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domingo, 28 de dezembro de 2025

PARA ANÁLISE E PROVIDENCIAS, MOÇADA !




Estudo desenvolvido por estudantes que integram o projeto de extensão Observatório de Finanças Públicas do Sul de Minas, o OFPSUL, da UNIFAL-MG, analisou a condição financeira dos dez municípios com os maiores Produtos Internos Brutos (PIBs) do Sul de Minas. O trabalho revelou que um elevado volume de riqueza econômica não é, necessariamente, sinônimo de equilíbrio fiscal e boa gestão das contas públicas.

A avaliação envolveu as cidades de Extrema, Pouso Alegre, Poços de Caldas, Varginha, Alfenas, Itajubá, Passos, Três Corações, Lavras e Guaxupé, utilizando o modelo de Brown – uma metodologia que mensura a condição financeira dos entes públicos a partir de dez indicadores relacionados à arrecadação, despesas, endividamento, capacidade de pagamento e autonomia financeira.

São apurados índices e com base nestes, são determinadas pontuações ou scores que vão de -1,0 a 2. Os índices calculados evidenciam se há equilíbrio fiscal, capacidade de pagamento, endividamento, capacidade de arrecadação própria, dentre outros aspectos”.
Ranking da condição financeira

Com base nos dados do exercício de 2024, os municípios que apresentaram melhor desempenho financeiro foram Varginha, com 12 pontos, e Extrema, com 11 pontos. Na sequência aparecem Guaxupé, Lavras e Passos, empatados com 8 pontos, e Pouso Alegre, com 7 pontos.

Na outra extremidade do ranking estão Poços de Caldas (2 pontos), Itajubá (1 ponto), Três Corações (-3 pontos) e Alfenas, que registrou a menor pontuação da amostra, com -4 pontos.

O relatório aponta que a amplitude dos resultados evidencia a heterogeneidade fiscal entre municípios economicamente relevantes da região. Os dados mostram, por exemplo, que cidades com PIBs até três vezes menores apresentaram condição financeira superior à de municípios mais ricos, o que reforça a importância da gestão fiscal eficiente.


Pesquisa foi feita por estudantes das disciplinas de Finanças e Orçamento Público, e Contabilidade Social, dos cursos de Administração Pública, Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Economia e Ciências Contábeis da UNIFAL-MG, campus Varginha. Orientada pelos professores Cláudio Caríssimo e Kellen Rocha.

Viver é Perigoso

7 comentários:

Anônimo disse...

Perda de tempo...cada prefeito pensa q é Deus e q pode tudo do jeito dele...O resto? Esquece.
Faça o q falo e não faça o q faço...É assim?? Kkkkkkkk

Anônimo disse...

A expressão é "tem que doer na pele”. É uma expressão idiomática comum na língua portuguesa. Que significa que uma pessoa precisa sentir as consequências ou o sofrimento de uma situação para realmente entender ou aprender a lição.
O seu significado está relacionado à ideia de que o aprendizado só é efetivo. Ou a mudança de comportamento só ocorre quando a experiência é pessoal e dolorosa.
Então não está sendo doloroso o calorão ao qual quase 1.300 cidades estão submetidas?
Temos o defeito de achar que o mal que já passou não voltará. Vamos lembrar dos dados sobre extremos de temperatura no Brasil:
- Mais de 6 milhões de brasileiros enfrentaram pelo menos 150 dias de calor extremo em 2024 – um ano marcado como o mais quente da história da Terra. Isso significa temperaturas que muitas vezes ultrapassaram os 40°C. Mas o calor atingiu todo o país: todas as cidades brasileiras enfrentaram ao menos um dia com temperaturas máximas extremas.
-O país viveu a pior seca da sua história, que afetou todo o território nacional, mas foi mais grave no Norte. Deixando rios secos e populações isoladas, sem acesso a serviços básicos
-O Brasil viu queimar mais de 30 milhões de hectares, o que é quase o tamanho da Itália, em 2024. O fogo é reflexo de ação humana. Mas a proporção é consequência da falta de umidade. Resultado das altas temperaturas.
-Houve recorde de dengue: foram mais de 6 milhões de casos da doença. Que é favorecida pelo calor.
-Pela primeira vez, especialistas identificaram uma região de clima árido no Brasil.
-Informa o Climatempo: Verão brasileiro de 2025 (janeiro a março) é segundo mais quente da história. Aumento expressivo da temperatura do recorde de 2024. Ocorreu mesmo sem a forte influência do fenômeno El Niño. A temperatura registrada neste período ficou 0,73°C acima da média anual do período entre 1991 e 2020, quase alcançando o recorde do verão anterior, em 2024.
-Informa a OMM: Organização Meteorológica Mundial: A média global da temperatura entre janeiro e agosto/25 ficou 1,42 ºC acima dos níveis pré-industriais. Os últimos onze anos foram os mais quentes da série histórica iniciada há 176 anos. Lembremos que a meta do Acordo de Paris era de 1,5º C a serem atingidos em 2050!!!
A tendência de aquecimento extremo continua. Aqui e no mundo. Impulsionada por concentrações recordes de gases de efeito estufa. Dados preliminares apontam novos recordes em 2025 para dióxido de carbono, metano e óxido nitroso. O CO2, por exemplo, saltou de 278 ppm em 1750 para 423,9 ppm em 2024. Com aumento recorde de 3,5 ppm em apenas um ano!
O calor oceânico também. Subiu, superando os níveis de 2024. Mais de 90% da energia excedente gerada pelo efeito estufa é absorvida pelos oceanos. Isso intensifica tempestades. Acelera o derretimento polar. E contribui para a elevação do nível do mar. Entre 2016 e 2025, o ritmo médio de aumento do nível do mar dobrou, atingindo 4,1 mm por ano.
A cobertura de gelo do Ártico atingiu em março seu menor nível já registrado. Na Antártica, os índices também ficaram entre os três piores da série. Todos os sistemas glaciais monitorados perderam massa pelo terceiro ano consecutivo.
E aí? Apesar de todas essas evidências. E dos alertas científicos continuamos na Marcha da Insensatez. Principalmente nossas elites. Como se não fosse responsabilidade de cada um de nós. Cobremos nossos administradores/vereadores municipais. Lembrem do lema da ONU: "Pense globalmente, aja localmente."
Querem “sentir na pele”? Saiam ao sol às 14, 15 horas em qualquer cidade dessas 1.300 cidades afetadas.

Mercado-Lógico

Anônimo disse...

Rombo de 83 bilhões no governo federal...e vamos falar de migalhas?
Eu heim...e aí petralhada?

Anônimo disse...

Miséria...mixaria...

Anônimo disse...

Imagine daqui mais 4 anos o q vai sobrar....kkkkkk

Anônimo disse...

Merecemos.

Anônimo disse...

Pedi ajuda pros esquerdopatas. ...
Mercadante , Dirceu, e tantos outros economistas do PT, sabem muito bem dar pt.