Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
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quarta-feira, 13 de dezembro de 2023
DE OLHO NA REAÇÃO DA DONA JANJA
EMOÇÕES
JUÍZO MOÇADA
COISAS DA TERRINHA
O PREÇO DA LIBERDADE
De acordo com Peter Smith no livro "Democracy in Latin América", os países da América Latina tiveram elo menos 167 quebras de regimes democráticos no século 20.
Uma média de 1,6 episódios autoritários por ano ou 8,8 por país.
Essa distribuição foi desigual: Bolívia, experimentou 15 quebras democráticas no período; Haiti 14; Argentina 6; Brasil 2; Costa Rica 2; Uruguai e Chile apenas 1.
Por outro lado, desdeo início do século 21, só existiram 2 quebras democráticas na América Latina: Venezuela e Nicarágua.
Carlos Pereira - FSP
Blog: Realmente, "O preço da liberdade é a eterna vigilância", pensamento atribuído ao presidente americano Thomas Jefferson, mas segundo a história, do irlandês John Philpot Curran (1750/1817). Observando o acontecido no Brasil, recentemente, corremos grandes riscos. Vivi atento o golpe de 1964. Foi inevitável. A coisa ficou feia em 1968 com o golpe, aí sim, da edição do AI-5.
Viver é Perigoso
terça-feira, 12 de dezembro de 2023
MOÇA BONITA
AINDA SOBRE O TERRENO DA COPASA
Comentário recebido
Zelador, se eu não estiver enganado, quando o senhor era secretário de indústria e comércio, e o Chico era prefeito, foram doadas à Cabelte e Cabelauto enormes áreas de terrenos para instalação destas duas empresas portuguesas. Mas, na Lei de doação, salvo engano, tinha uma cláusula de reversão que dizia que o encerramento das atividades de uma ou das duas empresas, A ÁREA DE TERRENO SERIA DEVOLVIDA PARA A PREFEITURA, COM TODAS AS BENFEITORIAS CONSTRUIDAS SOBRE O TERRENO, E SEM NENHUM CUSTO PARA A PREFEITURA. Foi assim? E porque no caso da Copasa foi diferente?
12 de dezembro de 2023 às 17:13
Na época a PMI teve iniciativa que virou padrão nas doações de áreas em diversos municípios. Não sei se segue um vigor aqui na terrinha.
O Prefeito Chico teve esse cuidado. A Cabelte e Cabelauto enfrentaram dificuldades. Com o total apoio da Prefeitura, a Cabelauto seguiu firme no mercado e completou 25 anos de atuação no mercado. A Cabelte não conseguiu. Com então prefeito Jorge, dentro do previsto, reivindicou a posse da área e benfeitorias. Conseguiu. No governo Rodrigo, a Cabelauto (área anexa) negociou a compra da área e prédio da Cabelte, pagando ITAJUBÁ com a construção do Teatro Municipal, Christiane Riera. Então, o Teatro nasceu de uma ação positiva. Devemos a atuação do Chico, das providências do Jorge e das negociações do Rodrigo com os proprietarios da Cabelauto, na época dirigida pelo competente engenheiro itajubense, Jósé de Oliveira Jr. O Junior.




