Quarta Feira 25/2/2026
A CPI do Crime Organizado aprovou um requerimento de quebra de sigilo da Maridt Participações, empresa pela qual o ministro Dias Toffoli, do STF , recebeu pagamentos de fundo ligado ao Banco Master.
Sexta Feira 27/2/2026
O ministro do STFGilmar Mendes suspendeu a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático da empresa Maridt, que tem entre seus sócios o ministro Dias Toffoli.
Viver é Perigoso

2 comentários:
Q vergonha...De tanto ver triunfar....
A polêmica decisão do Min. Gilmar confirmando o "Aqui não Violão".
Na suspensão por Mandado de Segurança ou concessão de HC da quebra de sigilos da firma da família do Dias Toffoli, pela CPI do Crime Organizado espertamente (ou bem orientados como alguns desconfiam) os advogados de defesa foram buscar argumentos numa ação já arquivada dos tempos da CPI da Pandemia, relatada à época por Gilmar.
Essa manobra acatada de maneira heterodoxa pelo ministro tirou o mandado das mãos do juiz natural do caso o ministro André Mendonça que está com o caso Master.
Juristas, professores e profissionais do direito classificam a manobra como polêmica, heterodoxa, incabível, incomum, etc.
Como na decisão anterior a sustentação ministerial fala corretamente em ofensas aos direitos fundamentais e abusos de poder pela CPI.
Mas no final dada a heterodoxia cria mais uma mancha que o STF põe sob si mesmo. Provavelmente quando levada ao pleno ninguém será contra a decisão do decano. Extremamente lamentável.
Causídico Jurássico
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