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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

JÁ PASSOU DA HORA DE REPENSAR A REVOLUÇÃO



Multidões de militares, autoridades governamentais e civis se enfileiraram ao longo do trajeto entre o aeroporto de Havana e o Ministério das Forças Armadas para receber, sob aplausos, o cortejo fúnebre com os restos mortais de 32 soldados cubanos mortos na Venezuela.

Os líderes do país, de Raul Castro ao presidente Miguel Díaz-Canel -  estavam no aeroporto para receber as urnas com as cinzas dos seus "32 heróis falecidos".

Na entrada do edifício do ministério, cada urna estava coberta com uma bandeira cubana e colocada ao lado de uma fotografia de cada soldado ou oficial de inteligência, sob as palavras "honra e glória".

Mas, apesar da pompa e das honras militares, foi um episódio que trouxe um choque de realidade para a Revolução Cubana.

BBC

Viver é Perigoso

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