Confirmada pela 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, a falência da Livraria Cultura.
Noticia já esperada, mas reascende a tristeza sentida, para aqueles que por anos, viveram momentos agradabilíssimos nos corredores da livraria, em especial aquele mágico, situado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista.
A rede chegou a operar 16 lojas em diferentes capitais, com presença em cidades como Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Porto Alegre.
Nos últimos anos, tentava manter operações em formato reduzido, com unidades em Higienópolis, Pinheiros e Vila Leopoldina, na capital paulista. Todas foram desativadas entre o fim de 2025 e o início de 2026.
A trajetória da Cultura começou em 1947, como livraria familiar em São Paulo, e ao longo das décadas consolidou-se como uma das principais redes do País.
Lembrando que em 2017, a Cultura adquiriu a operação brasileira da Fnac. No comércio digital, também foi proprietária da Estante Virtual, posteriormente vendida ao Magazine Luiza em 2020.
A plataforma de comércio eletrônico da empresa também saiu do ar.
O passivo total atualizado da companhia é de R$ 288,3 milhões.
Confesso que já há alguns anos, sigo comprando mensalmente de 2 a quatro livros, quase sempre pela Amazon, claro, sem o indiscritível prazer de seguir pelos balcões, prateleiras e e sentar no sofá da espera folheando livros.
Viver é Perigoso

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