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segunda-feira, 13 de julho de 2026

OBSERVADOR DE CENA

 


A bagunça das prerrogativas parlamentares.

Estamos mesmos lascados se não mudarmos. Não bastam outros, mais 2 escândalos com verbas de emendas parlamentares.

Já repetido aqui que essa fartura de valores para emendas e o consequente empoderamento do Congresso Nacional, se dá por causa constitucional mas também por termos presidentes da República extremamente fracos politicamente. 

Primeiro porque elegemos presidentes e não lhes damos a maioria parlamentar para governar. Tanto o de direita como os de esquerda. Mas também por escândalos dentro dos governos ou comportamentos inadequados o que tornaram os executivos reféns. 

Exemplos do 1º caso Dilma e Temer e do segundo o Jair. Temerosos de investigações e até impeachment foram cedendo poderes ao Legislativo. O comportamento do Eduardo Cunha então presidente da Câmara o algoz da Dilma é fato histórico. O orçamento secreto do Artur Lira (conhecido como 1º Ministro do Jair e ex também da Câmara) et caterva outro.

Mas se tudo isso não bastasse a coisa degringolou tanto que deputados estão abrindo mão de suas competências e outorgando poderes para gente decidir sobre emendas de valores expressivos , que nem mandatos têm. Casos recentes de Valdemar da Costa Neto o "eterno" presidente do PL(R$ 119 milhões) e até o cassado Eduardo Cunha que tenta ressurgir das cinzas depois depois de 8 anos no pseudo anonimato. R$ 6 milhões)

Ministro Flávio Dino e a PF tardiamente no encalço deles. Mas fecha-se uma porta, e os políticos abrem uma janela. Substituíram as emendas "pix" por emendas de bancada, todas elas com transparência zero.

Quem pode consertar minimamente isso? Nós eleitores. Deixemos a polarização ideológica de lado e não votemos em gente que não merece nosso voto.

Abs. e caprichem no conhecimento dos candidatos. Lembremos que o Eduardo Cunha é candidato a deputado federal por Minas Gerais. Mas ele é só a fachada. As investigações devem mostrar os que se abdicaram de suas prerrogativas.

Observador de Cena

Viver é Perigoso

3 comentários:

Anônimo disse...


Aí pra reflexão dos esquerdistas:🤔


O INCENTIVO ERRADO CRIA O COMPORTAMENTO ERRADO!
Pior ainda é o "orgulho em ser pobre" ou "do povo" que te mantém nessa armadilha.

1. O PARADOXO
Na India, pagaram pra matar cobra. A população criou cobra. No Brasil, pagaram pra sair da pobreza. A população aprendeu a ficar pobre.

2. A HISTÓRIA DA ÍNDIA
No século XIX, o governo britânico na India queria reduzir a população de cobras venenosas em Delhi.
A solução pareceu óbvia: pagar uma recompensa por cada cobra morta entregue.
No começo funcionou. As cobras diminuíram. O programa parecia um sucesso.

3. O QUE ACONTECEU
Mas a população percebeu algo: criar cobra dava dinheiro.
Começaram a criar cobras em casa para entregar ao governo. Quando o programa foi cancelado, os criadores soltaram as cobras inúteis.
O resultado: mais cobras do que antes do programa.
Isso ganhou nome: Efeito Cobra.

4. O CASO BRASILEIRO
O Brasil criou o Bolsa Familia para tirar pessoas da pobreza. O objetivo era nobre.
Mas o programa foi crescendo. Os critérios foram sendo ampliados. Os valores foram aumentando. E ninguém criou um incentivo real para sair.
Quem ganha um pouco mais perde o benefício. Quem declara renda maior perde o beneficio. Quem arruma emprego formal corre o risco de perder o beneficio.

5. O QUE A POPULAÇÃO APRENDEU
Resultado: a população aprendeu a ficar elegível.
Não declarar renda acima do limite. Não formalizar o trabalho.
Minha Casa Minha Vida, Bolsa Familia, CadÚnico cada beneficio tem um teto, e o brasileiro racional aprendeu a ficar abaixo dele.
Não é desonestidade. É o Efeito Cobra funcionando perfeitamente.

6. OS NÚMEROS NÃO MENTEM
Em 2003, o Bolsa Familia atendia 3,6 milhões de familias.
Em 2024, chegou a 21 milhões.
O custo saiu de R$ 4 bilhões para R$ 168 bilhões por ano.
Em 20 anos, o número de beneficiários quintuplicou.
Se o programa funcionasse como planejado, as familias sairiam. O número cairia.
A cobra está maior do que nunca.

7. E O DESEMPREGO?
A taxa caiu para minimas históricas. O governo comemorou. Mas a taxa de desemprego só mede quem está procurando emprego e não encontra.
Quem parou de procurar não entra na conta. E com R$ 168 bilhões em beneficios anuais, muita gente parou de procurar não por preguiça, mas porque a conta fechou melhor assim.

8. A CONCLUSÃO
O incentivo errado sempre produz o comportamento errado. O governo não criou dependentes. Criou um sistema que recompensa a dependência.

Anônimo disse...

👏👏👏👏👏👊

Anônimo disse...

E aí esquerdistas☝ heim? heim?
Melhor nem falar nada....