Translate

domingo, 2 de abril de 2017

BRAZIU, ZIU, ZIU...


Viver é Perigoso

PORQUE HOJE É DOMINGO

Maravilhosa graça, quão doce é o som
Que salvou um miserável como eu
Eu estive perdido, mas agora fui encontrado
Era cego, mas agora eu vejo

Foi a graça que ensinou meu coração a temer
E a graça meus medos aliviou
Quão preciosa foi a aparição da graça
Na hora em que eu acreditei

Minhas correntes se foram, Eu fui liberto
Meu Deus, meu Salvador, me resgatou
E como num dilúvio, Sua misericórdia chove
Amor sem fim
Graça incrível
Viver (sem Deus) é Perigoso

sábado, 1 de abril de 2017

SAIAM DE BAIXO


Os bancos foram os primeiros (sempre eles) a desfazer dos prédios imponentes onde funcionavam as suas agências. Não havia mais necessidade de mostrar lastros e exibir solidez. O negócio deles é grana e com ela em mãos fazem mais grana. Venderam seus prédios à vista com o compromisso de os alugarem por 10, 15 e 20 anos. O dinheiro recebido na venda rendia muitas vezes o valor do aluguel que passou a ser para. Entrou nos custos e reduziu o Imposto de Renda.
Para o comprador, a certeza de ter um patrimônio garantido e rever um aluguel mensal um pouco acima do vinha recebendo com o capital na poupança.

Em seguida vieram as industrias e as grandes lojas comerciais. Fizeram o mesmo. O Recurso das vendas dos imóveis foi para a produção e capital de giro.

Agora, de forma estranha, o governo mineiro (Fernando Pimentel), como todos os outros governos, totalmente sem recursos, propõe a venda de grandes prédios públicos pertencentes ao Estado, inclusive o Centro Administrativo recentemente construído pelos Aécio e Anastasia, com o imediato compromisso de aluguel. Tudo por um longo período determinado. Desta vez, salvo engano, com o retorno do bem ao Estado, finalizado o contrato. Lógico que o aluguel será bem mais elevado.

No caso dos bancos e outros empreendimentos privados, as ações criativas foram um sucesso. No caso de bens públicos, pelo que a história nos tem mostrado diariamente, a intenção pode ser tomada como um desmantelamento e pulverização do patrimônio.

Só falta a ideia proliferar pelas cidades do interior.

Viver é Perigoso

ENFIM, UMA BOA NOTÍCIA


O Senador Renan Calheiros rompe com o governo Temer. De imediato uma certeza: A ausência dele irá preencher uma grande lacuna.

Clarin da Boa Vista 

QUE SAUDADES !


Estive a pensar. Não mais se preocupe com uma aparente posição coadjuvante. No caso, a protagonista ficou em segundo plano e poucos se lembram dela, ou melhor, nem teve o nome registrado para a posteridade.

Mario Lago e Ataulfo Alves escreveram os versos em 1941. Falavam de um mulher, que hoje seria atualíssima, considerando as reivindicações e conquistas, justas por sinal.  

Exigente no limite, sem consciência,  incapaz de ver a situação difícil do companheiro, dada ao luxo e a riqueza, queria tudo o que via.

A coadjuvante lembrada, com nome registrado e, de certa forma, não invejada pelas mulheres de hoje,  passava fome ao lado do amado, consolava-o e não tinha vaidade.

A coadjuvante nos versos ficou famosa e passou para a história. A entojada protagonista ficou no anonimato.

Que saudade da Amélia.  

Viver é Perigoso

AGORA VAI !


Prefeito concede longa e esclarecedora entrevista ao jornal "O Sul de Minas". Confirma que todos o Secretariado está orientado pela prestar informações e que doravante, semanalmente, será promovida entrevista coletiva sem nenhuma restrição para questionamentos.

Blog: Que bom se não fosse 1º de abril.

Viver é Perigoso

O DIA DELE

Viver é Perigoso

sexta-feira, 31 de março de 2017

GOLPE OU REVOLUÇÃO ?


A história conta: 

Na madrugada do dia 31 de março (1964), as forças do general Mourão Filho deixaram Juiz de Fora, sede da IV Região Militar, indo em direção ao Rio de Janeiro sem encontrar resistência.
A IV Divisão de Infantaria, reforçada por dois outros regimentos vindos de Belo Horizonte e São João del-Rei, terminaram por se confraternizar no meio do caminho com as guarnições do I Exército que haviam partido da ex-capital federal com a missão de confrontá-la.
Revolução, até então, sem tiros, feridos ou mortos.

O General Olympio Mourão Filho declarou certa vez:
"Em matéria de política sou uma vaca fardada". Também escreveu:

"Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso".

Olympio Mourão Filho l

Viver é Perigoso