analisando os impactos que serão provocados nas empresas locais. Advirão ameaças e oportunidades. 

Viver é Perigoso

O CRIME COMPENSA


O Rio de Janeiro continua lindo e o Romário batendo um bolão.

Sete ONGs sem histórico de projetos relevantes com verbas federais saíram do anonimato para serem contempladas, apenas no semestre passado, com R$ 274 milhões em emendas de ao menos 21 parlamentares —19 do Rio e 2 do Amapá. Financiarão projetos de castração animal, aulas de esportes e qualificação profissional em convênios com órgãos federais nos estados do Rio e do Amapá.

A maioria delas não apresenta provas de que possui capacidade para gerir tanto dinheiro.

Na liderança desses recursos, aparece o senador Romário (PL), com R$ 21,3 milhões.


Na lista, há nomes da direita —como os deputados Sóstenes Cavalcante (PL) e Otoni de Paula (MDB) - , da esquerda, como Dimas Gadelha (PT), e do centrão, como Dani Cunha (União), filha do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (Republicanos), todos do Rio.

Uol

Viver é Perigoso

CAIXA PRETA


 Viver é Perigoso

GRANA FAMÍLIA



Situação do Sr. Jair:

R$ 12.307,85 de pensão como capitão reformado do Exército, 41.563,98 mensais de aposentadoria da Câmara dos Deputados, R$ 40 mil como presidente de honra do PL, bancados com o fundo partidário. Ah ! + 40 mil que o PL paga pra Michele bancados também com o fundo partidário.

O ex-ministro do turismo e cultura do governo jair , gilson machado (aquele sanfoneiro que tocava nas lives) afirmou que o ex-presidente já gastou metade dos R$ 17,2 milhões recebidos de apoiadores via pix há dois anos e, por isso, decidiu lançar uma nova campanha nas redes sociais para pedir doações.

O dinheiro, afirmou o ex-ministro, servirá para o ex-presidente jair pagar advogados, despesas pessoais e os gastos do deputado federal licenciado eduardo bolsonaro o bananinha nos estados unidos, onde ele está desde março alegando perseguição do supremo tribunal federal. quer morar nos estates a suas custas.

Vamos lá gente. bolsominions adesão total! a família é de pobretões! como diria um colega daqui; eita!

Comentarista Grana Família

Viver é Perigoso