Por questão de sobrevivência aderi ao telefone celular e ao computador. Por exemplo, o meu email é UOL, pago mensalmente.
Tenho combatido bravamente e burramente a IA - Inteligência Artificial.
Ontem, sábado pela manhã, posso dizer que fui submetido a um processo de disrupção. Aconteceu quando de uma palestra proferida pelo mago em IA, Engenheiro Augusto Salomon, na Faculdade de Medicina de Itajubá, durante o Simpósio "Raros, Mas Não Invisíveis".
Para os pouquíssimos que estão chegando agora, disrupção, significa a interrupção brusca de um processo, padrão ou modelo estabelecido, substituindo-o por uma nova abordagem. Essencialmente, é uma ruptura com o status quo que gera transformações significativas, tornando processos antigos obsoletos.
Os impressionantes dados citados pelo Eng. Salomon sobre a presença positiva da IA no campo da medicina nos trouxeram certezas e esperanças. Não deixando jamais de afirmar que a decisão e responsabilidade final será do médico.
Assustei- com os números apresentados confirmando que a IA vai aumentar a desigualdade - entre nações, raças, gêneros, classes sociais e faixas etárias. O uso da IA se dá em países mais ricos o que aumenta a desigualdade. E mais, o uso é maior nas profissões mais ricas (advogados, mercado financeiro), profissionais de posição hierárquica mais elevada e com maior nível de educação. Pois bem: quem controla a IA controla decisões econômicas e sociais.
O assustador é a velocidade que cerca tudo isso.
Doravante vou buscar conviver diariamente com a Inteligência Artificial. E claro, mineiramente lembrando que ela é construída sobre dados históricos que podem carregar preconceitos e falhas. Vou levando tateando aprofundando dados da IA sem perder o olhar da IE (Inteligência Emocional), afinal, dizem, que quanto mais a IA estiver presente no ambiente de trabalho, mais valorizada será a inteligência emocional. Sempre haverá pessoas ajudando, gerenciando, orientando, convencendo, influenciando, inspirando e motivando. E tudo isso exige um certo nível de inteligência emocional.
Em tempo, o Eng Salomon foi o responsável pela minha introdução nos cálculos, planilhas, no final dos anos 90, pelo computador, quando atuamos juntos na Cabelte em Itajubá, na especificação/comercialização de cabos opticos e de energia. Na época, também uma disrupção.
Viver é Perigoso

Nenhum comentário:
Postar um comentário