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terça-feira, 14 de abril de 2026

E POR FALAR EM SAÚDE



O mercado de graduação em Medicina é um dos mais disputados da educação. Um relatório para os clientes do BTG Pactual, de 2024, aponta que historicamente cada vaga valia entre R$ 2 milhões e R$ 3 milhões. Esse patamar caiu por conta do aumento do número de novos alunos anuais (125% em dez anos), mas ainda está no patamar de R$ 1 milhão a R$ 1,5 milhões.

Sobre o tema:

Os principais hospitais privados do país estão entrando no mercado de formação médica, com cursos cujas mensalidades alcançam R$ 13 mil — acima da média nacional, de R$ 10 mil. 

Há atualmente pelo menos nove graduações de Medicina abertas ou já habilitadas que são administradas por unidades hospitalares — quatro delas liberadas a partir de 2024. Dois nomes de peso, a Rede D’Or e a Beneficência Portuguesa, tiveram avanços importantes em seus processos de credenciamento nos últimos dois meses. O Sírio-Libanês conseguiu a autorização em 2024 e o Einstein Hospital Israelita, em 2016.

Além do Einstein, o Hospital Pequeno Príncipe, de Curitiba, de 2014; o Hospital Padre Albino, que forma médicos desde 1969; e a Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, aberta em 1968, já possuem turmas que foram avaliadas no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os três primeiros conseguiram o maior conceito, 5. E a instituição capixaba ficou com nota.

Viver é Perigoso

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