Descontraia um pouco. Tire as crianças da sala e veja o que aprontou o kibeloco.
http://www.youtube.com/watch?v=YFOaQr-uLyw
ER
Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
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domingo, 5 de junho de 2011
ACABOU O BARULHÃO
Terminou ontem (hoje pela madrugada) o barulhão sertanejo na terrinha. Creio que, mesmo com danos, sobrevivemos.
Do Hélio Schwartsman para a Folha
Estudos sobre felicidade indicam que o barulho piora a qualidade de vida
De acordo com os estudos sobre felicidade, se há algo que vale a pena fazer para melhorar sua qualidade de vida, é livrar-se das fontes de barulho que o cercam.
O que as pesquisas nesse campo mostram é que a felicidade é em larga medida hereditária. Eventos externos, é claro, importam, mas de forma menos dramática e duradoura do que se imagina.
Andrew Oswald avaliou o impacto de deficiências físicas causadas por acidentes e concluiu que, num primeiro momento, elas reduzem bastante o grau de felicidade. Mas, com o passar do tempo, este volta a elevar-se, até estacionar em níveis só um pouco inferiores aos registrados antes do acidente. É o que os psicólogos chamam de "adaptação hedônica".
Curiosamente, existem fatores externos que se mostram bastante resistentes à adaptação hedônica. O barulho está nessa categoria.
Estudos iniciados por David Glass nos anos 70 mostram que pessoas que precisam adaptar-se a uma nova fonte de ruídos (como a abertura de estradas), embora possam ter a sensação de acostumar-se, nunca se recuperam integralmente. Os efeitos são medidos na capacidade de concentração e no nível de estresse. Tudo piora quando os ruídos são variáveis e intermitentes.
Outros fatores pouco sensíveis à adaptação que conspiram contra a felicidade são trânsito, falta de controle sobre o ambiente e relações conflituosas com familiares.
Folha
ELES DISSERAM
O senhor acredita que a política de cotas raciais é apenas uma manifestação do assistencialismo desmedido que o senhor condena?
Sim. Sou contra qualquer tipo de cota. Se tivermos de estabelecer um critério, deve-se utilizar a renda. Uma cota social é mais justa que a racial. Os tribunais raciais que foram criados nas universidades são arbitrários. Apesar de reconhecer o sofrimento e a exclusão histórica que a população negra sofreu no Brasil, acredito que o grande problema em nosso país não é racial, mas econômico. O brasileiro é discriminado por ser pobre, e não pela cor de sua pele.
Demóstenes Torres - Na Veja
sábado, 4 de junho de 2011
SOB A LUZ DE VELAS
O pacífico torna-se abarbarado ante do descaso que devasta o proveito compartilhado. Acautelemo-nos , pois, que, a ira coletiva é devastadora.
Anonymous K
GRANDE SHOW
Ouvido hoje no Mercado Municipal:
- Ô cumpadre quer dizer virão para cantar hoje em Itajubá um atual ministro e um ex ? Até que enfim uma duplinha afinada.
- Perá aí ! Num tõ sabendo.
- Uai, Milionário e Zé Rico
- Tô lá meu.
ER
INFORMAÇÃO É UM DIREITO SEU !
Deu no Jornal "O Sul de Minas" desta semana:
Desde sexta-feira, 27 de maio, a Prefeitura disponibiliza diariamente em seu site oficial, www.itajuba.mg.gov.br, por meio do link do portal Cidadão, informações orçamentárias e financeiras do Executivo. Atualizado diariamente,o Portal do Cidadão é uma exigência da Lei Federal 131/2009, conhecida como Lei da Transparência.
Blog: Poderemos analisar o balanço do Festival de Shows da semana pecuária promovido pela Prefeitura e Sindicato.
Segundo dados das autoridades, em 5 dias (pagos), comparecerão perto de 50.000 pessoas. Imaginando que 5% (2.500 pessoas) foram convidadas, pagaram ingressos (preço médio de R$15,00), 47.500 pessoas, gerando uma bilheteria de R$ 712.500,00.
Considerando a parcela de responsabilidade do Sindicato no evento e os recursos gerados com propagandas, etc, deverá sobrar um valor considerável para o município.
Aguardaremos a prestação de contas, que como disse o Jornal, é um direito nosso.
ER
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