Viver é Perigoso
Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
Translate
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
HOSPITAL DO FUTURO
A medicina que vi na Índia: o futuro chegou antes de nós - Ludhmila Hajjar
A Índia não está apenas modernizando seu sistema de saúde. Ela está fazendo algo mais profundo: está mudando o conceito de hospital.
O modelo tradicional de assistência médica, sustentado por estruturas administrativas gigantescas, burocracias internas e fluxos lentos, está sendo substituído por algo radicalmente diferente: hospitais digitais, operando com inteligência de dados em tempo real, automação de processos e integração plena entre tecnologia e cuidado. Agendamento, autorizações internas, fluxos laboratoriais, gestão de leitos, prescrição, rastreabilidade de medicamentos, controle de estoque e monitoramento clínico são comandados por sistemas integrados, acessíveis na palma da mão. Em muitos setores, o aplicativo substituiu o balcão. O dado substituiu o papel. A eficiência substituiu o improviso.
Talvez o ponto mais revelador tenha sido outro: a presença maciça de engenheiros dentro dos hospitais. Não como consultores ocasionais, mas como parte estrutural do funcionamento institucional. Há equipes inteiras, muitas vezes centenas de profissionais, dedicadas diariamente a criar soluções próprias, adaptar sistemas, desenvolver aplicativos internos e ajustar algoritmos.
A sensação é clara: estamos diante de uma transformação comparável à revolução industrial, só que aplicada à saúde. Em três anos, tudo será diferente. Em cinco, será irreconhecível.
Índia e China estão construindo, na prática, o hospital do futuro, e o Brasil tem condições de se conectar a essa transformação com inteligência e protagonismo.
É nesse contexto que nasce o Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), projeto pioneiro que busca colocar o Brasil no centro dessa transformação. O ITMI representa uma escolha estratégica: construir um novo modelo de hospital público, digital e integrado, capaz de operar em tempo real com eficiência e segurança. O ITMI será o primeiro hospital inteligente do País, integrando tecnologias como inteligência artificial, internet das coisas, big data, telessaúde e sistematização de processos.
A iniciativa é uma parceria entre USP, Governo de São Paulo, Ministério da Saúde e o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), também conhecido como Banco do Brics, para transformar o atendimento de alta complexidade no Brasil. O projeto contará com 800 leitos de referência em emergência clínica e deve promover uma redução substancial no tempo de diagnóstico e tratamento das centenas de casos encaminhados diariamente ao HC.
O novo estabelecimento será construído em terreno doado pelo Governo de São Paulo, localizado ao lado do HC, onde atualmente funciona a sede da Secretaria Estadual da Saúde. O investimento total alcança quase R$ 2 bilhões, com previsão de três anos para conclusão das obras e início das operações.
A tecnologia não substitui o médico: ela devolve a ele o que foi roubado ao longo dos anos; tempo para pensar, decidir e cuidar.
Viver é Perigoso
DEFINIDO
No PT, não há a menor discussão sobre o palanque de Lula em Minas Gerais:
Rodrigo Pacheco ainda não anunciou oficialmente, mas para Lula o OK já foi dado.
Eleito senador em 2018 ao derrotar Dilma Rousseff, Pacheco será o candidato de Lula ao governo do segundo maior colégio eleitoral do Brasil.
Lauro Jardim
Blog: Enfim o Prefeito Rodrigo já tem um candidato a governador. E diga-se, um bom candidato.
Viver é Perigoso
CONTAGEM REGRESSIVA
Caros Amigos e outros poucos nem tanto.
O "Viver é Perigoso", como diziam na Boa Vista, é claro, caminha para sair de cena, defininho. Aliás, como chegou em 2009.
Os mais próximos repararam. Mas... valeu.
Viver é Perigoso
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
LUZ NO FINAL DO TÚNEL
Estudo, financiado pela Alzheimer's Society e liderado pela University of Exeter, foi publicado na revista Alzheimer's Research and Therapy.
Pesquisadores identificaram medicamentos já aprovados que podem ser reaproveitados para tratar ou prevenir a doença de Alzheimer. Em vez de começar do zero, cientistas analisaram remédios atualmente utilizados para outras condições a fim de verificar se algum deles poderia ajudar a proteger o cérebro.
Entre os medicamentos avaliados, a vacina contra herpes-zóster Zostavax surgiu como a candidata mais promissora. Estudos sugerem uma possível conexão entre o vírus do herpes-zóster e a demência.
Alterações no sistema imunológico desempenham papel conhecido no Alzheimer, e a vacina interage com o sistema imune de maneira que pode ajudar a neutralizar algumas dessas mudanças prejudiciais.
Viver é Perigoso
FOLHA DE SÃO PAULO - 105 ANOS
Folha de São Paulo, completando hoje(19/2) seus 105 anos.
Na realidade tudo começou em 1921 com a Folha da Noite. Em 1925 surgiu a Folha da Manhã, em 1949 chegou a Folha da Tarde. Em 1960, sob a direção de José Nabantino Ramos, todas foram reunidas e transformaram-se na Folha de São Paulo. Em 1962, mais precisamente numa sexta-feira 13 de agosto, o jornal foi comprado pelos empresários Octávio Frias de Oliveira e Carlos Caldeira Filho.
O Sr. Zé Riera, pai do zelador sempre foi assinante de jornal. Foi fiel leitor do "O Jornal" do Rio de Janeiro, depois do "Diário de Notícias ", também do Rio e por um período, do "Jornal do Brasil".
Depois entrou para o time da "Folha de São Paulo" onde seguiu até tomar o barco.
Os filhos seguiram assinando a Folha até os dias de hoje, Os netos estão dando sequência.
Ele, por questões de linhas políticas, nunca gostou do "O Globo", do "Correio da Manhã" e muito menos do "Estado de São Paulo".
Sempre nos recomendava ler os jornais diariamente. De preferência, dois. A Folha e outro (Estadão ou O Globo).
Esse cuidado, no seu ponto de vista, evitaria que fossemos "levados no bico" e ingenuamente, ter a "cabeça feita" por interesses diversos.
Na realidade, a leitura diária de um único jornal, termina por influenciar o posicionamento do cidadão.
Em outros tempos, identificava em Itajubá um homem-Folha, uma senhora-Estadão e um professor - O Globo, além de outros.
Sou um jurássico leitor de jornal impresso. O jornal "O Estado de São Paulo" é entregue diariamente às 9 horas, na Boa Vista, é claro. Assinante pela internet do O Globo e da aniversariante Folha.
Sigo bem acompanhado.
Ah! minha prima Christiane Riera foi colunista da Folha.
Viver é Perigoso
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Assinar:
Postagens (Atom)






