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sábado, 14 de julho de 2012

PARIS


Post da Bah

Paris...Paris...
Foi lindo e inesquecível estar aí por um tempo.
Quando o avião sobrevoou São Paulo pela última vez, olhei acanhada por aquela janelinha oval, lá embaixo. A cidade que estava deixando rumo a outro continente não era tão romântica quanto a que eu estava indo conhecer. Pelo menos era assim como eu havia achado muitas vezes, dias antes de partir. Ao observá-la de cima vi muito verde espalhado por suas ruas e avenidas, prédios que brotavam em bairros novos esticando a periferia como massa de pizza sendo aberta. Enxergava, lá de cima, meu parque preferido, minha avenida movimentada, muitas luzes que, vista assim do alto me dava a impressão de estar deixando para trás mais uma bela cidade. Não sei se chorei pela descoberta. Acho que não. Sei que fiquei emocionada. A expectativa de descobrir e conhecer Paris deixaram-me em estado de torpor.Já instalada no terceiro andar do número 6 da rue au Marie vi, da janela embaçada pelo suor do vidro,a metrópole tão sonhada.Era uma Paris que me esperava coberta de neve no auge do seu inverno. As árvores não tinham folhas e uma camada fina de neve cobria os gramados. Era um lindo, mas triste e melancólico horizonte para quem acabara de chegar de um país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza, decidida a ficar uns dias por lá. Sob a neve, e um frio de 1 grau saí envolta em agasalhos, gorros e luvas.Andei...Andei o dia todo.Chorei algumas vezes extasiada com tanta beleza! Prédios esplendorosos,cafés aconchegantes e a história presente em cada canto da cidade. Amei. Realizei um sonho. Me enriqueci.Adentrei o país e visitei seus castelos e me emocionei mais uma vez pela sua rica e envolvente história.
Sem dúvida é um país deslumbrante, aconchegante e mágico. Tudo ali é maravilhoso!...Liberté, Egalité, Fraternité (Liberdade, igualdade, fraternidade) foi o lema da Revolução Francesa. O slogan sobreviveu à revolução.

Bah

SOB A LUZ DE VELAS

O céu será igualzinho a essa vida, menos o medo.

Adélia Prado

VIVE LA FRANCE



Hoje é um dia mágico para os franceses. Em 14 de julho de de 1789, a famosa Bastilha, que era uma fortaleza com 7.000 presos foi tomada pelo povo. A partir daí a revolução seguiu em frente provocando todas as mudanças que conhecemos.
A revolução foi influenciada pelos ideais do iluminismo e da Independência Americana de 1776. Chegou para acabar com a servidão e os direitos feudais. Por todo país gritou-se a frase de Jean Nicolas Pache :

"Liberté, Egalité, Fraternité "

Vive la France !

ER

CANTINHO DA SALA


Se vivo fosse, Gustav Klimt estaria completando hoje 150 anos. O extraordinário pintor austríaco, nasceu em Baumgartem em 14/7/1862.

Klimt foi o mestre que mais vezes esteve presente no Cantinho da Sala.

ER
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UNIDADE DE MEDIDA

sexta-feira, 13 de julho de 2012

SOB A LUZ DE VELAS

Nunca se mente tanto como em véspera de eleições, durante a guerra e depois da pescaria.

Otto Bismarck

VENTOS DE GUERRA

Faz parte do jogo. Não do jogo democrático, mas do jogo político que assola o país. Está lá no site do TSE para quem quiser ler.
Qualquer aluno do Grupo Escolar Rafael Magalhães, sabe muito bem que a estratégia de buscar a impugnação (ou tentativa de desgaste da candidatura adversária) é do partido.
No caso, dos partidos.
PMDB, PV, PPS e o PR, entraram na Justiça Eleitoral com pedido de impugnação das candidatura do ex-prefeito Chico Marques e do seu candidato a vice, Lincoln Antonio Vieira.
Assinaram o pedido os vereadores:

Luiz Fernandes Gonzaga - PMDB
Rodrigo Sampaio Melo - PPS
Sebastião Abranches Junior - PR
Lucas Donizzeti Ramos - PV

É um direito. Consta da Lei. Mas que não passe pela cabeça de ninguém, que manifestações como essa, mostram uma eventual preocupação dos partidos com a preservação da ética, transparência, etc, etc.

Trata-se de concorrência eleitoral.

Incomoda o adversário, mas pode ocasionar um forte ônus eleitoral.

Sempre fui de opinião, que cumprido os requisitos legais para registro de uma candidatura, a resposta teria que ser dada nas urnas, no voto.

E deverá ser assim. 

ER







DIA MUNDIAL DO ROCK


Em 2002 o zelador comprou e leu o livro do Paul Friedlander (Editora Record), "Rock and Roll" Uma História Social. De lá para cá vem relendo e relendo.
Como está escrito, é como um curso intensivo sobre o rock and roll. O livro traz os dados básicos, mas não ignora os detalhes que marcaram as três primeiras décadas de história do rock. Partindo do berço do rhythm and blues, Elvis e o som negro da Motown, revista os ícones dos anos 60, os guitar heroes dos 70, o punk, para chegar à batida dos anos 80.
O autor relaciona as influências do gospel, blues e country. Maravilha!
Como curiosodade, é bom lembrar o que o grande Frank Sinatra disse do rock and roll:
"É a mais brutal, feia, desesperada e viciada forma de expressão que eu já tive o desprazer de ouvir. Ele é cantado na maior parte por estúpidos cretinos e por meio de suas reiterações imbecis e letras hipócritas - obcenas - na verdade sujas."
Os principais marcos identificáveis e divisórios da história do rock são:
1954-1955 - A explosão do rock and roll clássico
1963-1964 - A invasão inglesa
1967-1972 - A era de ouro (o amadurecimento de vários artistas, o soul, o som de San Francisco e a ascensão dos reis da guitarra)
1968-1969 - A explosão do hard rock

1975-1977 - A explosão do punk
O primeiro astro branco de rock and roll foi Bill Haley, que nasceu William John Clifton Haley, no subúrbio de Detroit de Highland Park. Começou a tocar música country em 1945. Em abril de 1954, gravou "Rock Around the Clock", que foi escrita por Max Freedman e Jimmy DeKnight. A música que inicilmente não fez sucesso, atingiu as paradas ao ser utilizada como canção-tema do filme "Sementes da Violência". Tornou-se o disco de rock mais comercializado da história.
"Rock Around the Clock" foi gravada três meses antes de Elvis gravar o seu primeiro disco.
ER